quinta-feira, 30 de junho de 2011

Design inovador em restaurante japonês

O restaurante Urban Interiorites, idealizado por estudantes da University of Pennsylvania School of Design, junto com os Professores Ali Rahim, Tiffany Dahlen, e Virginia Melnyk, é uma estrutura que dificilmente não chamaria a atenção das pessoas que passam por seus arredores. Situado no bairro de Harajuku, em Tóquio, no Japão, a sua estrutura é única e impressionante, nos fazendo lembrar de algum filme de ficção científica, ou então como se nos transportassem a um mundo psicodélico. 

Todo em rosa, dourado, metálico e com muita opulência, o Urban Interiorites é dividido em diversas seções, como restaurante, sake bar, lounge e mais outros dois salões VIP. E o seu interior é tão fantástico como a parte externa do prédio, simplesmente não se consegue definir o que é uma mesa ou uma cadeira. Confira só as fotos do local:

Exteiror
Fachada do Restaurante Interiorites Urban

Restaurante de sushi
Salão do restaurante 

Interiorites urbana
Sake bar

Interiorites urbana
Lounge
Para acessar mais fotos do restaurante, visite o site Archinect.

Fontes:
Design Milk
Cubeme
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Aqui cachorro pode

Atrair o cliente, conquistá-lo e torná-lo fiel são objetivos de qualquer estabelecimento. Apresentar novidades e diferenciais são fatores que auxiliam a alcançar estes objetivos. 

Com base no forte relacionamento que as pessoas têm hoje em dia com seus cães, muitos restaurantes e demais estabelecimentos de alimentação fora do lar estão abrindo espaço para receber os "membros da família" com quatro patas. Tamanha é a afeição e carinho pelos animais, que muita gente até evita sair para comer fora, para não deixar seu amiguinho sozinho em casa. Mas isso está mudando: a cada dia, cresce o número de estabelecimentos que aceitam a entrada de bichos.


Estes restaurantes, lanchonetes, pizzarias entre outros percebem o potencial deste público que não gosta de se separar de seu animalzinho, e assim cativam a sua fidelidade. Alguns estabelecimentos reservam apenas a área externa para quem estiver acompanhado por animais, como é o caso do Zena Caffé em São Paulo, que mima os peludinhos servindo água à eles. Outros, como é o caso do Farfalla, também em São Paulo, liberam geral e permitem que os cachorros fiquem no salão, desde que ao lado de seus donos e com guias.

A questão de aceitar cães dentro do estabelecimento pode gerar alguma polêmica, visto que, se por um lado muitos clientes que gostam de estar acompanhados por seus bichos ficarão satisfeitos, por outro poderá haver alguns incomodados com a situação.

Encontramos este site muito legal, onde há indicações de diversos tipos de estabelecimentos onde são aceitas e bem vindas as visitas dos bichinhos: Aqui Pode. Se no seu estabelecimentos os totós também são aceitos, você pode cadastrá-lo gratuitamente.

Indicamos também duas matérias, com mais exemplos e histórias sobre a frequência dos animais em estabelecimentos de alimentação:


Go Where Gastronomia

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Como conquistar o cliente na praça de alimentação


Nosso foco é a alimentação fora do lar. Estamos sempre em busca de novidades e notícias relacionadas a este segmento.

Foto de Comida Por Quilo

Hoje em nossa pesquisa de conteúdo, encontramos uma matéria muito pertinente ao nosso tema, que foi abordada pelo site Mundo do Marketing. Na reportagem Como é o comportamento do consumidor na praça de alimentação, que você pode ler clicando aqui, são apresentados dados sobre a expansão nos últimos anos do setor da alimentação fora do lar. Além disso, são apontados fatores que são cruciais para o sucesso do estabelecimento e que o destacam em relação aos seus concorrentes nas praças de alimentação.

A matéria relata que os itens: atendimento, qualidade, rapidez, novidades e produtos diferentes para cada perfil são fundamentais para conquistar o cliente. Leitura recomendada pelo nosso blog!


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Campanha em Taiwan dá desconto em restaurantes para quem usar copos reutilizáveis

Um mês depois do lançamento da campanha “use seu próprio copo”, a Agência de Proteção Ambiental de Taiwan divulgou que cresceu para 4,5% o número de pessoas que utilizaram recipientes trazidos de casa ao comprar bebidas. A campanha lançada em maio foi direcionada à cadeias de restaurantes fast food e lojas de conveniência. A nova regulamentação exige que os estabelecimentos comerciais ofereçam desconto ou refis para quem usar um copo trazido de casa. “Cerca de 1,5 bilhão de copos descartáveis são utilizados anualmente em Taiwan”, disse Lai Ying-ying, vice-diretor do departamento de resíduos da agência. “Esperamos diminuir em pelo menos 30% esse número. Isso significaria uma economia de até 450 milhões de copos por ano”.

