segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Restaurante em Juazeiro vira referência por inovar no atendimento ao cliente

Com dois anos de atividades, o self-service já tem o Selo de Qualidade em Serviços Sebrae Ceará


Ingredientes simples têm garantido uma receita de sucesso em Juazeiro do Norte, na Região do Cariri. Com investimentos em capacitação e inovação, além do gostinho caseiro que caracteriza o menu do estabelecimento, o restaurante Malu Self Service vem, desde que foi inaugurado, em novembro de 2013, sendo um diferencial no setor de alimentação fora do lar na cidade.

Imagem: Divulgação
Administrado pelas irmãs Marciana e Luciana, cujos nomes batizaram o restaurante, o empreendimento é o sonho realizado de quem, desde pequena, viu os pais lidando com tachos, panelas e fogão. Na época, seu Germano e Dona Leonor trabalhavam fazendo queijo de manteiga e vendendo galinha caipira cozida.

Mas, antes de se definir pelo projeto, as duas enveredaram por outros caminhos profissionais até que decidiram retomar o ofício dos pais e investir num restaurante. Mas não em um restaurante qualquer: tinha que ser bem no Centro da cidade e oferecer o que houvesse de melhor.

Para embasar a decisão, fizeram uma pesquisa informal onde constataram que, realmente, havia na região a carência de um restaurante com um ambiente aconchegante, que lembrasse a casa da Vovó, e que servisse uma comida rápida com um gostinho caseiro e onde, ao invés de clientes, as pessoas fossem tratadas como amigos.

Decisão tomada, elas não pararam mais. Começaram uma verdadeira maratona de estudos, pesquisas e elaboração de plano de negócio, além da luta pela formalização, financiamento, reforma e contratação de pessoal.

As duas lembram das muitas dificuldades do início, “por pouca experiência”, contam. “Mas, os problemas foram sendo solucionados porque decidimos, desde o início, buscar a ajuda do Sebrae Ceará, além da parceria do Senac e o apoio da Abrasel Cariri. Com isso, fomos nos especializando, principalmente, por causa dos cursos e da decisão de qualificar os nossos colaboradores”.

Selo:

A trajetória do Malu Self Service como referência em Juazeiro tornou-se ainda mais efetiva a partir da decisão de participar do Selo de Qualidade em Serviços Sebrae Ceará. “Através dele desenvolvemos a consciência ecológica no descarte do nosso óleo de cozinha, criamos e implantamos as fichas técnicas do nosso cardápio, treinamos a nossa equipe para a manipulação correta dos alimentos entre outros benefícios pelos quais somos gratas”, contam.

Elas investem, também, no relacionamento individualizado com a clientela. “Tanto que disponibilizamos uma caixa de sugestões como forma de fazer uma pesquisa rápida acerca da qualidade dos nossos serviços”, explicam. As informações dos clientes servem, também, para orientar a construção do cardápio que prioriza a matéria-prima da região”, contam.

Apesar das responsabilidade divididas - Marciana é administrativo-financeiro, e a Luciana produção-comercial - as decisões são tomadas em conjunto. Elas têm planos futuros bem definidos como abrir, até 2017, uma nova casa no mesmo formato, em um outro bairro da nossa cidade. Para isso já estamos contratando uma pesquisa de viabilidade junto do Sebrae.

- Hoje, temos a certeza que toda mulher já possui por natureza, espírito empreendedor. E para que o sonho dela se realize ela só precisa planejar, traçar metas e agir, quebrando paradigmas, buscando parcerias fortes e nunca desistindo, apesar dos obstáculos”, ensinam.

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Sushi Noel

Imagem: YouTube

O Natal chegando e todos buscamos inspiração para deixar a mesa ainda mais bonita! Que tal servir um sushi no formato de Papai Noel? Neste vídeo, que compartilhamos com vocês, tem um tutorial que explica o passo-a-passo para fazer este sushi super criativo.

Dá uma olhada no resultado, fica uma gracinha... Um verdadeiro Sushi Noel!

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Sushi em forma de carpa

Imagem: YouTube
A apresentação de um prato também é uma arte. Com ela, você pode encantar o seu cliente.

Neste post mostraremos o exemplo do restaurante Nishikizushi Sushi, localizado na cidade de Saiki, no Japão, que desenvolveu uma forma diferente e criativa de servir sushis.

Ele utilizou uma técnica chamada Nishikigoi no Sugatazushi, que apresenta os sushis em formato de carpas Koi. Nesta nova tendência, que surge no Japão, os cozinheiros constroem os pratos de uma maneira diferente, mas utilizam os mesmos ingredientes encontrados em um sushi convencional.

O sushi em forma de carpa sai por Ұ800,00, algo em torno de R$26,80, a unidade.

Confira no vídeo abaixo, o passo-a-passo para fazer este sushi bem original:


Fontes: Catraca Livre
             
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Talheres viram faixa de pedestre em marketing de restaurante

Um grupo de artistas de Haverhill, em Massachusetts, desenvolve projetos que intervém de forma criativa nas faixas de pedestre da cidade. A pedido de empresas da região, o grupo cria desenhos divertidos nas faixas de pedestre, para chamar a atenção do público para os negócios

Imagem: YouTube

A primeira intervenção foi feita para um restaurante, o Butch's Restaurant. No projeto, as faixas brancas foram substituídas por garfos, facas e colheres. O resultado ficou bem diferente e atrativo, visto que o lugar é muito visitado por pessoas querendo conhecer, tirar fotos e gravar vídeos de lá. Confira no vídeo a seguir:


Esta não foi a primeira vez que um restaurante se utilizou das faixas de pedestre para se promover. Há alguns anos atrás, o McDonald's também substituiu as faixas brancas, pelas suas famosas batatinhas. Esta ação de marketing de guerrilha, que aconteceu na Suíça, ainda é muito lembrada na internet.

Quem nunca viu esta imagem circulando pela internet?

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Clássico espaguete com almôndegas vira casquinha em versão criativa

Imagem: YouTube

Em meio às nossas pesquisas na internet, buscando novidades no mundo da alimentação, encontramos esta ideia bastante original do site Dude Foods. O site faz experimentos com diversas receitas inusitadas, mas esta em especial nos pareceu bem criativa. O The spaghetti and meatball cone traz a proposta de comer o espaguete e a almôndega sem a necessidade de utilizar talheres. Para quem não gosta de ficar enrolando a massa no garfo, é uma opção super prática.

Veja o modo de preparo e o resultado no vídeo a seguir:


Por dispensar o uso de talheres e a necessidade de sentar para comer, esta pode ser uma opção rápida, barata e ideal para oferecer aos cliente em seus corridos horários de almoço!

