terça-feira, 31 de maio de 2016

Como o atendimento de excelência pode driblar a crise econômica

Consumidores insatisfeitos, quedas nas vendas e desemprego são desafios que os empresários enfrentam hoje. Excelência no atendimento pode ser um caminho para superar a recessão


Imagem: Morguefile
Aumentar as vendas, mesmo num cenário de desemprego e economia estagnada, é o sonho de todo empresário. Mas não existe uma “ fórmula mágica” para se chegar ao sucesso. A excelência no atendimento, um bom caminho para conquistar o público, é uma iniciativa de poucas empresas no mercado. O que deveria ser um atributo das marcas, é uma realidade muito distante para os consumidores, que sentem a necessidade de atenção e cuidados.

Mesmo na crise, conseguir clientes não é a tarefa mais difícil. Mantê-los fiéis ao negócio, num mercado competitivo, requer muita sensibilidade para diagnosticar “dores”, necessidades de entregar produtos e serviços de acordo com as particularidades de cada consumidor.

Isso porque as inovações podem ser copiadas e até mesmo superadas pelo concorrente. Um bom produto e um bom preço atraem a atenção, mas não são garantias de vendas. Entretanto, um atendimento exclusivo é um dos segredos para as empresas conquistarem mais clientes e, consequentemente, alcançarem melhores resultados. Estratégias certeiras, como tratar o cliente para que ele se sinta importante, resultam em encantamento, compras e em fidelidade, palavrinha difícil de ser mantida.

Um diagnóstico realizado pela Disney – empresa reconhecida mundialmente por transformar clientes em fãs - constatou que 70% dos que frequentam o parque já conhecem os serviços. Ou seja, um relacionamento mais próximo com cliente torna uma chancela das marcas. Reconhecimento que não seria possível se os funcionários, que na empresa do Mickey Mouse são chamados de integrantes do elenco, fossem mal preparados e não vivessem a cultura de gestão do cliente.

De volta à realidade brasileira, seja qual for o segmento, o atendimento ao consumidor é um desafio que assombra empresários, profissionais liberais, comerciante e organizações governamentais. Uma pesquisa recente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostrou que mais de 70% dos clientes de companhias telefônicas se mostraram insatisfeitos com a qualidade dos serviços prestados. A justificativa de boa parte das pessoas é a demora no atendimento. 

Mudar esse cenário, para enfrentar os dias tenebrosos de crise econômica, é uma responsabilidade que começa de cima para baixo. Se os líderes não “comprarem” a ideia de inovar no atendimento, tampouco os colaboradores o farão. Aliás, o processo começa com o cliente interno, que “venderá” uma cultura de excelência do início ao fim. Nessa espécie de filosofia, o processo de compra e venda jamais será o mesmo.

Via Dino, por Tathiane Deândhela (CEO do Instituto Deândhela (www.institutodeandhela.com.br), empresa goiana especializada em produtividade e alta performance. É especialista em atendimento pelo Instituto Disney (EUA), em Negociação pela Universidade de Harvard e em Gestão do Tempo, tema de seu livro “Faça o Tempo Trabalhar para Você”).
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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Associação de Pizzarias adere ao “Reverse Delivery"

Entidade que agrega cerca de 100 estabelecimentos no Estado de São Paulo abraça a causa pró-Banco de Alimentos em ação criada pela Grey; iniciativa usa logística reversa do sistema de delivery de comida para facilitar a doação de alimentos


Imagem: Divulgação
A partir de agora, os entregadores dos estabelecimentos filiados à Associação Pizzarias Unidas poderão trazer suas mochilas carregadas de alimentos doados pelos clientes nas suas viagens de volta aos restaurantes. A entidade reúne aproximadamente 100 pizzarias no Estado de São Paulo e acaba de aderir à ação “Reverse Delivery”, plataforma open source, criada pela Grey, que incentiva doações ao Banco de Alimentos. A ONG atende mais de 20 mil pessoas por meio de mais de 40 instituições que necessitam de ajuda.

