quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Seguridade rejeita aposentadoria especial para garçom

Proposta ainda será analisada por outras comissões e pelo Plenário.

A Comissão de Seguridade Social e Família rejeitou, nesta quarta-feira (23), o Projeto de Lei Complementar 201/12, do Senado, que concede aposentadoria especial para garçons, maîtres, cozinheiros de bar ou restaurante e confeiteiros. Também foi rejeitado um projeto que tramitava em conjunto (PLP 450/09), de conteúdo semelhante ao do original.

Conforme o PLP 201/12, a aposentadoria desses profissionais deve ocorrer após 25 anos de contribuição. Atualmente, a Lei de Benefícios Previdenciários (8.213/91) estabelece aposentadoria especial para trabalhadores expostos a agentes químicos, físicos ou biológicos nocivos à saúde. Essa aposentadoria tem três níveis, de acordo com o risco de acidente, desde 25 anos de contribuição para quem for exposto a agentes de risco leve até 15 anos para casos de risco grave. A regra geral de aposentadoria exige 35 anos para homens e 30 para mulheres.

“Retrocesso”:
O relator na comissão, deputado Dr. Rosinha, defendeu a derrubada da matéria. “A medida pretendida representa um retrocesso ao conceito de aposentadoria especial, pois concede o benefício tendo como parâmetro a profissão e não a exposição a agentes nocivos”, argumentou.

Segundo o parlamentar, as justificativas do projeto para conceder a aposentadoria especial, como o tempo de permanência dos garçons em pé e a exposição à temperatura, não são suficientes para o benefício. Dr. Rosinha lembrou que trabalhadores da construção civil, catadores de papel e seguranças, por exemplo, não têm direito a aposentadoria especial.

Contribuição:
A proposta também prevê acréscimo de 1% na contribuição das empresas para o equilíbrio das contas da Previdência Social. A Lei de Custeio da Previdência (8.212/91) estabelece adicional de 1% a 3% para as companhias custearem a aposentadoria especial, conforme a gravidade do risco de exposição da atividade realizada pelo trabalhador.

Para Dr. Rosinha, no entanto, a medida faria o restaurante, por exemplo, pagar o adicional para todos os funcionários, incluindo caixas e funcionários administrativos, uma vez que a alíquota está vinculada à empresa e não ao trabalhador.

Tramitação:
O projeto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo Plenário. Como tramita em regime de urgência, os pareceres das comissões poderão ser apresentados diretamente no Plenário. O texto foi aprovado em agosto pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público.

Íntegra da proposta:
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Cafeteria vende café pelo Twitter

A rede Starbucks desenvolveu mais um canal para vender os seus tradicionais cafezinhos: o Twitter. Através do programa “Tweet a Coffee”, a cafeteria norte-americana oferece aos seus clientes que utilizam o microblog a possibilidade de comprar um café para seus amigos, com uma única menção no Twitter. Basta enviar um tweet para o perfil @tweetacoffee, citando o @ de quem será presenteado. 

O presenteado com o café recebe um cupom digital no valor de US$ 5,00, que pode ser utilizado ao ser apresentado em qualquer uma das lojas da rede Starbucks nos EUA.

Para utilizar o serviço, é necessário também que o cliente conecte suas contas do Starbucks e do Twitter, além de possuir um cartão de crédito para usar a ferramenta.

Confira o vídeo que divulga a ação:


Fontes: Meio e Mensagem
              Exame
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Coquetel de Pizza

A pizza é um prato cheio para invenções! É uma mais diferente que a outra... Dá para criar no recheio, nas bordas, na massa e até nas caixas, como já mostramos diversas vezes em nossos posts! Mas alguém já pensou em uma bebida de pizza?!

O bistrô Trattoria Neapolis, sim! Localizado em Pasadena, Los Angeles, este tradicional restaurante italiano desenvolveu um coquetel de pizza para celebrar o mês de outubro, que nos EUA é considerado o "Mês da Pizza".

Coquetel de pizza (Foto Reprodução/ LA Weekly: Chris Jolly)

O restaurante é bastante tradicional, dá tanta importância à autenticidade, que mandou vir o forno à lenha da cozinha diretamente de Nápoles, na Itália. Mas a casa soube inovar, pois o "Pizza Cocktail" é pra lá de criativo. O coquetel de pizza leva em sua composição básica molho de tomate, dois tipos de vodka, infusão de manjericão e pimenta, funghi porcini, coberto com uma espuma de parmesão e mussarela. Segundo o site LA Weekly, os ingredientes podem ser mudados de acordo com o gosto do cliente

Ao transformar um alimento sólido em bebida, a pizzaria surpreendeu os clientes com esta curiosa mistura culinária. Segundo o restaurante, o coquetel é perfeito para acompanhar uma fatia de pizza. 