Se você curtiu a ideia de servir o macarrão em cone, provavelmente irá gostar deste outro post também: Espaguete em cone? Restaurante lança esta moda.

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Café diferenciado oferece 120 tipos de cereais em seu cardápio

Hoje em dia vemos por aí muitos estabelecimentos que se especializam em um determinado prato, ou ingrediente, e elaboram todo o cardápio, e até mesmo todo o negócio em torno do tema escolhido.

Na Inglaterra, dois irmãos amantes de cereais seguiram esta onda, e decidiram investir na ideia de construir um café só de cereais! O Cereal Killer foi inaugurado em 2014, pelos gêmeos Gary e Alan Keery, em Brick Lane. O local oferece mais de 120 tipos de cereais diferentes, 30 variedades de leite e 20 tipos de coberturas. Entre os cereais, há os bem populares e conhecidos por todos, e as raridades, feitas em edições limitadas. Nas opções de leites disponíveis, há o de amêndoa e o de soja, ótimos para os clientes intolerantes à lactose.

Imagem: Creative Commons

Outro diferencial do Cereal Killer é que ele não funciona apenas para o café da manhã, ele fica aberto até as oito horas da noite. A hora em que o cliente quiser comer cereais, e só chegar e escolher!

O café tem dois andares e emprega oito funcionários. O interior tem estilo retrô, com tijolos de alvenaria, móveis de fórmica no estilo dos anos 80 e 90, televisões vintage que passam vídeos de desenhos animados antigos, além de música também das décadas de 80 e 90. Entre a decoração, há várias caixas de cereais, e garrafas de leite vintage.

A seguir, um vídeo apresentando o café, seu conceito e os irmãos criadores do negócio:



              Quero Rodar o Mundo
                Wikipedia

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

"Hambúrguer de caju" é desenvolvido com fibras que antes eram descartadas


Hambúrguer de beterraba, coxinha de jaca e ovos feitos com microalgas são apenas algumas das delícias veganas que já mostramos aqui no EcoD. Mas e que tal um hambúrguer de caju?


As fibras do caju são geralmente descartadas nas fábricas de suco, mas a Embrapa Agroindústria Tropical no Ceará desenvolveu uma maneira de reutilizá-las: criando duas formulações de hambúrguer cujo principal ingrediente é exatamente essas fibras.

Foto: Ana Elisa Sidrin
A primeira receita criada busca a produção industrial, sendo misturada com proteína de soja, além de outros ingredientes, e requer equipamentos industriais.

Já a outra tem como base proteica o feijão-caupi (também conhecido como feijão-de-corda) e foi planejada para a produção doméstica, com o objetivo de oferecer uma alternativa de renda a agricultores familiares.

Mudanças no produto

"Percebemos que existiam alguns problemas, que o pessoal reclamava que era muito fibroso, de difícil digestão e o sabor não era lá muito bom. Resolvemos fazer algumas misturas com outros produtos para aumentar o teor de proteínas e melhorar a questão sensorial", explica Janice Lima, pesquisadora da Embrapa, em entrevista à Tribuna do Ceará.

“Usamos tanto a massa de feijão – semelhante a massa do acarajé -, quanto a proteína isolada de soja. Um pensando em uma produção mais caseira e o outro pensando numa produção mais industrial”, completa.

O hambúrguer de caju tem apenas metade das calorias do seu similar de carne bovina e pode ser uma boa alternativa para compor dietas com restrição ao consumo de proteína animal.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O futuro do seu restaurante

A redução do desperdício, aliada ao uso da tecnologia, diminui custos e causa impactos ambientais positivos para os negócios do setor.


Imagem: Creative Commons

A preocupação com as questões socioambientais na oferta dos mais diversos tipos de serviços e produtos tornou-se um requisito de mercado. E isso não é diferente no setor de alimentação fora do lar

Pequenos negócios como restaurantes, food trucks, padarias, bares e franquias de fast food, pizzarias, vendedores de cachorro-quente, churrasquinhos, doces e frutas, podem incorporar, em seus produtos e serviços, práticas de gestão ambiental. 

As empresas que adotam práticas de sustentabilidade têm seus custos reduzidos porque:
  • Consomem menos água e energia.
  • Utilizam menos matéria-prima e geram menos resíduos, pela otimização do processo.
  • Reutilizam, reciclam ou vendem resíduos, quando possível.

Além de diminuir gastos, ao adotar essas práticas, as empresas posicionam seus negócios num contexto de mercado mais moderno e competitivo. Assim, seus ganhos ocorrem em duas vertentes: a dos ganhos econômicos e a dos ganhos ambientais.

Ou seja, com a incorporação de práticas sustentáveis aliadas ao uso da tecnologia, seu negócio ganha em produtividade e eficiência, reduzindo custos.

Redução do desperdício:

Da redução de desperdício de alimentos às melhorias no processo de limpeza do local, passando pela redução do consumo de energia, há muito o que pode ser feito para estruturar a sustentabilidade no empreendimento.

Uma das formas mais efetivas é usar os conceitos dos três R’s: redução, reutilização e reciclagem. 

Confira abaixo algumas orientações sobre como proceder nessas áreas.

Em alimentos e matérias-primas:
  • Evite oferecer mais de três tipos de alimentos como prato principal. Mais que isso as chances de sobras são muito grandes.
  • Planeje as compras dos alimentos privilegiando produtores locais, com um cardápio pré-definido que aproveite todos os insumos comprados e armazene os alimentos de forma adequada e organizada.
  • Invista em tecnologias de preparo que reduzam gastos. O uso de uma fritadeira elétrica, por exemplo, reduz o consumo de óleo em até 60%.
  • Reduza o desperdício de produtos de limpeza.
Em energia:
  • Reduza o consumo com o ar condicionado. Utilize modelos adequados para seu espaço e evite a instalação de condensadores em locais que recebam a luz solar.
  • Invista em equipamentos com o selo Procel de eficiência energética.
  • Otimize o uso de fornos e fogões.
  • Evite a iluminação em excesso.
  • Não sobrecarregue as instalações elétricas. 

