terça-feira, 21 de outubro de 2014

Consumação mínima poderá ser proibida no comércio

Imagem Morguefile

Proposta em análise na Câmara dos Deputados proíbe a cobrança de consumação mínima em bares, restaurantes, boates, casas noturnas ou estabelecimentos similares em todo o País.

De acordo com o Projeto de Lei 7953/14, do deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ), a informação sobre a proibição deverá estar exposta no estabelecimento em local de fácil visualização.

“A cobrança de consumação mínima é uma prática comum no País. O estabelecimento comercial exige do consumidor um valor mínimo, tendo ele consumido ou não, ou seja, é uma imposição de consumo”, observa Zveiter. “Obrigar o consumidor a pagar antecipadamente por produto que pode não ser consumido é impor um limite quantitativo sem justa causa.”

Atualmente, o Código de Defesa e Proteção do Consumidor (CDC - Lei 8078/90) já proíbe o que se convencionou chamar de “venda casada”, ou seja, a oferta de um produto ou serviço mediante a aquisição, pelo consumidor, de outro produto ou serviço ofertado pelo fornecedor. O CDC também proíbe a imposição ao consumidor, sem justa causa, de quantidades mínimas.

Perda da comanda
O PL 7953/14 estabelece ainda regras para o caso de perda da cartela de consumo, impedindo eventuais multas abusivas. O texto define como abusiva a cobrança de valores que extrapolem duas vezes o valor da entrada e, no caso de venda de refeições a peso, valores maiores do que o equivalente ao consumo de 1 kg de produto comercializado.

O descumprimento da norma, segundo o projeto, sujeitará o infrator às multas previstas no CDC.

Tramitação 
A proposta será analisada conclusivamente pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pizzaria lança pizza salgada com borda doce

As pizzarias estão apostando cada vez mais em bordas com recheios diferentes. Já publicamos vários posts sobre o assunto. A Pizza Hut é uma rede que investe muito neste conceito, especialmente em seus restaurantes no exterior. 

A novidade da vez é a Star Edge Pizza, criada e oferecida nas unidades na Coreia do Sul. A redonda, que já inova na aparência, tem suas bordas no formato de estrela. Mas o que a torna mais singular é que ela oferece o jantar e sobremesa ao mesmo tempo, e no mesmo pedaço de pizza! 

Imagem: YouTube

A pizza incomum apresenta uma cobertura que inclui salsichas, lula, camarão, bacon e bife, e para terminar, suas bordas vem recheadas com opções doces como maçã e canela com cream cheese, e cranberry com cream cheese. 

Como a maioria das pessoas tendem a comer a fatia de pizza de seu ponto mais estreito para o mais largo, até chegar na borda, esta opção permite que o cliente coma o prato principal e a sobremesa no mesmo pedaço de pizza. 

Confira a novidade nesta propaganda veiculada na TV:


O preço da Star Edge Pizza é de ₩ 28.900 (26,96 dólares), aproximadamente R$ 66,21, para a pequena, e ₩ 34.900 (32,52 dólares), aproximadamente R$ 79,86 para a grande. Apenas para efeito de comparação, a pizza de pepperoni grande da Pizza Hut na Coréia é de ₩ 19.900 won (US$ 18,56), R$ 45,56.

Fontes: Trend Hunter
              First We Feast
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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Redes sociais ajudam confeitaria crescer

Inserções no Facebook e Instagram ampliam faturamento de empresária, que investe também em atendimento físico


Imagem: Agência Sebrae

Quem nunca viu em sua timeline no Facebook ou Instagram uma propaganda de roupa, aparelhos eletrônicos e até mesmo de restaurantes? O anúncio, em sua grande maioria, vem de pequenas e médias empresas que usam a ferramenta de baixo custo para divulgar produtos e aproximar-se do público. A pequena empresária Fabíola Ribeiro, de 40 anos, proprietária de uma confeitaria na Cidade Jardim, em Goiânia (GO), conseguiu aumentar o faturamento da empresa e passar de 3 para 17 funcionários em apenas um ano, graças ao trabalho nas redes sociais.

Com a repercussão, Fabíola, que no início vendia tortas, bolos e doces apenas na feira livre, teve que criar a própria feira, na sede da empresa, para atender a nova demanda. Ela garante que as redes sociais, em especial o Facebook, contribuíram para o crescimento. “No Facebook, fiz muitas clientes e estou sempre postando as novidades. Mas tem que saber usar, dar retorno para as pessoas”, explica.

O próximo passo, segundo a empresária, é inaugurar uma torteria no local. Mas garante que não abandona a ferramenta, que é onde também consegue sugestões que ajudam a definir o trabalho da equipe. “Com a torteria, meus clientes podem vim com a família. Vamos ter um cardápio variado e funcionários capacitados para atender. Mas não deixo o Facebook e o Instagram de lado. O pessoal sempre sugere, faz pedido e me ajuda a divulgar os produtos”, garante Fabíola.

Para o especialista em mídias digitais do Ipog (Instituto de Pós-Graduação de Goiás), Leonardo Eloi, as redes sociais possibilitam alcançar o grande público com investimento reduzido. Segundo ele, trata-se de uma ferramenta e um novo método de pensar o negócio, que tem refletido no conceito de pequena empresa. “O que torna uma empresa micro? Sua estrutura? Alcance? Renda? Ainda que haja métodos econômicos que ajudem a distinguir as companhias, é evidente que é necessário repensar a posição das empresas nesse novo contexto”, afirma o professor.

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