A agência informou que 271 empresas já estão participando da campanha. Os que nãos e adaptarem às novas regras, poderão ser multados. De acordo com vice-diretor do departamento de supervisão, avaliação e resolução da agência de proteção ambiental, Kuo Hsiu-Ling, o governo está controlando a qualidade e segurança dos copos reutilizáveis. Somente os considerados seguros, reutilizáveis e recicláveis recebem o selo verde, que credencia o consumidor a receber desconto. Copos que contenham PVC, bisfenol A e ftalatos ou metais pesados foram vetados e não recebem o selo “verde”.

Notícia originalmente publicada pelo Taipei Times em 16 de junho de 2011.


Fonte: O tao do consumo

Será que aqui no Brasil daria certo?
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terça-feira, 28 de junho de 2011

Rede vai vender só misto quente e sopa nos EUA.

Uma nova rede de fast-food nos EUA se propõe a oferecer aos clientes apenas sanduíches de queijo quente e sopas. Batizada de The Melt, a ideia partiu de Jonathan Kaplan, o mesmo criador da câmera de vídeo Flip e que foi vendida para Cisco em 2009 por US$ 590 milhões, segundo um artigo publicado pela revista Fortune.

A pergunta é: será que essa é mesmo uma boa ideia?

Se viesse ao Brasil, Kaplan certamente enfrentaria um forte concorrente: as padarias.

Entre os brasileiros, o sanduíche de queijo quente também é conhecido como misto quente, se tiver queijo e presunto.

Kaplan afirmou em uma entrevista à TV Bloomberg que vai lançar a “The Melt” com um investimento entre US$ 10 milhões (R$ 16 milhões) e US$ 20 milhões (R$ 32 milhões). Ele conta que decidiu criar a rede depois de olhar em volta e perceber que existem muitos restaurantes étnicos – mexicanos, italianos e chineses –, mas que ficou “surpreso com o fato de ninguém ter ainda investido em queijo quente e sopas”.


Mas a investida de Kaplan também tem um apelo tecnológico. Seus planos incluem a criação de um aplicativo para registrar pedido e efetuar pagamentos a distância antes que os sanduíches estejam prontos, o que, de acordo com Kaplan, levará apenas alguns minutos. Para o empresário, “os queijos quentes são nostálgicos e caseiros”, que lembram os sanduíches que sua mãe costumava fazer, diz a Fortune.

O empresário afirmou que já conseguiu obter capital suficiente de investidores para abrir 20 lojas, que devem custar em média US$ 750 mil cada. O gasto médio por refeição do The Melt deve ser de US$ 5 para o misto quente (cerca de R$ 8) e e US$ 8 (R$ 13) para misto quente e sopa.

Fonte: IG


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Restaurantes em sites de compras coletivas

Os sites de compras coletivas já são hoje em dia, uma prática muito popular para a captação de novos clientes e gerar grande visibilidade da marca. A utilização desta ferramenta é uma opção para restaurantes, lanchonetes e similares, que não pode deixar de ser considerada. 


Se observarmos pela visão do cliente, comprar através do site de compras coletivas, é muito interessante, pois a cada dia ele pode encontrar novas ofertas diferenciadas, e assim economizar, sem deixar de conhecer novos estabelecimentos. Já pela visão do empresário, a oportunidade de anunciar em um site de compras coletivas traz muitas vantagens, mas também algumas dúvidas. Essa é a razão deste novo post, apresentar alguns prós e contras do universo da compra coletiva:

Vantagens para o estabelecimento:

– O estabelecimento poderá atrair novos clientes, que não conseguiria em condições normais. Os sites de compras coletivas tem um imenso cadastro de pessoas que querem receber ofertas.;

– Atrair novos consumidores para conhecer o produto em promoção, que em consequência poderão adquirir outros produtos. O objetivo é chamar o cliente pela promoção, mas aproveitar a sua visita para fidelizá-los através de um bom atendimento, por exemplo. Dica: Nunca trate os clientes com cupom de desconto de forma diferente dos seus clientes antigos, só porque estão comprando em uma promoção, pois caso contrário, você não conseguirá conquistá-los;

– A exposição da marca através dos anúncios do site de compras é barata. A empresa fica exposta e conhecida, pagando ao site somente se as ofertas atingirem o número mínimo de compradores, e através de uma comissão sobre o valor vendido. Na verdade, são ações de marketing virtual sem os enormes gastos que poderiam estar envolvidos. Com as exposições nos perfis do Twitter e Facebook do site de compra coletiva, o estabelecimento pode acabar atraindo mais seguidores e contatos para seus próprios perfis.

- Geralmente as pequenas empresas e empresas locais tem pouco capital para investir em grandes propagandas. Os sites de compras coletivas oferecem a oportunidade do estabelecimento ficar mais conhecido e conquistar clientes a um baixo custo;

Desvantagens para o estabelecimento:

– A venda em massa de descontos pode atrair um tipo de cliente que não está interessado em se tornar fiel ao estabelecimento. Ele só quer tirar proveito do desconto;

– Receber muitos clientes sem ter prática no serviço, estoque suficiente, funcionários preparados, nem capacidade de produção adequada, pode ser muito ruim e queimar a sua reputação. Dica: Dê um prazo longo para os clientes utilizarem seu cupom, e deixe claro que é obrigatório agendar o serviço com antecedência para manter a qualidade do atendimento;


Diante destas informações, podemos perceber que hoje é possível aproveitar a força de toda a coletividade trazida por meio das redes sociais e da internet para gerar negócios. E uma das formas de gerar negócios na internet é através das compras coletivas. Quando se tem visibilidade e uma oferta atrativa, mesmo que por apenas um dia, se torna mais fácil a geração de negócios. Apesar de ser uma ótima oportunidade, em termos de visibilidade, a compra coletiva é uma alternativa a curto prazo que deve ser devidamente analisada a sua viabilidade em cada estabelecimento.