Em consumo de água:

Imagem: Creative Commons

  • Verifique a existência de vazamentos na sua empresa.
  • Evite enxagues desnecessários na hora da limpeza.
  • Adote equipamentos e tecnologias que economizam água, como torneiras com arejadores, acionamento eletrônico ou temporizador por pressão.
  • Faça a manutenção periódica dos equipamentos que utilizam água.
  • Envolva todos os colaboradores para estimular a redução do uso de água. 
Em gestão de resíduos:
  •  Aproveite os alimentos e insumos em sua totalidade, como os talos de algumas verduras ou cascas de frutas. Não esqueça de ter como base os requisitos de higiene e segurança alimentar da Anvisa, na RDC 216.
  • Prefira embalagens ecológicas, retornáveis, econômicas, a granel ou em refil para produtos não químicos.
  • Ofereça alguma espécie de reconhecimento para os funcionários que não desperdiçam e destinam corretamente os resíduos.
  • Reuse, recicle, use materiais reciclados, incentive e promova a coleta seletiva.
  • Sensibilize os profissionais que atuam na sua empresa quanto ao tema.
Além da redução do desperdício para aumentar os lucros, o pequeno negócio da alimentação fora do lar pode investir no uso de tecnologia para tornar-se mais eficiente e lucrativo.

Desde o uso de termômetros inteligentes na cozinha, até a adoção de dispensers para aplicação de molhos e recheios ou de máquinas para abrir e fechar as massas, existem hoje no mercado diversas maneiras de evitar desperdícios e aperfeiçoar a produção.

As novidades tecnológicas para o setor se dividem em duas grandes vertentes. A primeira é a gestão interna da empresa, incluindo:
  • A gestão de reservas e de delivery.
  • A integração dos sistemas de Costumer Relationship Service (CRM) - tecnologias de gestão que oferecem as informações para que a empresa possa se focar em atender as necessidades dos clientes.
  • E até mesmo o aumento da eficiência energética. 
Em uma outra frente, as tecnologias avançam também no apoio à comercialização e à divulgação das empresas.

Internet e mobilidade:

Um caminho para as empresas que trabalham com delivery, por exemplo, é adotar o atendimento de pedidos pela internet. Cada vez mais restaurantes e lanchonetes estão aderindo aos aplicativos de celular, como Apetitar, iFood e Pedidos Já, como forma de agilizar o atendimento e oferecer mais uma opção de serviço ao cliente.

Os apps são ferramentas relativamente baratas e que podem trazer inovação não só na parte de delivery, mas também com reservas online, opiniões e avaliações, serviço de descontos, etc.

Outra fonte de divulgação com baixíssimo custo e alto índice de eficiência para o empresário são os sites e as redes sociais. Ao buscar um local para comer fora de casa, o consumidor muitas vezes busca essas informações pela internet. 

Dessa forma, é importante lembrar que, para estar à frente da concorrência, seu negócio precisa estar bem rankeado nos sistemas de busca, seja com um site bem feito ou com páginas e perfis atualizados nas redes sociais. Só assim ele irá se destacar para o consumidor na hora da busca. 

Utilizar a internet como fonte de consulta habitual sobre assuntos relativos ao setor do seu empreendimento é o caminho para descobrir o rumo à eficiência, à inovação e ao maior faturamento.


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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Restaurante holandês não tem cozinha!

Pode parecer estranho, mas é verdade! Um restaurante à beira-mar, no bairro de IJburg, em Amsterdã, na Holanda, ofereceu refeições para os seus clientes sem ter uma cozinha.

O IJburg Serveert é um restaurante pop-up que funcionou durante três dias, e ocupou um espaço em desuso no distrito, com o objetivo de reforçar a capacidade da economia do local, além de sua cultura, e é claro, das habilidades culinárias da população do distrito. O evento aconteceu no último mês, e ao invés de contar com chef de cozinha, foram recrutadas pessoas do bairro que tem como hobbie a culinária, para preparar os pratos oferecidos no restaurante. 

Imagem: Facebook IJburg Serveert

Os cozinheiros locais fizeram as refeições em suas próprias casas, e depois de prontas, foram entregues ao restaurante pop-up através de ciclistas do serviço de delivery Tring Tring. E os clientes puderam escolher pratos das cozinhas da Índia, Indonésia, da Itália, sem glúten, entre outras. IJburg tem uma grande comunidade de pessoas que cozinham por passatempo, muitos inclusive compartilham suas habilidades culinárias em sites como o shareyourmeal.

Imagem: Facebook IJburg Serveert

O projeto visou explorar novas maneiras de utilizar espaços em desuso na ilha de IJburg, além de experimentar uma nova forma de oferecer refeições sustentáveis e livres de resíduos, com a colaboração da população local.

Fontes: Disque9
               PSFK
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Comissão obriga bares e restaurantes a oferecer água potável gratuita a clientes

Relator acatou sugestão da ONG Instituto Cuidar Jovem, de Porto Alegre

Imagem: Morguefile

A Comissão de Legislação Participativa aprovou proposta que obriga boates, shoppings, cinemas e parques temáticos a disponibilizar para seus clientes bebedouros públicos com água gelada. O texto aprovado partiu de sugestão (SUG 17/95) do Instituto Cuidar Jovem, organização não-governamental de Porto Alegre, acatado pelo relator na CLP, deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP).

De acordo com a proposta, que tem o objetivo de preservar a saúde dos frequentadores desses lugares, o estabelecimento que se negar a fornecer água potável fica sujeito a penas por infração ao direito do consumidor, que variam de multa a cassação da licença de funcionamento.

O relator foi favorável á proposta já que, em sua opinião, não vai causar polêmica entre donos de bares e casas noturnas. “Isso porque o comerciante hoje já está entendendo que a saúde do cliente é importante para ele. Por isso um copo d'água não vai matar ninguém e vai salvar muitas vidas”, pondera Marquezelli.

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel), no entanto, é contrária à medida e ingressou na justiça contra lei estadual semelhante. O advogado da instituição, Diego Andrade, disse que a proposta fere o princípio da livre atividade econômica.

"Essa lei fere os princípios da ordem econômica, pois ela tenta impor à atividade empresarial o dever de oferecer um bem econômico, que é a água, como se ele fosse livre, ilimitado e gratuito. O comércio da água potável faz parte da atividade empresarial, de bares e restaurantes, principalmente de casas noturnas."

Tramitação
Aprovada pela CLP, a sugestão passará a tramitar como um projeto de lei, que ainda será numerado e distribuído para análise das comissões técnicas da Câmara.

Íntegra da proposta:

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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Comissão aprova cartazes em restaurantes sobre manobra de desobstrução de vias respiratórias

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga restaurantes e lanchonetes de todo o País a afixarem cartazes que ensinem os frequentadores a empregar a “manobra de Heimlich”, utilizada para desobstruir vias respiratórias.

A medida está prevista no Projeto de Lei 337/15, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB). O autor sustenta que é frequente a ocorrência de asfixia por aspiração de alimentos durante as refeições, razão pela qual ele considera importante dar publicidade à manobra de Heimlich.