A bebida que poderia ser chamada "Bloody Mario" ficou disponível durante um mês, no menu do restaurante. 

Fontes: LA Weekly
             Food Beast
             MSN
             TVI24
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Aumentar o ticket médio requer criatividade e inovação

Uma ferramenta adequada para que os empresários de micro e pequenas empresas consigam mensurar a eficiência do negócio é o ticket médio, que consiste na equação: o valor total de vendas dividido pelo número total de clientes atendidos (em determinado período). Se uma loja vendeu R$ 30 mil em produtos, em um mês, para mil clientes, então o ticket médio dela é de R$ 30.

O resultado é importante porque ajuda a mensurar a lucratividade da empresa e a sinalizar oportunidades de aumentá-la. Se a loja acima conseguir, com a mesma estrutura, vender R$ 3 a mais para cada cliente do mesmo grupo de mil, terá R$ 33 mil em vendas: um acréscimo de R$ 3 mil.

Aumentar o ticket médio é fazer o mesmo grupo de clientes comprar mais. Para isso, é preciso chamar a atenção, fazendo-os, por exemplo, levar produtos em que nem pensavam quando entraram no estabelecimento. “Quando o cliente entra na loja só compra o que deseja? É possível, mas mercadorias, serviços e promoções dispostos de maneira equilibrada tendem a elevar o valor médio das vendas”, explica Salvador Serrato, consultor do Sebrae-SP.

Mariana Krueger Perossi é dona do restaurante Pirapora, um self-service localizado na Vila Mariana. Nos três primeiros meses investiu na melhoria da comida e do ambiente. Em seguida, adotou formas de vender mais. Graças às mudanças, hoje possui o dobro de clientes. Ela aumentou a variedade de pratos e sobremesas, criou cartão fidelidade (a cada 15 refeições uma é grátis) e fez convênios com empresas próximas para desconto no almoço dos funcionários. “Essas inovações precisam ser constantes, porque é uma forma de se diferenciar, senão, as pessoas enjoam da comida e do ambiente”, conta. 

O atendimento é fundamental nesse processo. A equipe deve conhecer muito bem o público e os produtos, além de ter afinidade com a estratégia da empresa. “A equipe deve ser orientada adequadamente e ser estimulada a se empenhar para superar as necessidades dos clientes. Para isso, pode-se usar, por exemplo, um bônus variável ligado ao aumento do ticket médio”, diz Serrato.


Avaliação constante

Para vender mais não se deve adotar a prática de “empurrar” produtos e serviços aos clientes. Uma atitude inconveniente causa uma imagem ruim da empresa. O ideal é apresentar complementos para o que o cliente veio comprar a princípio, oferecer oportunidades e benefícios, e não forçar a situação para que leve um produto “na marra”.

Se o ticket médio não for favorável, algo não está funcionando bem. Nesta situação, é preciso repensar o que está sendo feito, visando perceber as reais necessidades do cliente, rever a formação de mix de produtos oferecidos e avaliar como a equipe está trabalhando. “Uma forma de checar a eficiência da empresa é apurar os resultados, identificando se a lucratividade alcançada é a desejada, se não for, deve reavaliar o planejamento e as ações. É preciso haver um monitoramento constante para identificar possíveis itens a serem revistos ou melhorados”, orienta Serrato.

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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Pizza cookie é novidade em pizzaria

Aumentar o ticket médio de um restaurante requer criatividade e inovação. E investir nas sobremesas é sempre uma boa opção para fazer os clientes comprarem mais, e por consequência aumentar a lucratividade de um restaurante.

E olha que ideia legal a da rede de pizzarias norte-americana Papa John's: Eles criaram a "Papa John's Mega Chocolate Chip Cookie", uma sobremesa em forma de pizza, que na verdade é um cookie tamanho família. O enorme cookie, cheio de gotas de chocolate, é assado nos fornos de pizza, e vem cortado em 8 fatias, assim como a redonda. 

Imagem Facebook Papa John's
A nova sobremesa custa US$ 5,00 se comprada junto com qualquer outra pizza da rede.

"Estamos entusiasmados em oferecer esta nova sobremesa", disse John Schnatter, fundador, presidente e CEO da Papa John's. "Papa John's Mega Chocolate Chip Cookie é uma excelente opção de sobremesa que irá satisfazer aos amantes de cookie", disse ao site Restaurant News.

Com sede em Kentucky, EUA, a rede Papa John's é a terceira maior empresa de entrega de pizzas do mundo. 

Fontes: Brand Eating
            Restaurant News
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