terça-feira, 29 de setembro de 2015

Restaurante futurista dispensa funcionários

Em uma época onde vivemos em um mundo high-tech, preocupados com alimentação saudável, sempre apressados, e visando reduzir cada vez mais os custos, um restaurante em São Francisco, nos EUA, parece ter encontrado uma fórmula para alcançar o sucesso.

O nome do restaurante é Eatsa, e em seu menu há apenas opções saudáveis de pratos, todos com quinoa. Lá nunca tem fila no caixa, pois tudo funciona com auto-atendimento, feito através de iPads.

Imagem: YouTube

Todo o restaurante foi projetado em torno da tecnologia, e sendo assim, substitui os atendentes, garçons e caixas pelo sistema em que o cliente faz tudo sozinho. No salão, ficam apenas um ou dois funcionários que oferecem suporte técnico, e orientam os clientes em como fazer o pedido. Na cozinha, há uma equipe que prepara os pratos, que depois são colocados em pequenos cubículos para os clientes retirá-los.

O cliente pode optar pelos pratos que estão dispostos no menu, ou montar um de seu próprio gosto. Ele paga com cartão e pode receber através de e-mail, um aviso de que o seu prato ficou pronto.

Cada cubículo que recebe um pedido pronto, indica em uma tela o nome do cliente que o fez. 

Veja no vídeo como funciona o sistema:


Fontes: Eatsa
              Disque9
               Tech Crunch
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Lanchonete faz delivery utilizando paraquedas

Muitas vezes, oferecer um produto de excelente qualidade não é o suficiente para se sobressair no mercado, quando você tem muitos concorrentes que oferecem produtos similares ao do seu negócio. E o que fazer em uma situação destas?

No ramo da alimentação fora do lar, este dilema é bem comum, não é mesmo? Que diferencial você pode oferecer para se destacar no mercado? 

Na Austrália, três empreendedores encontraram um diferencial bem criativo para fazer as entregas de seus sanduíches de queijo feitos na sanduicheira, e conseguiram se destacar. Conhecidos como jaffles, os sanduíches são entregues através de paraquedas, pela empresa Jafflechute, aos seus clientes. Os lanches são colocados em pequenos paraquedas, e atirados pela janela do quinto andar de um prédio em Melbourne, onde está localizada a Jafflechute.

Imagem: Jafflechute

Os clientes fazem o pedido pelo site do restaurante, e realizam o pagamento via PayPal. No cardápio há apenas duas opções do jaffle: queijo e tomate, ou queijo e presunto. Depois disso, esperam embaixo do prédio, aguardando sua vez perto de um grande ‘x’ marcado na calçada. Quando o pedido fica pronto, gritam de lá de cima o nome da pessoa a quem pertence o lanche, e o jogam pela janela.

Imagem: Twitter Jafflechute

Além de ser diferente e divertido, o modelo é muito mais econômico, pois dispensa loja física, e o sistema de delivery é bem simplificado.

Confira no vídeo como funciona o delivery da lanchonete:


Fontes: Hypeness
                Época Negócios
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Especialistas querem mudança em lei para tornar gastronomia referência turística no País

Na última semana de setembro, quando se comemora a Semana do Turismo, parlamentares vão votar propostas ligadas ao setor.

Imagem: Morguefile

Participantes de audiência pública promovida pela Comissão de Turismo da Câmara defenderam, na quarta-feira, dia 2, mudanças nas leis trabalhistas para que o setor gastronômico brasileiro possa evoluir ainda mais e se tornar uma das principais referências turísticas do País.

Na opinião do secretário de Turismo do Distrito Federal, Jaime Recena, o Brasil está atrasado em comparação a outros países quando o assunto é o regime de trabalho intermitente. Nessa modalidade, o contratado trabalha por hora em jornada móvel, ou seja, em horas e períodos que melhor atendam às necessidades do trabalhador e da empresa.

Tramitam, na Câmara, projetos (3785/12 - 6363/05) nesse sentido, o que traria grandes benefícios ao setor gastronômico, pois bares, restaurantes e hotéis apresentam demandas que podem variar de acordo com a época ou com a realização de algum evento extraordinário, como foi a Copa do Mundo de 2014 e como serão as Olímpiadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Regulamentação da gorjeta: 
O presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, enxerga outro vácuo na legislação brasileira: a falta de regulamentação da gorjeta dada aos trabalhadores de bares e restaurantes.

O Senado Federal aprovou recentemente um texto substitutivo a projeto da Câmara que obriga os estabelecimentos a incluir no pagamento de funcionários os valores adicionais pagos por clientes. Como o Senado fez algumas mudanças no texto, a matéria vai retornar à Câmara para nova votação.

Para Alexandre Sampaio, a aprovação do projeto pode trazer vários benefícios para o setor de bares, restaurantes e hotéis do Brasil.

Hoje a composição salarial daqueles que trabalham em bares, restaurantes e hotéis se dá num processo híbrido, ou seja, eles recebem um salário fixo mais uma comissão daquilo que os clientes voluntariamente agregam a este pagamento, num valor de 10% ou 12% do total da conta. “Esse processo não está em lei, ele é até mencionado na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), mas não está regulamentado. Isso significa que esse pagamento é baseado na prática das convenções salariais acordadas com os sindicatos laborais e patronais. Porém, em última análise, esses acordos não são reconhecidos pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), o que gera grandes passivos trabalhistas e grandes ações e autuações que causam e podem causar a quebra de diversas empresas no Brasil".