Encontramos esta matéria que saiu no site Revista no Varejo, em que um dos sócios fundadores do Big X Picanha conta a experiência da rede em anunciar descontos em um site de compras coletivas. No caso do restaurante Big X Picanha, a promoção foi o maior sucesso, e inclusive foi o recorde de compras no Peixe Urbano.


E a sua empresa, já teve alguma experiência com os sites de compras coletivas? Foi boa ou ruim? Compartilhe com a gente!


Fontes:
Artigonal
Konfide
Informe-se
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Arraiá em restaurante

Para aproveitar os festejos juninos, tem restaurantes que levam o clima da festa caipira para dentro do estabelecimento. 

Em Brasília, o Restaurante Severina - O Sabor do Nordeste, promove há 31 anos sua tradicional festa junina. A casa foi decorada no estilo nordestino, com adereços do sertão, e barracas de comidas típicas complementam a festa. São oferecidas delicias juninas inspiradas nos tradicionais arraiais como bolos de mandioca e milho, canjica de coco fresco ou amendoim, paçoca de carne-de-sol, caldo de macaxeira com carne-de-sol, escondidinho, cachorro-quente, cuscuz, tapiocas, churrasquinho, pé-de-moleque e, para beber, leite queimado, café e quentão.

Free Stock Photo of Fire


Outros estabelecimentos, como é o caso do Restaurante Colméia, em Pindamonhangaba - São Paulo, pensou em uma proposta diferente para não deixar a temporada dos festejos juninos passar em branco. A casa realizou sua festa junina (Grande Arraiá) no último dia 4. Houve vinho quente, chocolate quente, pizza na tábua, churrasquinho, bolo caipira, pipoca, entre outros. Além do tradicional casamento caipira, quadrilha e música. Quem fosse vestido a caráter,  pagaria meia entrada.
É mais uma oportunidade de se integrar com os clientes e aproveitar o inverno para oferecer novidades e criar eventos diferenciados que atraiam o público.
O seu estabelecimento também aproveita as datas comemorativas para alavancar as vendas e aumentar o número de clientes?

Fontes:


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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Hambúrguer em edição especial de aniversário

A rede de lanchonetes Quick, da Bélgica, comemora em 2 de julho o aniversário de 40 anos da inauguração de seu primeiro restaurante. E para agradecer aos seus clientes pela lealdade de 4 décadas, a rede de fast-food está lançando uma edição especial de seu lanche mais vendido: o "Love Giant". E o que tem de especial? O hambúrguer é em forma de coração para entregar uma mensagem de amor e agradecimento a todos seus fãs.


De acordo com o release oficial da rede Quick, o preço cobrado pelo lanche será de 2,50 euros.

rápido
Foto de divulgação

"Nós gostamos de surpreender constantemente inventando novas receitas, e também novos tipos de hambúrgueres. The Love Giant é uma forma de agradecer nossos clientes por sua lealdade e de lembrar que a inovação é parte integrante da nossa experiênciaCom a sua forma original, o Love Giant vai apelar para todos os amantes de hambúrgueres. ", diz Anne Gleizes, diretora de marketing do grupo.

Fontes:
PEGN
Fastandfood (em francês)
Eater (em inglês)
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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Burger King e Pizza Hut fazem aposta

As redes Burger King e Pizza Hut se uniram em uma campanha muito simples, mas bastante criativa, nos Estados Unidos. Aproveitando os momentos decisivos das finais da NBA (liga norte-americana de basquete profissional), evento muito esperado e assistido pelos norte-americanos, assim como uma final de campeonato de futebol aqui no Brasil, as duas redes planejaram uma estratégia de relações públicas, que chamou a atenção do público e ganhou espaço na mídia sem terem gasto fortunas com patrocínios ou mídia.

Os dois principais executivos de cada uma das redes fizeram uma aposta amigável em público sobre o resultado do campeonato disputado entre o Miami Heat e o Dallas Mavericks. Steve Wiborg, presidente da Burger King, que tem sede em Miami, apostou no Miami Heat. E Brian Niccol, executivo da Pizza Hut , sediada em Dallas, apostou no Dallas Mavericks.

O perdedor da aposta teria que trabalhar em um restaurante da rede concorrente por um dia. Com o Dallas Mavericks ganhando do Miami Heat por 95 x 93, Wiborg trocou os seus hambúrgueres por um dia servindo pizzas da Pizza Hut. 

Niccol e funcionários na unidade de Pizza Hut cumprimentaram Wiborg e lhe deram um curso intensivo para trabalhar no restaurante.