Manobra de Heimlich via Wikimedia
O parecer da deputada Conceição Sampaio (PP-AM) foi favorável à proposta, com emenda prevendo penalidade para quem descumprir a obrigação. Pela emenda, a inobservância da medida sujeita o infrator às sanções administrativas previstas na Lei 6.437/77, além de poder ser punido civil e penalmente, se for o caso. 

As sanções da lei vão desde advertência e multa até suspensão de vendas de produto e cancelamento de autorização para funcionamento de empresa.

Manobra
Descrita pela primeira vez pelo médico norte-americano Henry Heimlich, em 1974, a manobra que leva seu nome consiste em exercer pressão sobre o diafragma, causando pressão expulsiva muito eficaz nas vias respiratórias.

Tramitação
O projeto ainda será analisado conclusivamente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Restaurante futurista dispensa funcionários

Em uma época onde vivemos em um mundo high-tech, preocupados com alimentação saudável, sempre apressados, e visando reduzir cada vez mais os custos, um restaurante em São Francisco, nos EUA, parece ter encontrado uma fórmula para alcançar o sucesso.

O nome do restaurante é Eatsa, e em seu menu há apenas opções saudáveis de pratos, todos com quinoa. Lá nunca tem fila no caixa, pois tudo funciona com auto-atendimento, feito através de iPads.

Imagem: YouTube

Todo o restaurante foi projetado em torno da tecnologia, e sendo assim, substitui os atendentes, garçons e caixas pelo sistema em que o cliente faz tudo sozinho. No salão, ficam apenas um ou dois funcionários que oferecem suporte técnico, e orientam os clientes em como fazer o pedido. Na cozinha, há uma equipe que prepara os pratos, que depois são colocados em pequenos cubículos para os clientes retirá-los.

O cliente pode optar pelos pratos que estão dispostos no menu, ou montar um de seu próprio gosto. Ele paga com cartão e pode receber através de e-mail, um aviso de que o seu prato ficou pronto.

Cada cubículo que recebe um pedido pronto, indica em uma tela o nome do cliente que o fez. 

Veja no vídeo como funciona o sistema:


Fontes: Eatsa
              Disque9
               Tech Crunch
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Lanchonete faz delivery utilizando paraquedas

Muitas vezes, oferecer um produto de excelente qualidade não é o suficiente para se sobressair no mercado, quando você tem muitos concorrentes que oferecem produtos similares ao do seu negócio. E o que fazer em uma situação destas?

No ramo da alimentação fora do lar, este dilema é bem comum, não é mesmo? Que diferencial você pode oferecer para se destacar no mercado? 

Na Austrália, três empreendedores encontraram um diferencial bem criativo para fazer as entregas de seus sanduíches de queijo feitos na sanduicheira, e conseguiram se destacar. Conhecidos como jaffles, os sanduíches são entregues através de paraquedas, pela empresa Jafflechute, aos seus clientes. Os lanches são colocados em pequenos paraquedas, e atirados pela janela do quinto andar de um prédio em Melbourne, onde está localizada a Jafflechute.

Imagem: Jafflechute

Os clientes fazem o pedido pelo site do restaurante, e realizam o pagamento via PayPal. No cardápio há apenas duas opções do jaffle: queijo e tomate, ou queijo e presunto. Depois disso, esperam embaixo do prédio, aguardando sua vez perto de um grande ‘x’ marcado na calçada. Quando o pedido fica pronto, gritam de lá de cima o nome da pessoa a quem pertence o lanche, e o jogam pela janela.

Imagem: Twitter Jafflechute

Além de ser diferente e divertido, o modelo é muito mais econômico, pois dispensa loja física, e o sistema de delivery é bem simplificado.

Confira no vídeo como funciona o delivery da lanchonete:


Fontes: Hypeness
                Época Negócios
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Especialistas querem mudança em lei para tornar gastronomia referência turística no País

Na última semana de setembro, quando se comemora a Semana do Turismo, parlamentares vão votar propostas ligadas ao setor.

Imagem: Morguefile

Participantes de audiência pública promovida pela Comissão de Turismo da Câmara defenderam, na quarta-feira, dia 2, mudanças nas leis trabalhistas para que o setor gastronômico brasileiro possa evoluir ainda mais e se tornar uma das principais referências turísticas do País.

Na opinião do secretário de Turismo do Distrito Federal, Jaime Recena, o Brasil está atrasado em comparação a outros países quando o assunto é o regime de trabalho intermitente. Nessa modalidade, o contratado trabalha por hora em jornada móvel, ou seja, em horas e períodos que melhor atendam às necessidades do trabalhador e da empresa.

Tramitam, na Câmara, projetos (3785/12 - 6363/05) nesse sentido, o que traria grandes benefícios ao setor gastronômico, pois bares, restaurantes e hotéis apresentam demandas que podem variar de acordo com a época ou com a realização de algum evento extraordinário, como foi a Copa do Mundo de 2014 e como serão as Olímpiadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Regulamentação da gorjeta: 
O presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, enxerga outro vácuo na legislação brasileira: a falta de regulamentação da gorjeta dada aos trabalhadores de bares e restaurantes.

O Senado Federal aprovou recentemente um texto substitutivo a projeto da Câmara que obriga os estabelecimentos a incluir no pagamento de funcionários os valores adicionais pagos por clientes. Como o Senado fez algumas mudanças no texto, a matéria vai retornar à Câmara para nova votação.

Para Alexandre Sampaio, a aprovação do projeto pode trazer vários benefícios para o setor de bares, restaurantes e hotéis do Brasil.

Hoje a composição salarial daqueles que trabalham em bares, restaurantes e hotéis se dá num processo híbrido, ou seja, eles recebem um salário fixo mais uma comissão daquilo que os clientes voluntariamente agregam a este pagamento, num valor de 10% ou 12% do total da conta. “Esse processo não está em lei, ele é até mencionado na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), mas não está regulamentado. Isso significa que esse pagamento é baseado na prática das convenções salariais acordadas com os sindicatos laborais e patronais. Porém, em última análise, esses acordos não são reconhecidos pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), o que gera grandes passivos trabalhistas e grandes ações e autuações que causam e podem causar a quebra de diversas empresas no Brasil".

Semana do Turismo: 
Para o deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL), aprovações de propostas para o setor são necessárias e podem ajudar o Brasil a sair da crise econômica. "Nesse mês estaremos concentrados na Semana do Turismo, que acontecerá na última semana de setembro, para que nós possamos colocar em prioridade os principais projetos ligados ao turismo. Isso já está acordado com o presidente da Casa e poderá ajudar o País a sair da crise".

No próximo dia 23, a Comissão de Turismo volta a se reunir para a realização de um seminário que vai discutir o fomento do turismo como oportunidade de desenvolvimento para o País.