A iniciativa começou com a Pizzaria Veridiana, na capital, e está aberta para novos adeptos, com a meta de expandir para toda a região metropolitana de São Paulo e espalhar a boa causa pelo país.

Os entregadores dos estabelecimentos filiados à Associação Pizzarias Unidas fazem milhares de viagens por mês na cidade. Segundo Cedric Manzini, presidente da Associação, “a adesão à causa corresponde a uma vontade coletiva de participar efetivamente de ações sociais conjuntas, compartilhando o serviço de entrega de pizzas para um benefício social maior". As doações da clientela começam a ser arrecadadas no mês de junho.


Imagens: Divulgação
De acordo com Luciana Quintão, fundadora e presidente do Banco de Alimentos “a adesão da Associação Pizzaria Unidas é de grande importância para ampliação do programa. Agora, precisamos de mais restaurantes para abraçar a ideia e alimentar ainda mais gente”, afirma. Ela reitera que o quadro atual no país é grave, com registros de 14 milhões de brasileiros em situação de insegurança alimentar, e por isso a entidade segue com o objetivo de criar uma rede de solidariedade. A ONG operacionaliza toda a coleta e distribuição das doações na região metropolitana de São Paulo.

Com o “Reverse Delivery”, ao ligar para os serviços de entrega dos restaurantes, o cliente é consultado sobre o interesse em doar algum alimento para a ONG, com a comodidade de não precisar sair de casa. Em São Paulo, cidade campeã no ranking de entregas de comida delivery no país, equipes do Banco de Alimentos vão às unidades dos restaurantes parceiros da iniciativa para retirar as doações. 

Qualquer estabelecimento que tenha sistema de delivery e esteja interessado em colaborar com a causa poderá se cadastrar no site http://www.reversedelivery.com.br para fazer parte do projeto.

Rodrigo Jatene, CCO da Grey, se diz feliz com a receptividade e expansão do projeto. E ressalta que o trabalho com o “Reverse Delivery” continua. “A iniciativa é uma forma simples de doar comida, pois usa logística reversa para transformar clientes de restaurantes delivery em doadores de alimentos”, complementa.

Sobre a ONG Banco de Alimentos:
Fundado em 1998 a partir da iniciativa civil e pioneira da economista Luciana C. Quintão, o Banco de Alimentos é uma associação civil que atua com o objetivo de minimizar os efeitos da fome e combater o desperdício de alimentos, permitindo que um maior número de pessoas tenha acesso a alimentos básicos e de qualidade – e em quantidade suficiente – para uma alimentação saudável e equilibrada. Os alimentos distribuídos são excedentes de comercializações, perfeitos para o consumo. A distribuição possibilita a complementação alimentar a todas as pessoas assistidas pelas 42 instituições cadastradas no projeto, ou seja, mais de 21 mil pessoas.

Sobre a Associação Pizzarias Unidas:
A Associação Pizzarias Unidas do Estado de São Paulo reúne cerca de 100 integrantes que participam intensamente de suas ações. Os trabalhos são organizados em comissões nas áreas de Marketing, Compras e Administração. Essas três comissões, trabalhando de forma integrada, vêm alcançando uma série de vitórias com os objetivos de desenvolver produtos e buscar alternativas para a administração, redução de custos e apoio ao marketing das lojas.
Site da Associação Pizzarias Unidas: http://www.pizzariasunidas.org.br/site/ 

Assessoria de Comunicação – Grey Brasil:
Otavio Almeida: (11)3026-4560
Tercio Silveira: (11)3026-5023
Gê Rocha: (11)3026-4558
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terça-feira, 3 de maio de 2016

Churrascaria investe em espaço kids com PlayTable e ganha diferencial no mercado


A paixão pelo churrasco, já considerado um símbolo da gastronomia brasileira, faz a iguaria não só conquistar fãs pelo mundo, mas também impulsiona o surgimento de novos estabelecimentos comerciais dedicados ao prato. Neste contexto competitivo, a atenção aos detalhes é fundamental para garantir espaço no mercado. O Gran Steak, que compõe uma rede no segmento de churrascarias com mais dois restaurantes em Ribeirão Preto (SP), aposta no espaço kids como um diferencial e encontrou na PlayTable, a primeira mesa digital com jogos educativos do Brasil, uma forma de oferecer aos filhos dos clientes um momento de recreação e aprendizado.