Mas Wiborg ainda sim conseguiu fazer um marketing para o Burger King, criando uma pizza Whopper, que foi coberta com todos os ingredientes que normalmente compõem um sanduíche Whopper, exceto o pão e a maionese. E terminou o dia de trabalho dizendo: "Nós vamos pegá-los no próximo ano!"

Foi realmente uma boa estratégia, chamou a atenção do público, que além de torcer pelo seu time, esperava curioso pelo pagamento desta aposta inusitada e bem-humorada! 


          Jogo de Negócios
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Menu para empreender sem engasgar

A taxa de mortalidade de restaurantes e bares é de 35% já no primeiro ano e supera o índice das micro e pequenas empresas em geral

Luiz Carlos Bianchi, de 54 anos, já tinha anos de experiência de trabalho no ramo de restaurantes – foi de auxiliar de limpeza a gerente – quando abriu seu primeiro empreendimento em 2000. Era uma mistura de restaurante, bar e, durante à noite, balada, chamada Tipuana. Escolheu a Vila Olímpia como ponto e foi muito bem comercialmente. Apesar de os negócios progredirem, a constante reclamação dos vizinhos e da Prefeitura por causa do barulho encolheram a vida da empresa. "Não tínhamos preparação acústica, o que levou a multas da Prefeitura. Após quase três anos, acabei fechando por causa da pressão e das reclamações", afirma Bianchi.

Já Valdir dos Santos, 53 anos, teve a ideia, há 16 anos, de abrir um restaurante no mesmo terreno onde operava um lava-rápido, em Moema. Ele e um sócio resolveram lançar um restaurante especializado em frango. O movimento foi fraco e, após quatro meses, fechou. "Um cliente me disse que eu deveria ter aberto a empresa com outra especialidade, pois na região havia pouco interesse por frango", conta.

As histórias dos dois homens ilustram a realidade de um dos ramos mais difíceis para o empreendedor: o dos restaurantes. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Restaurantes e Bares (Abrasel), de cada 100 bares e restaurantes abertos, 35 fecham em um ano. E apenas três sobrevivem mais de dez anos. A taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas após um ano, segundo o Sebrae, é de cerca de 20%.

"O mercado é muito versátil, exige atualização e adaptações às novidades tecnológicas. A concorrência é grande e, além disso, o setor sofre constantemente com inúmeras exigências de alvarás e ações da Prefeitura, como o Programa de Silêncio Urbano (Psiu)", afirma o presidente da Abrasel, Joaquim Saraiva.

Segundo ele, só na Grande São Paulo funcionam aproximadamente 70 mil bares e restaurantes. É um mundo competitivo e com muitas variáveis. Mas afinal, o que mata um restaurante?

Respostas

"O que prejudica os empreendedores, para começar, é a falta de planejamento. Muita gente não analisa todos os aspectos do negócio antes de investir seus recursos. É uma fase crucial, que eu recomendo, que dure pelo menos seis meses", diz o consultor do Sebrae de São Paulo, Reinaldo Messias.

Ele também lembra que, nos últimos dois anos, o aumento nos preços dos alimentos ajudou a puxar a inflação no Brasil. "É uma alta que fica difícil de repassar. Isso torna o restaurante menos competitivo", comenta Messias.

Outra questão mortal para os restaurantes: a falta de capital de giro e o endividamento. "Os donos abrem o restaurante sem ter dinheiro na reserva. Não levam em conta, que é raro obter lucro no começo do negócio. Aí acabam se endividando e afundam."

Para o coordenador do curso de pós-graduação em gestão de negócios e serviços de alimentação do Centro Universitário Senac, Filipo Santolia, outros fatores também agilizam a derrocada. "Os empresários não são obrigados a saber de todos os aspectos de um restaurante, mas devem procurar se cercar daqueles que entendem do assunto", diz.

Segundo Santolia, é importante buscar consultores para assuntos desconhecidos e cuidado na hora de contratar pessoas competentes em posições chaves. "O problema é ter um garçom ou gerente que fica fazendo corpo mole ou é incompetente. Isso prejudica o serviço."

A divulgação e o marketing do produto também costumam ser negligenciados pelos proprietários sem experiência. "Muitos não têm visão da importância de ter uma assessoria de imprensa ou um plano de marketing feito por um profissional", diz a chef e consultora da área gastronômica Alessandra Vargas.

Redenção

Apesar da mortalidade, é possível dar a volta por cima. Após fechar o Tipuana, Bianchi resolveu tentar de novo. Ele, junto com outros sócios, comprou o restaurante Chácara Santa Cecília. O grupo manteve o mesmo nome, mas deu nova cara ao lugar.

Hoje, após nove anos da nova administração, o empreendimento está indo muito bem. "Estamos sempre nos reinventando e treinando os funcionários para garantir a qualidade", diz.

Valdir dos Santos, resolveu seguir o conselho do cliente e apostar em um estilo, que na época, ainda era pouco usual em São Paulo. Ele abriu o Parilla Porto Madero, dedicado ao churrasco argentino e uruguaio.