O evento será organizado em parceria com a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, como parte das comemorações do Dia Mundial do Turismo, celebrado em 27 de setembro.

Íntegra da proposta: 

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Cupom fiscal eletrônico vai substituir o ECF em todas as empresas do estado de São Paulo

Legislação que obriga a emissão de Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e SAT) já está em vigor no Estado de São Paulo, e a maioria dos contribuintes ainda precisam se adaptar. Saiba o que é necessário para regularizar seu estabelecimento e evitar multas.


Vários estabelecimentos no estado de São Paulo já começaram a emitir o Cupom Fiscal Eletrônico em conformidade com a Portaria CAT 147, de 05/11/2012 da SEFAZ-SP, que instituiu a obrigatoriedade da emissão do CF-e por meio do Sistema de Autenticação e Transmissão (SAT). De acordo com a legislação paulista, o ECF (Emissor de Cupom Fiscal) está com os dias contados, já que todos contribuintes do estado de São Paulo tem o prazo de 5 anos (desde a lacração inicial) para a substituição do ECF pelo SAT. O equipamento SAT realiza a validação e a transmissão dos cupons fiscais gerados no estabelecimento do contribuinte diretamente para a Secretaria da Fazenda, possibilitando que o fisco tenho acesso aos dados de forma integrada e online. 

O Extrato do CF-e, impresso no momento da venda para o consumidor, contém o QrCode que é um código de barras bidimensional capaz de armazenar mais dados do que o código de barras comum disponível na maioria dos produtos. O QrCode impresso no Extrato do Cupom Fiscal Eletrônico armazena a chave de acesso para consulta do CF-e pelo consumidor através do aplicativo da SEFAZ “De Olho na Nota”, que pode ser baixado gratuitamente em dispositivos com Android pela Play Store ou dispositivos com iOS pela App Store. Essa modernização no controle tributário é um grande avanço tecnológico e representa também um aumento na capacidade de fiscalização do governo, já que todas as vendas realizadas pelo equipamento SAT serão enviadas automaticamente para a SEFAZ.

Muitos comerciantes já estão se adaptando, no entanto muitos ainda encontram dificuldades na implantação do sistema, já que é necessário adquirir um equipamento SAT que custa aproximadamente R$ 1.200,00 e também uma impressora não fiscal no valor aproximado de R$ 700,00. O empresário também precisa atualizar ou adquirir um software que faça o gerenciamento e a impressão dos cupons fiscais eletrônicos e a comunicação com o SAT. Existem várias soluções no mercado e o ideal é encontrar um sistema que seja específico para o seu negócio. Um software específico pode conter funções e recursos que melhor se adequam ao seu segmento, facilitando a implantação e o uso do sistema, bem como o treinamento dos usuários. Um bom exemplo disso é o software Datacaixa, destinado a restaurantes, lanchonetes, bares, padarias e estabelecimentos nesse segmento. O sistema é simples e prático de usar, pode ser baixado gratuitamente no site www.datacaixa.com.br e a licença tem investimento bastante acessível, a partir de R$ 99,00.

O ideal é estar preparado o quanto antes para evitar imprevistos e possíveis multas devido a não emissão do Cupom Fiscal Eletrônico, que podem facilmente custar mais de R$ 5.000,00. Em tempos em que o governo busca aumentar a arrecadação o melhor é se prevenir e antecipar a implantação do CF-e SAT em seu estabelecimento.

Via Dino
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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Espaguete em cone? Restaurante lança esta moda

Hoje em dia, devido ao nosso estilo de vida sempre apressado, frequentemente as pessoas não tem tempo nem para sentar e fazer a sua refeição com calma. Pedir um lanche para viagem, e comer andando é uma característica deste nosso estilo de vida acelerado. Assim, as tendências dos food trucks e deliveries gourmet se tornam cada vez mais comuns. 

Pensando neste público, o restaurante Spaghetti Incident, localizado em New York desenvolveu uma embalagem inovadora feita especialmente para os clientes saírem comendo a macarronada, sem a necessidade de sentar. O estabelecimento ficou conhecido por servir as suas massas em cones para a conveniência dos clientes. 

Imagem: Facebook Spaghett Incident

A criação foi do empresário italiano, Emanuele Attila, um dos sócios do restaurante. A ideia foi inspirada em uma tradição típica da região da Romagna, localizada na costa do Adriático. Attala diz "Eu lembro de ter visto imagens de pessoas andando ao lungomare [calçadão] com um cone de papel enrolado em suas mãos. Naquela época, a Itália era pobre, e a maior parte da comida era comida de rua servida em cones de papel: frituras, massas, frutas, doces. O papel foi chamado "carta oleata" porque foi encerado e não deixa a oleosidade do molho passar."

Trabalhando neste conceito, juntamente com seus sócios Ettore Pardossi e Giovanni Gentile, o restaurante nasceu: Uma casa especializada em espaguete, que oferece diversas opções de molhos, como matriciana, carbonara, Kale Pesto, que é uma reinterpretação do molho pesto genovês, entre outras, e todas podem ser servidas em um cone!

O preço de cada cone varia entre US$ 9,00 e 12,00.

Fontes: Food beast
              Village voice
               Swide
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Câmara aprova pagamento de gorjeta via cartão de crédito

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, na terça-feira (19), proposta que obriga as operadoras de cartão de crédito ou débito a disponibilizar aos clientes de bares, restaurantes e hotéis fatura específica para gorjeta. O objetivo é permitir aos clientes dar gorjeta também pelo cartão de crédito.

Imagem: Morguefile

A medida está prevista no Projeto de Lei 6787/10, do deputado Glauber Braga (PSB-RJ), e recebeu parecer favorável do relator na CCJ, deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS). A análise na comissão restringiu-se aos aspectos jurídicos, constitucionais e de técnica legislativa da matéria.

Por tramitar em caráter conclusivo, o texto seguirá para análise do Senado, a menos que haja recurso para que seja votado também pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

Moeda eletrônica:

Ao apresentar o projeto, o deputado Glauber Braga argumentou que a moeda eletrônica vem se impondo, com tendências mesmo de substituir o papel moeda. Em razão disso, seria justo, segundo ele, facilitar a vida do cliente ao permitir a ele dar gorjeta pelo cartão.

“Além disso, existindo a fatura própria, ficará mais fácil o controle dos trabalhadores ao que realmente lhes cabe”, afirmou o deputado na justificativa da matéria.

Pela proposta, as operadoras terão seis meses após a publicação da lei para se adequar à nova norma.

Íntegra da proposta:
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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Pizza servida dentro de um abacaxi!