Fundada há mais de 20 anos, a rede de churrascarias chega a atender 6 mil amantes da carne por semana. Apenas no Gran Steak, são cerca de 750. Segundo o sócio-proprietário, Luiz Cutti Junior, o desafio para manter a clientela está em oferecer um diferencial ao público, sem onerá-lo. "No Gran Steak, resolvemos inovar e formar um espaço kids apenas com equipamentos educativos, que contribuam para o desenvolvimento cognitivos das crianças, como a mesa digital, os recursos do método Montessori, teatro de bonecos, entre outros", conta. Com 90 metros quadrados, o espaço recebe cerca de 50 crianças por semana, entre elas Laura, de 6 anos, e Clara, de 2, filhas de Flavia Castilho Mascani.


Para a designer gráfica, o espaço kids é um fator de peso quando a família precisar fazer uma refeição fora de casa, o que ocorre, geralmente, quatro vezes por mês. Além da agilidade no atendimento e a disponibilidade de estacionamento, no momento da decisão, a mãe também busca um local que ofereça um espaço seguro e com a presença de monitores para deixar seus filhos, enquanto se alimenta. "Depois das refeições, as crianças ficam pouco tempo sentadas à mesa. Contar com um espaço de recreação que de fato entretenha as crianças significa poder aproveitar um pouco mais o momento de descontração. Ou seja, satisfaz tanto às necessidades dos adultos, como as das crianças", revela.

Uso coletivo:
Para o proprietário da rede de churrascarias, o investimento na construção de um espaço kids tem retorno, pois "a quantidade de pais que reservam mesas próximas ao espaço kids supera a quantidade de mesas ‘perdidas’, com o ambiente". Com a implantação da PlayTable, em dezembro de 2015, a expectativa do empresário é que mais crianças visitem o espaço e passem ainda mais tempo por lá. "No início, utilizávamos a mesa no formato tradicional, atualmente, ela está fixada à parede, logo na entrada, e as crianças chegam a fazer revezamento para utilizar a tecnologia. Felizmente, um dos principais recursos da PlayTable é a possibilidade de uso coletivo", observa.

Para o diretor comercial da Playmove, Jean Gonçalves, um dos principais diferenciais da mesa digital é que além dos momentos de diversão, as crianças têm acesso a conteúdos educativos. "A PlayTable e os aplicativos são desenvolvidos com base na ludopedagogia, onde a diversão e o aprendizado andam juntos. Por usar uma linguagem universal, que é a brincadeira, a PlayTable é acessível também a crianças com deficiência. Os conteúdos são cuidadosamente selecionados por uma equipe multidisciplinar de especialistas em diversas áreas do conhecimento", salienta. Segundo o diretor, o equipamento é caracterizado pelo design moderno, resistência, facilidade na limpeza e instalação, além do suporte remoto.

A seguir, uma apresentação da mesa PlayTable:


Sobre a Playmove: 
Empresa de Blumenau (SC), fundada em 2013, focada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para educação infantil e ensino fundamental. Criadora e desenvolvedora da PlayTable, a primeira mesa digital com jogos educativos do Brasil, utilizada em escolas públicas e privadas no país. A PlayTable é uma mesa interativa e multidisciplinar, com jogos e aplicativos para crianças a partir de 3 anos de idade, voltada ao desenvolvimento das habilidades cognitivas e motoras dos pequenos. A tecnologia touch screen se caracteriza pela fácil usabilidade, inclusive, por ser acessível a crianças com deficiência.

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