Depois de quatro anos de sucesso, abriu um novo restaurante, no mesmo estilo, chamado Vila Alvear. Mas desavenças com os sócios o levaram a vender sua parte na sociedade. Ele decidiu, então, fazer nova sociedade para sua terceira experiência: o Parilla Ladrillo. "O importante é estar sempre atento ao que o cliente quer."


Fonte: André Zara, especial para O Estado de S. Paulo
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terça-feira, 21 de junho de 2011

Restaurante em container

Com o objetivo de promover o cardápio de Cingapura para o mundo, um projeto gastronômico foi desenvolvido através da criação de um restaurante montado dentro de um container de navio. O conceito chamado de Singapore Takeout, funciona como um restaurante pop-up, ou seja, ele é um estabelecimento itinerante. 

Já apresentamos este conceito de restaurante aqui no Tudo Para o Restaurante, nos posts Restaurante itinerante e no Restaurantes móveis parte II (Restaurante MuvBox).

Para facilitar a mobilização do Singapore Takeout, o restaurante foi instalado em um container que se desdobra em uma cozinha de trabalho, onde dez importantes chefs de cozinha de Cingapura se revezam para preparar as refeições de seus vistantes. O objetivo é que eles formem duplas com mestres da gastronomia dos países pelos quais o Takeout passará. E assim proporcionar uma jornada gastronômica de dar água na boca.

Singapore Takeout
Foto Divulgação

Em cada cidade, o restaurante, denominado Takeout, ficará por três dias.

A seguir, datas e locais por onde o Singapore Takeout já passou e ainda vai passar:

Londres (9-11 de junho 2011)
  Janice Chef Wong (02:00: dessertbar) 

Paris (30 de junho - 2 de julho 2011) 
  Chef André Chiang (Restaurante André) 

Moscow (15 - 17 de julho de 2011) 
  Chef Ryan Clift (Club Tippling) 
  Chef Daniel Sia (O Chef Disgruntled) 

New York (16 - 18 de setembro de 2011) 
  Chef Malcolm Lee (Cozinha Candlenut) 

Hong Kong (10-12 de novembro 2011) 
Chef Armin Leitgeb (Les Amis) 

Shanghai (1 - 3 de dezembro de 2011) 
  Chef Willin Low (Wild Rocket) 

Delhi (13-15 de janeiro 2012) 
  Chef Benjamin Seck (Cuisine Blue True) 

Dubai (19 - 20 de fevereiro de 2012) 
  Chef Haikal Johari (vencedor de "refeição perfeita" Channel News Asia em 2009) 

Sydney ( 30 de março - 1 de abril  2012 ) 
  Team de Iggy

Para mais informações, acesse os links: Your Singapore e revista PEGN
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Conceituando a sua marca

Ontem foi publicado um post muito interessante no site Papo de Empreendedor. Tratam-se de dicas de  Batista Gigliotti, executivo responsável pela implantação do Burger King no Brasil e em países da América Latina. O tema é "Conceitue sua marca".

Escrito por Juliana Bacci para o site Papo de Empreendedor.

"Ao substantivo masculino “conceito”, o dicionário Michaelis, por exemplo, atribui doze significados diferentes. Um deles classifica a palavra como “a síntese de um símbolo”. Apoiado nesta ideia é que Batista Gigliotti, executivo responsável pela implantação do Burger King no Brasil e em países da América Latina, acredita que o “conceito” merece atenção especial por parte daqueles que estão trabalhando para colocar uma nova marca no mercado.

Neste mês, Gigliotti ministrou uma palestra para os que visitaram a ABF Expo Franchising 2011, em São Paulo. O objetivo era numerar valiosas dicas de conduta àqueles que se preparam para liderar um empreendimento.

Entre elas, estava a de que o sucesso de uma marca está atrelado ao seu conceito. Segundo Gigliotti, uma loja de chocolates não vende apenas o doce. Por trás da guloseima existe sempre um pedido de desculpas, uma paquera, um agrado a uma pessoa querida, a cura para os dias de TPM, uma lembrança ou uma data especial. “Conceituar uma marca é entender o que ela representa para o consumidor”, disse.

Uma outra dica do executivo está atrelada ao tema: “Além de conquistar quem está comprando, o conceito da sua marca deve conquistar quem está vendendo. Trabalhe com pessoas que acreditam na síntese do seu símbolo. Sem brilho nos olhos, ninguém consegue vender nada”."
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Restaurantes em árvores

Visando encantar os clientes, muitos restaurantes investem em projetos arrojados e inusitados em suas instalações, para se destacar e proporcionar uma experiência diferente e inesquecível aos seus visitantes. Dentre esses restaurantes se encontram o The Yellow Treehouse Restaurant, na Nova Zelândia, e o Naha Harbor Diner, no Japão.

A proposta dos dois restaurantes é a mesma, oferecer aos seus clientes a experiência de fazer uma refeição em cima de uma árvore.