Geralmente não compartilhamos receitas aqui no blog Tudo Para o Restaurante, mas esta chamou nossa atenção e pode ser uma boa opção para quem procura novidades para inserir no cardápio.

A "Hawaiian Pizza Dip", traduzindo algo como mergulho na pizza havaiana, é uma pizza que não desperdiça nenhuma parte do abacaxi, pois ela é assada diretamente na fruta. 

Imagem: YouTube

O site Food Beast, criador da receita, ensina no vídeo a seguir como preparar a "pizza". Primeiro a fruta é cavocada, e uma mistura de leite, cream cheese, mussarela, parmesão é colocada dentro. Por cima vai o molho de tomate, os pedaços de abacaxi, presunto e queijo ralado. Confira!


Servida com uma colher sobre as torradinhas, parece ficar uma delícia!

Fonte:Food Beast
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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Empreendedora explora o setor de alimentação e fitness

Em Mossoró, indústria de alimentos funcionais aproveita o crescimento desse setor e já pensa em expansão


Imagem: Fred Veras - Agência Sebrae
A preocupação com a saúde e o envelhecimento da população têm provocado a busca por alimentos saudáveis e esse tipo de produto ganhou mais espaço na mesa dos brasileiros, tanto nos grandes centros como no interior. Essa tendência é revelada em pesquisas, que apontam o Brasil como líder de crescimento desse segmento na América Latina, com faturamento de US$ 45 bilhões no mercado de produtos especiais e funcionais. Atentos a essa oportunidade, empresários do interior do Rio Grande do Norte apostam nesse segmento e lucram oferecendo saúde a clientes.

Nos últimos cinco anos, esse mercado apresentou aumento de vendas em 98%, enquanto o comércio de alimentos e bebidas tradicionais cresceu 67% no mesmo período, de acordo com pesquisa da consultoria Euromonitor. No estado, o número de negócios que oferecem serviços e produtos nessa linha também tem aumentado para atender à demanda dos consumidores. É o que aponta a consultora do Sebrae no Rio Grande do Norte, Marta de Oliveira Carvalho. “De janeiro de 2014 a junho de 2015, mais de 20% das empresas de alimentação que atendi estão nesse segmento de alimentação funcional. E outras já planejam ampliar seu mix de produtos inserindo alimentos com essa característica”, comenta.

Foi o relato dos pacientes sobre a dificuldade de encontrar e produzir uma alimentação que trouxesse benefícios à saúde que levou a nutricionista Kamila Melo a montar a Revigore, em Mossoró, uma indústria de alimentos funcionais. Além de fabricar, a empresa também funciona como restaurante, onde comercializa os alimentos já preparados. “A Revigore surgiu da vontade de fornecer a alimentação correta para os meus pacientes e assim ter respostas positivas no tratamento”, justifica Kamila.

A empresa completou um ano de funcionamento em junho e comercializa no self service funcional 50 refeições por dia com diversas opções de integrais, saladas, cortes magros de carne e peixe, além de sobremesas nas versões diet, light, sem glúten e sem lactose. Para os que não abrem mão da refeição em casa, a empresa oferece a opção de pacotes semanais que incluem almoço e jantar. Além disso, comercializa todos os produtos embalados a vácuo, para que os clientes mantenham a dieta onde quer que estejam. “O Sebrae foi essencial em todo o meu crescimento empresarial, não consigo imaginar meu negocio e toda sua organização sem a assessoria que recebi”, comenta a empresária, que já anuncia planos de comercializar seus produtos em redes de supermercados e de abrir filiais do negócio.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Rede de fast-food cria balde de frango que imprime fotos

Imagem: YouTube

A famosa franquia de fast-food KFC está completando 60 anos de operação no Canadá. E para celebrar a data, a rede transformou seu tradicional balde de frango frito em uma máquina capaz de imprimir fotos Polaroid, chamada ‘Memories Bucket’. Para imprimir, basta selecionar uma foto do smartphone e conectar ao balde via Bluetooth. Ainda não se sabe, no entanto, se o ‘balde tech’ será colocado à venda. 

Confira no vídeo como funciona:



Não é a primeira vez que a empresa se aventura no universo hightech. A rede já havia lançado as bandejas com teclado wireless, como apresentamos no post Rede de fast-food substitui tradicional papel em bandejas por teclado wireless.

Fontes: Adnews
              Blue Bus
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terça-feira, 28 de julho de 2015

Senado pode votar projeto que obriga restaurante a ter cardápio em braille

Está pronto para a votação no Plenário do Senado projeto de lei da Câmara que obriga restaurantes, bares e lanchonetes a ter disponíveis cardápios em braille. O sistema, também chamado de anagliptografia, foi inventado pelo francês Louis Braille (1809-1852) e permite aos cegos ler utilizando o tato. Se for aprovado sem mudanças, o texto segue para a sanção.

O projeto (PLC 48/2011) já havia sido aprovado, em decisão terminativa, pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) em 2013, mas um recurso apresentado por vários senadores levou o texto ao exame do Plenário. Depois, um novo requerimento fez com que a proposta fosse analisada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde foi aprovada em maio de 2015.

Imagem: Marcos Oliveira/ Agência Senado

No recurso para votação em Plenário, os autores argumentaram que o projeto é inexequível, porque "lanchonetes e similares de pequeno e médio porte ficam sujeitas a penalidades desproporcionais aos benefícios" da medida.

Para quem não respeitar a exigência do cardápio em braille, o texto determina a aplicação de multa de R$100,00, reajustada com base no índice de correção dos tributos federais. Além disso, a cada reincidência será cobrado o dobro da multa anterior.

A autora do texto é a deputada Luiza Erundina (PSB-SP). Ela lembrou que a Constituição garante a todos o direito à informação e, para que o acesso universal seja possível, “é necessário legislar sobre questões simples e ao mesmo tempo tão fundamentais para a vida diária das pessoas com deficiência”.

O senador Waldemir Moka (PMDB-MS), que relatou o texto na CAE, concorda com o argumento da autora. Para ele, a questão deve ser colocada em termos mais amplos do que sob a ótica do impacto nos custos dos estabelecimentos. O senador lembrou ainda que existem várias leis de âmbito municipal ou estadual que já preveem a obrigatoriedade de cardápios em braille.

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terça-feira, 21 de julho de 2015

Restaurante usa marketing para divulgação de vaga de trabalho

Hoje em dia, alguns restaurantes não usam a criatividade apenas na hora de divulgar o estabelecimento para os clientes... Já tem gente contratando agência de publicidade para divulgar vagas de emprego em aberto, acredita?