Semana do Turismo: 
Para o deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL), aprovações de propostas para o setor são necessárias e podem ajudar o Brasil a sair da crise econômica. "Nesse mês estaremos concentrados na Semana do Turismo, que acontecerá na última semana de setembro, para que nós possamos colocar em prioridade os principais projetos ligados ao turismo. Isso já está acordado com o presidente da Casa e poderá ajudar o País a sair da crise".

No próximo dia 23, a Comissão de Turismo volta a se reunir para a realização de um seminário que vai discutir o fomento do turismo como oportunidade de desenvolvimento para o País.

O evento será organizado em parceria com a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, como parte das comemorações do Dia Mundial do Turismo, celebrado em 27 de setembro.

Íntegra da proposta: 

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Cupom fiscal eletrônico vai substituir o ECF em todas as empresas do estado de São Paulo

Legislação que obriga a emissão de Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e SAT) já está em vigor no Estado de São Paulo, e a maioria dos contribuintes ainda precisam se adaptar. Saiba o que é necessário para regularizar seu estabelecimento e evitar multas.


Vários estabelecimentos no estado de São Paulo já começaram a emitir o Cupom Fiscal Eletrônico em conformidade com a Portaria CAT 147, de 05/11/2012 da SEFAZ-SP, que instituiu a obrigatoriedade da emissão do CF-e por meio do Sistema de Autenticação e Transmissão (SAT). De acordo com a legislação paulista, o ECF (Emissor de Cupom Fiscal) está com os dias contados, já que todos contribuintes do estado de São Paulo tem o prazo de 5 anos (desde a lacração inicial) para a substituição do ECF pelo SAT. O equipamento SAT realiza a validação e a transmissão dos cupons fiscais gerados no estabelecimento do contribuinte diretamente para a Secretaria da Fazenda, possibilitando que o fisco tenho acesso aos dados de forma integrada e online. 

O Extrato do CF-e, impresso no momento da venda para o consumidor, contém o QrCode que é um código de barras bidimensional capaz de armazenar mais dados do que o código de barras comum disponível na maioria dos produtos. O QrCode impresso no Extrato do Cupom Fiscal Eletrônico armazena a chave de acesso para consulta do CF-e pelo consumidor através do aplicativo da SEFAZ “De Olho na Nota”, que pode ser baixado gratuitamente em dispositivos com Android pela Play Store ou dispositivos com iOS pela App Store. Essa modernização no controle tributário é um grande avanço tecnológico e representa também um aumento na capacidade de fiscalização do governo, já que todas as vendas realizadas pelo equipamento SAT serão enviadas automaticamente para a SEFAZ.

Muitos comerciantes já estão se adaptando, no entanto muitos ainda encontram dificuldades na implantação do sistema, já que é necessário adquirir um equipamento SAT que custa aproximadamente R$ 1.200,00 e também uma impressora não fiscal no valor aproximado de R$ 700,00. O empresário também precisa atualizar ou adquirir um software que faça o gerenciamento e a impressão dos cupons fiscais eletrônicos e a comunicação com o SAT. Existem várias soluções no mercado e o ideal é encontrar um sistema que seja específico para o seu negócio. Um software específico pode conter funções e recursos que melhor se adequam ao seu segmento, facilitando a implantação e o uso do sistema, bem como o treinamento dos usuários. Um bom exemplo disso é o software Datacaixa, destinado a restaurantes, lanchonetes, bares, padarias e estabelecimentos nesse segmento. O sistema é simples e prático de usar, pode ser baixado gratuitamente no site www.datacaixa.com.br e a licença tem investimento bastante acessível, a partir de R$ 99,00.

O ideal é estar preparado o quanto antes para evitar imprevistos e possíveis multas devido a não emissão do Cupom Fiscal Eletrônico, que podem facilmente custar mais de R$ 5.000,00. Em tempos em que o governo busca aumentar a arrecadação o melhor é se prevenir e antecipar a implantação do CF-e SAT em seu estabelecimento.

Via Dino
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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Espaguete em cone? Restaurante lança esta moda

Hoje em dia, devido ao nosso estilo de vida sempre apressado, frequentemente as pessoas não tem tempo nem para sentar e fazer a sua refeição com calma. Pedir um lanche para viagem, e comer andando é uma característica deste nosso estilo de vida acelerado. Assim, as tendências dos food trucks e deliveries gourmet se tornam cada vez mais comuns. 

Pensando neste público, o restaurante Spaghetti Incident, localizado em New York desenvolveu uma embalagem inovadora feita especialmente para os clientes saírem comendo a macarronada, sem a necessidade de sentar. O estabelecimento ficou conhecido por servir as suas massas em cones para a conveniência dos clientes. 

Imagem: Facebook Spaghett Incident

A criação foi do empresário italiano, Emanuele Attila, um dos sócios do restaurante. A ideia foi inspirada em uma tradição típica da região da Romagna, localizada na costa do Adriático. Attala diz "Eu lembro de ter visto imagens de pessoas andando ao lungomare [calçadão] com um cone de papel enrolado em suas mãos. Naquela época, a Itália era pobre, e a maior parte da comida era comida de rua servida em cones de papel: frituras, massas, frutas, doces. O papel foi chamado "carta oleata" porque foi encerado e não deixa a oleosidade do molho passar."

Trabalhando neste conceito, juntamente com seus sócios Ettore Pardossi e Giovanni Gentile, o restaurante nasceu: Uma casa especializada em espaguete, que oferece diversas opções de molhos, como matriciana, carbonara, Kale Pesto, que é uma reinterpretação do molho pesto genovês, entre outras, e todas podem ser servidas em um cone!

O preço de cada cone varia entre US$ 9,00 e 12,00.

Fontes: Food beast
              Village voice
               Swide
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