The Yellow Treehouse Restaurant

No restaurante neozelandês, sua estrutura foi construída em uma árvore de pau-brasil a 10 metros de altura. O acesso ao Treehouse é feito por uma passarela que se eleva até a copa da árvore. A cozinha e sanitários ficam no nível do chão. Ele foi projetado para resistir às condições do tempo, sem entretanto, agredir a paisagem à sua volta. Para isso, foram uilizadas folhas finas de acrílico transparente para proteger a estrutura das intempéries.

The Yellow Treehouse Restaurant

O conceito de casa na árvore do projeto é uma reminiscência de sonhos de infância, dos contos de fadas do encantamento e da imaginação. É inspirada através de muitas formas encontradas na natureza, como o casulo que protege a borboleta, talvez uma forma de cebola ou dente de alho pendurado para secar. Ele também é visto como uma lanterna, um farol na noite.

Atualmente eles estão aguardando a obtenção de um consentimento que autoriza o uso do local para eventos privados, e não mais como um restaurante.

No Naha Harbor Diner de Okinawa, no Japão, o restaurante parece ter sido construído em uma árvore enorme da família do figo, conhecida como Gajumaru. Mas na verdade, ela é uma imitação, foi feita em concreto e tem até um elevador em seu interior para acessar o restaurante. No menu são oferecidos pratos da cozinha japonesa, chinesa, tailandesa, coreana, indiana e outras especialidades orientais.


Naha Harbor Diner
De dentro do restaurante Naha Harbor Diner se tem uma linda vista do Onyama Park.


Nossas fontes:


The Yellow Treehouse Restaurant:
Contemporist

Naha Harbor Diner:
viajandaunblog
culturanikkey
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Empresa paulista inova com embalagens biodegradáveis

A Fulpel Group, empresa especializada no desenvolvimento de soluções em embalagens, está lançando uma linha de embalagens sustentáveis voltada para o mercado de fast food. A linha intitulada Sustenpack propõe integrar o comércio alimentício e a consciência ambiental às marcas, o que vai possibilitar maior identificação entre clientes e empresas.

Foto divulgação

A linha Sustenpack conta com oito produtos, dentre eles: toalha de papel para fundo de bandeja, copos de papel (biocopo), caixa para hambúrguer, caixa para batata frita, barca para hot-dog, sacolas de papel, maleta para Kit lanche, Copobox (lançamento), tampas e talheres. Todos os produtos da linha apresentam o visual característico de papel de fibras virgens não branqueadas, o que os tornam extremamente atrativos para o consumidor final, e gera uma maior facilidade para a impressão de logo ou outro tipo qualquer de impressão que se faça necessária.

Toda a matéria prima da linha Sustenpack foi escolhida de forma a garantir qualidade e durabilidade, mas também com o intuito de reduzir o tempo de decomposição na natureza. Segundo os fabricantes, a maioria dos produtos da linha Sustenpack leva apenas um mês para desaparecer.

Fonte: PEGN
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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Rio de Janeiro é a cidade do Brasil onde comer fora é mais caro


Almoçar ou jantar fora de casa no Rio de Janeiro é mais caro que em qualquer lugar do Brasil. Uma refeição composta por prato principal, bebida, sobremesa e café, na capital, custa em média R$ 31,02, enquanto o valor médio no resto do país é de R$ 26,78, ou seja, 15,83% maior. Esse avanço fez a cidade pular da quinta colocação para a liderança. Os números são de pesquisa do Datafolha em parceria com a administradora de cartões CBSS e fazem parte do Índice Visa Vale de Preço Médio de Refeição 2011.

Na comparação com o ano passado, quando a alimentação custava R$ 24,99 no Rio, ocorreu uma alta de 24,1% no custo da alimentação fora de casa.

A região da cidade onde se observou a maior alta nos valores foi o Centro. O levantamento divulgado no ano passado apurou valor médio de R$ 30,34, ou crescimento de 34,9% frente ao ano passado. A Barra da Tijuca, onde antes a refeição completa custava em média R$ 27,17 e agora R$ 34,34 (evolução de 26,4%), também apresentou margem de variação elevada, assim como a Zona Norte, onde antes comia-se por R$ 23,78 e agora R$ 28,94 (evolução de 21,7%). A Barra da Tijuca e a zona sul são as regiões mais caras para a refeição fora de casa

A única região da cidade com média menor que a nacional é a Zona Oeste (R$ 24,16).


Como acontece no resto do Brasil, o sistema mais utilizado na hora do almoço no Rio de Janeiro é o self service, que tem preço médio de R$ 28,48. Os pratos à la carte são os mais caros (R$ 39,63 de preço médio), seguidos dos pratos executivos (R$ 30,67). Já o sistema mais barato é o comercial (R$ 23,52).



No levantamento, foram entrevistados responsáveis por 4.203 estabelecimentos em 54 cidades entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011. Nas localidades escolhidas vivem 58,6 milhões de pessoas.



Em Niterói, os preços tiveram crescimento de 16,6%. Depois do Rio de Janeiro, as cidades mais caras são Brasília (R$ 30,21), Niterói (R$ 29,82), São Paulo (R$ 29,42) e Barueri/SP (R$ 28,27).