O objetivo do restaurante Binnen, localizado em Breda, na Holanda, era o de preencher uma vaga para lavador de louças. Então, juntamente com a agência Lowedraftfcb, eles lançaram uma campanha bem criativa. Copos de cerveja e taças de vinho foram adesivados com uma marca de batom vermelho, e a mensagem: "O restaurante Binnen está à procura de lavador de louças". Como resposta, o restaurante obteve boas reações da parte dos clientes e de possíveis candidatos para a função. Tanto que, na mesma semana, um novo funcionário foi contratado para a vaga em aberto.

Imagem: Bayardad
Fontes: JobMob
             Bayardad


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terça-feira, 14 de julho de 2015

Festas juninas aquecem comércio de alimentos no Espírito Santo

As comidas típicas das tradicionais festas juninas não enchem apenas os olhos, mas também os bolsos de empresários do estado


Imagem: Morguefile

Embalados pelas quadrilhas, os meses de junho e julho costumam garantir bons negócios para microempreendedores individuais (MEI) e empresários que atuam na área de alimentos. Nas feirinhas, padarias, lanchonetes e mercados, as comidas e os quitutes típicos das festas de São João trazem perspectiva de melhora nas vendas.

Segundo Luiz Azevedo de Almeida, presidente do Sindipães, as padarias costumam lucrar mais no período. “Quando se faz um trabalho específico, voltado para produtos de festa junina, tem-se de 5% a 10% de aumento ao mês no faturamento”. 

O proprietário da padaria Ledut, Ricardo Augusto Pinto, aproveita o momento para tematizar o ambiente e atrair o consumidor com um mix de produtos diferenciados. “Considero esta a melhor época sazonal do ano, pois as festas abrangem junho e julho, totalizando um período de 60 dias que coincidem com as temperaturas mais baixas. Focamos na venda de caldos, canjicas, pamonhas e outros produtos típicos, alcançando um aumento de cerca de 8% nas vendas”, conta.

Segundo o diretor-técnico do Sebrae no Espírito Santo, Benildo Denadai, é importante que o empreendedor adeque seus produtos e serviços para períodos típicos, de forma geral. “Isso demonstra a capacidade do empreendedor de adequação e inovação, com foco nas expectativas dos clientes. Quem consegue se antecipar aumenta suas chances de melhorar as vendas e a margem de lucro”.

Tradicionalmente, os pratos típicos das festas juninas eram feitos em função das boas colheitas na safra de milho, daí o fato de muitos deles serem à base desse ingrediente. Bolos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica são alguns dos quitutes elaborados a partir do cereal. O costume de se celebrar o período veio de Portugal, onde as festas, conhecidas pelo nome de Santos Populares, correspondem a feriados municipais. Fontes:www.brasilescola.com; www.cebrac.com.br

Mais informações:
Karla Fonseca
(27) 3041.5613
es@asn.com.br

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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Comissão aprova obrigatoriedade de fornecimento de canudos embalados

Imagem: Morguefile

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (1), o Projeto de Lei 673/07, que obriga os bares, restaurantes, lanchonetes, casas de shows e vendedores ambulantes a fornecer canudos hermeticamente embalados.

Conforme o projeto, do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), o descumprimento da medida sujeitará a multa de R$ 5 mil, que pode ser dobrada em caso de reincidência. O valor da multa será atualizado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Relator no colegiado, o deputado Misael Varella (DEM-MG) concordou que a ideia garante condições de higiene aos consumidores.

“Esses materiais, quando guardados e dispensados sem proteção individual, podem ser repositório de bactérias, vírus e fungos patogênicos, com consequências imprevisíveis em casos de epidemias”, argumentou o parlamentar.

Tramitação
O projeto, já aprovado em versão diferente na Comissão de Defesa do Consumidor, ainda será analisado, de forma conclusiva, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Rede de fast food cria embalagem especial para ciclistas

Na onda das ciclofaixas e ciclovias, a gigante rede de fast food McDonald´s, sempre atenta as novas tendências, percebeu que o mercado biker pode ser muito lucrativo. E de olho neste filão, está lançando uma nova caixinha para viagem feita especialmente para os ciclistas.

Desenhada pela agência de publicidade Tribal, de Buenos Aires, na Argentina, a novidade traz recipientes inteligentes para as viagens sobre duas rodas, feitos de papelão reciclável. A embalagem deve ser pendurada no guidão, e acomoda a refeição completa: sanduíche, batata frita e refrigerante. Cada um no seu lugar, sem cair ou desmontar. Tudo de forma prática e segura! Nos locais onde essa embalagem está disponível, o ciclista pode passar no drive-thru e pegar a sua comida, como se estivesse em um carro.

Além da capital da Argentina, o McBike também está sendo introduzido em Copenhague, na Dinamarca, e Medellín, na Colômbia. Outras cidades amigas da bicicleta, como Amsterdã e Tóquio, devem ser as próximas a aderirem a novidade. Ainda não há previsão para a chegada ao Brasil.


Fontes: Hypescience
               Bike é legal
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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Mini-chef em 3D prepara pratos na frente dos clientes

Um restaurante na Bélgica utilizou-se da animação em 3D para interagir com os seus clientes de uma maneira inovadora e divertida. A ação que se chama “Le Petit Chef” consiste em uma técnica que mistura animação em 3D e motion Capture, dando vida a um mini-chef, que prepara os pratos dos clientes na frente deles, sobre a mesa do restaurante. 

Através de uma projeção, o minúsculo chefe sai de um bueiro que se abre na mesa, e transforma os pratos dos clientes em  grelhas, e lá ele corta um talo de brócolis, joga batatas e cenouras na grelha, além de enfrentar uma mosca chata, que fica voando em volta, tentando atrapalhá-lo.

Imagem: Youtube

A criação e produção são de Antoon Verbeeck e Filip Sterckx, da Skullmapping.

Confira o projeto, no vídeo a seguir:


Fontes: Update or Die
               PSFK
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terça-feira, 23 de junho de 2015

Caixas de pizza da Pizza Hut viram projetores de filme

A Pizza Hut está querendo criar uma nova tradição: unir a pizza com o cineminha! Para isso criou uma caixa de pizza desenvolvida especialmente para os cinéfilos: a Blockbuster Pizza Box. A novidade, que foi idealizada em conjunto com a Ogilvy & Mather HK, transforma a embalagem de pizza em um verdadeiro projetor de cinema, reproduzindo a imagem na parede.

Imagem: Vimeo

A ação que teve início em Hong Kong, entrega aos clientes que pedem a redonda pelo delivery, cinco versões diferentes de arte. E dentro, ao invés daquelas clássicas mesinhas brancas que seguram os pedaços, você encontra uma lente de projeção. E aí é só encaixar a lente em um buraco destacável, colocar o smartphone dentro da caixa seguindo as instruções e pronto. 