Fonte:  Jornal do Brasil



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Fast food inovador e engajado

Dois amigos, Michael Gordon e Vaughan Lazar, fãs de comida orgânica e com uma grande vontade de fazer diferença no mundo do fast food, decidiram apostar em um empreendimento que promete ser a nova tendência do fast food para o futuro: a rede Pizza Fusion.

 

O conceito da rede é realizar cada operação de uma forma sustentável, tudo sob uma perspectiva ecológica. Os pratos, em sua maioria (75%), são feitos a partir de alimentos orgânicos: sem aditivos artificiais, como conservantes, hormônios de crescimento, pesticidas, nitratos e gorduras trans, entre outros. As pizzas são ovais ao invés de redondas, para ocupar menos espaço no forno. A embalagem das pizzas também contribuem com a questão ambiental. Os clientes que devolvem a embalagem à loja para reciclagem, recebem desconto.

O delivery também é feito de uma maneira ecologicamente correta. Os carros utilizados são híbridos, movidos à energia elétrica e gasolina.

Toda a instalação do restaurante está em sintonia com a sua proposta. Os balcões da cozinha são feitos com embalagens de detergente e os cartazes da loja, com garrafas PET recicladas. Em vez de usar aquecedores, o calor gerado pelos fornos também é reaproveitado para esquentar o ar e a água. Utilizam lâmpadas CF (fluorescentes compactas) nas lojas, o que economiza no consumo de energia. As almofadas dos assento são feitas a partir de óleo de soja em vez de petróleo, entre muitas outras ações, que podem ser vistas visitando o site da rede Pizza Fusion.

A Pizza Fusion ganhou vários prêmios, como a “# 4 Mover e Shaker” da revista Fast Casual, e o de “Melhor Pizza” , concedido por várias publicações, inclusive pelo jornal americano The New York Times. Além disso, a Pizza Fusion é uma das poucas cadeias de restaurantes mundiais que atendem às normas de certificação LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental), resultando numa redução anual de 30% sobre as despesas, quando comparada com os restaurantes tradicionais.

E o que nos chamou a atenção também foi a delicadeza de colocar um recado na embalagem da pizza, com a assinatura de quem a preparou, o que garante uma atenção especial, e dá um toque de proximidade com o cliente.

 

Confira mais fotos e informações no blog da 3M Inovação e no Organics Net


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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Massas são o prato preferido do mundo, e a lasanha a preferida no Brasil

Free Stock Photo of PastaUma pesquisa global encomendada pela ONG britânica contra a pobreza Oxfam revela que as massas são o alimento número um numa lista dos mais apreciados em todo o mundo.

O levantamento, feito pela consultoria GlobeScan, ouviu mais de 16 mil pessoas em 17 países, entre eles o Brasil. Em cada um deles, as pessoas falaram que tipo de comida preferem.

A pesquisa aponta que, além de serem populares em países europeus, as massas em geral também são muito procuradas em países como Filipinas, Guatemala e África do Sul, de cultura tão díspares.

Depois das massas, a maioria dos ouvidos colocou "carne" como a sua segunda maior preferência. A seguir vem arroz, pizza, frango, peixes e frutos do mar, vegetais, pratos chineses em geral, pratos italianos e pratos mexicanos.

No Brasil, a lasanha ficou em primeiro na preferência dos entrevistados, deixando em segundo pratos feitos com arroz, como os risotos e apenas em terceiro aparecem as massas em geral.

Pizza e sushi
A pesquisa mostra que a culinária ocidental já é popular na maior parte do mundo, mas pratos da culinária local ainda são muito apreciados.

Em mais da metade (nove) dos países pesquisados, as pizzas e massas aparecem como um dos três pratos favoritos dos entrevistados. Uma exceção foram os países africanos, em que pratos tradicionais foram frequentemente citados.

Pratos típicos de países orientais também foram lembrados em países ocidentais. Os mexicanos, por exemplo, colocaram em segundo lugar os pratos da culinária chinesa. Já o sushi japonês foi citado entre os dez pratos favoritos de Rússia, Brasil, México, Estados Unidos e África do Sul.

Apenas os australianos colocaram um doce, o chocolate, no topo de sua lista de alimentos favoritos.

Versatilidade
As vendas de massas no mundo aumentaram de US$ 13 bilhões (cerca de R$ 20,5 bilhões) em 2003 para US$ 16 bilhões em 2010 e, segundo o instituto de análise mercadológica Datamonitor, deverão chegar a US$ 19 bilhões até 2015.

Sem nenhuma surpresa, a Itália é o maior consumidor mundial. O país que consagrou a criação consome 26 kg de massas por pessoa por ano, de acordo com a Organização Internacional das Massas. O segundo colocado, a Venezuela, consome menos da metade (12 kg)
De acordo com Jim Winship, da Associação de Pizza, Pasta e Comida Italiana, na Grã-Bretanha, as massas se tornaram populares porque são baratas e versáteis.

"Você pode criar muitos pratos diferentes com elas. Tem gosto bom e satisfaz. (As massas) também têm uma vida longa na prateleira, é possível mantê-las na despensa até se precisar de uma refeição."