A Pizza Hut ainda coloca um código para o cliente acessar com o celular e assistir a alguns filmes curtos. A ideia criativa ajuda a marca a associar seu produto a um momento especial, de diversão e lazer para o consumidor

Certamente a reprodução da caixa em grande escala é inviável, mas as poucas unidades da iniciativa já servem para conseguir um grande retorno em boca a boca e mídia espontânea.

Entenda melhor como funciona a novidade, no vídeo a seguir:


Fontes: Tecmundo
              Comunicadores
              Exame
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terça-feira, 16 de junho de 2015

Restaurantes do Rio aderem ao Movimento Lixo Zero

O índice de reciclagem da cidade do Rio de Janeiro é de apenas 0,43%. E esse calculo sequer considera os chamados grandes geradores de lixo, que são pessoas físicas ou jurídicas que produzem mais de 120 litros de resíduos por dia. O Movimento Lixo Zero foi fundando no final de 2014, no Rio de Janeiro, com o objetivo de viabilizar a reciclagem entre esses grandes geradores, através de um sistema próprio de coleta seletiva, com encaminhamento dos resíduos às cooperativas de separação de material reciclável da cidade. 

Depois de um período de estruturação, no último mês de maio, o MLZ entrou em operação efetiva, e já conta com a adesão de vários estabelecimentos cariocas, como os restaurantes CT Brasserie, CT Boucherie, Olympe e Rede Lapamaki, dos quais foram contabilizados, neste período, cerca de 9 mil quilos de resíduos recicláveis. A rede Cafeína, Gula Gula, Bibi Sucos, La Carioca, Le Pain, Jojo Bistro e o Hotel Arena também se associaram e estão em vias de começar o processo de coleta. 

Imagem: Morguefile

“Nossa missão é viabilizar a reciclagem para supermercados, restaurantes, shopping centers e hotéis, e todos os estabelecimentos que geram grandes volumes de resíduos diariamente. Pelo sistema convencional, quem decide reciclar seus resíduos paga muito caro, pois os custos com transporte para a coleta seletiva chegam a dobrar. Nosso sistema veio justamente para tornar a reciclagem vantajosa em termos financeiros (além de ambientais), pois só assim conseguimos estimular essa atividade no setor privado. Basicamente, oferecemos um transporte personalizado e mais em conta, funcionando como uma ponte entre o estabelecimento associado e as cooperativas de material reciclável˜, explica Alfredo Piragibe, presidente do Instituto Lixo Zero. 

Ele frisa que um dos objetivos do MLZ é estimular a chamada economia do “lixo" (uma palavra que, aos poucos, está caindo em desuso). “Para nós não existe a palavra `lixo` ou `resíduo`. Os recicláveis são matéria-prima valiosa que alimenta uma cadeia produtiva próspera e gera emprego e renda para quem mais precisa", reforçou ele. 

Só no primeiro mês de coleta seletiva da rede de restaurante japonês Lapamaki, com unidades em Copacabana e Ipanema, foram removidos 3.600kg de recicláveis. “E esse montante corresponde a apenas 10% dos resíduos totais gerados pelo restaurante. Em média, 47% dos resíduos totais de um único gerador podem ser encaminhados para reciclagem. No caso do Lapamaki, o objetivo é chegar a 30% nos próximos 60 dias”, estimou Piragibe. Os estabelecimentos que conseguirem atingir a meta dos 30% serão identificados com o selo Lixo Zero. 

Segundo o presidente, todo associado será informado a respeito do quanto de seus resíduos foram efetivamente reciclados e o quanto foi convertido em renda para as cooperativas e mitigação dos impactos ambientais. Neste cenário, no primeiro mês de coleta, o Lapamaki, além de economizar com transporte, gerou cerca de R$ 540,00 para a cooperativa que recebeu seu material. "Ainda iremos realizar uma gravimetria dos resíduos para avaliar a questão dos impactos”, explicou Piragibe.

A meta do MLX é chegar ao final de 2015 com a adesão de pelo menos 100 estabelecimentos.

Conheça mais do Movimento Lixo Zero 

Além de oferecer serviços de transporte que buscam os resíduos reciclados diariamente, a custos mais acessíveis, o MLZ atua com dois outros braços principais: oferece treinamento aos funcionários dos estabelecimentos associados; e atua junto às cooperativas de material reciclável, prestando auxilio para a regularização e legalização desses organismos. 

Treinamento 

Assim que aderem ao movimento, os associados recebem treinamento, para que os funcionários aprendam a fazer a coleta seletiva. “Nesse workshop, ensinamos não só a identificar o material reciclável, como a limpá-lo, não contaminá-lo, e damos dicas de compactação do montante gerado, no próprio local. A reorganização dos resíduos descartados é fundamental para reduzir os custos com o descarte, que é medido pelo volume”, explica Fred Neumann, ministrante do curso de capacitação, ressaltando que trata-se de um processo continuo. “Depois de finalizar o workshop, mantemos o acompanhamento sobre a coleta e a destinação final do que é descartado”, esclarece. 

Atuação junto às cooperativas

O Rio de Janeiro conta com cerca de 60 cooperativas de separação de material reciclável. A maioria atua de maneira irregular, com estrutura deficiente. ”Estamos estruturando as cooperativas a receberem os resíduos. Muitas delas os recebem e os revendem para uma cooperativa maior, dada a falta de condições. Além disso, estamos prestando orientações jurídicas e administrativas para a regularização", acrescenta. 

A realidade é que essas organizações tentam sobreviver num sistema de poucos incentivos à reciclagem, orquestrado por uma lógica tributária que onera quem quer reciclar. A matéria-prima virgem, por exemplo, ainda é 20% mais barata que a reciclada. Ao vender PET usado em outro estado, paga-se um ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de 12%. Já na hora de importar uma matéria-prima-virgem, essa chega mais barata, com incentivo fiscal de 9%. "A situação das cooperativas é desoladora. Muitas estão fechando suas portas. E outras são organizações apenas de fachada", explicou Piragibe. 

Tratamento dos resíduos orgânicos

Os restaurantes associados ao Movimento Lixo Zero contam ainda com a possibilidade de destinar corretamente os resíduos orgânicos. De acordo com Piragibe, nesse caso, em termos financeiros, ainda é mais vantajoso enviar os resíduos aos aterros sanitários. “Mas, mesmo assim, os nossos associados estão vendo a iniciativa com bons olhos, pois trata-se de um diferencial para a marca e tende a funcionar como um critério na hora do cliente decidir em qual restaurante irá almoçar”, aposta Piragibe.

Via: Dino
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