O especialista John Dickie, professor de Estudos Italianos na Universidade de Londres e autor do livro Delizia! Uma história dos italianos e sua comida, diz que estas características fizeram com que as massas também tenham sejam populares na indústria.

"É fácil de transportar e dura bastante. Isso é um dos fatores que contribuíram para o sucesso. Elas têm genes comerciais."

Segundo os pesquisadores, as massas sempre tiveram um aspecto global, já que suas origens não são puramente italianas. Gregos e romanos já tinham alimentos similares, mas que eram assados, e não cozidos.

A China antiga fazia pratos com massas, mas é um mito que o explorador veneziano Marco Polo tenha voltado à Itália com a receita em 1295. A teoria mais aceita hoje é a de que as invasões árabes do século oito tenham levado para a Sicília, no sul da Itália, um produto seco similar ao talharim.

Este primeiro tipo de pasta era feito com farinha de trigo da espécie Triticum durum - o chamado trigo duro - variedade na qual a região se especializou. Atualmente só é permitido fazer massas secas com este tipo de trigo na Itália.

Receita nacional
De acordo com o professor Dickie, apesar de serem consideradas uma refeição barata hoje, as massas já foram privilégio dos ricos.

"Elas já foram associadas aos prestígio, as pessoas compravam votos com massa", diz.

A imigração italiana para países da América do Norte, Central e do Sul no século 20 fez com que o prato ficasse conhecido em todo o mundo como uma receita nacional italiana.

O cozinheiro e proprietário de restaurantes italianos Antonio Carluccio, que mora em Londres, diz que, fora da Itália, o tipo de massa mais comum é o espaguete. Mas, na Itália, há 600 tipos e formas diferentes de massas, e cada região a prepara de maneira distinta.

"É gostoso com um bom molho, mas deve ser só levemente coberto com ele, senão você perde o gosto da massa", explica.

Fonte: BBC Brasil

 
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Lições Outback


A rede Outback vai inaugurar no próximo mês, seu 30º restaurante no Brasil, em São José dos Campos, SP. A previsão é de chegar ao fim do ano com 34 lojas.

O Outback não revela informações sobre o faturamento da rede, que possui um total de 988 restaurantes espalhados em 22 países.

A primeira unidade Outback no Brasil foi aberta em 1997, e hoje o país já é o terceiro em número de lojas da rede, perdendo apenas para os Estados Unidos e Coreia do Sul. Com relação a faturamento e número de clientes por restaurante, são as lojas brasileiras que lideram o ranking. Os três primeiros restaurantes do mundo em vendas e número de clientes são na ordem, as unidades de Botafogo (RJ), Shopping Eldorado (SP) e Shopping Center Norte (SP).

Em uma matéria muito bacana que saiu hoje no portal G1, da Globo, na seção de Negócios, o presidente da rede Outback Brasil, Salim Maroun falou sobre planos, práticas e história, tornando a reportagem mais uma recomendada pela nossa seção "Dicas que saíram do forno"

Para ler a matéria completa, clique no link G1. Muito recomendado!

Selecionamos algumas frases marcantes da reportagem:


“O perigo no Brasil é ser guiado pelo sucesso. Por isso eliminei a palavra sucesso do meu dicionário”

"A estratégia da empresa é construir uma base sólida para poder crescer de maneira forte e sustentável. “Eu estou com tanta pressa que vou devagar” "

"A rede não opera nenhum tipo de franquia. Em cada restaurante, há um sócio-operador, que entra com uma pequena parte do investimento e fica com parte dos lucros da unidade. “Nenhum sócio pode ter mais do que um restaurante. É dedicação exclusiva” "

"O modelo de operação centralizada um dos principais diferenciais da empresa, que busca focar na qualidade e padronização dos produtos e serviços." 

"Como outras redes americanas, funciona no modelo conhecido como ‘casual dining’, que propõe ser um avanço com relação ao fast-food, com a oferta de porções generosas, ambiente descontraído e atendimento cortês e eficiente."

“Nossa maior diferença é que tudo que servimos, com exceção do pão e do sorvete, é preparado no próprio restaurante”

“Nunca tirei férias na minha vida. Sou tão engajado com a companhia, que não consigo me imaginar fora”.




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Tamboril, o peixe-sapo que na panela vira príncipe

Fonte: por Laura Lopes para a  Revista Época

Tão feio quanto gostoso, e fácil de preparar, o tamboril sofre preconceito por parte do brasileiro por seu aspecto estranho. De textura firme e adocicada, a carne é muito usada na Europa, nos Estados Unidos e pelos coreanos. Só o Brasil não sabe o que está perdendo.

Sua carne é branca, de textura firme e sabor adocicado, razões pelas quais é chamado de "lagosta dos homens pobres" nos Estados Unidos. O tamboril, como é chamado em Portugal (aqui também é conhecido como peixe sapo), pode ser grelhado, ensopado, assado, frito, feito na churasqueira, salteado... Por isso é tão usado na Europa, nos Estados Unidos, nos países andinos e até pelos coreanos, tanto em restaurantes quando em receitas caseiras. Uma rápida passagem por duas feiras livres de São Paulo, no entanto, mostrou que os brasileiros torcem o nariz para ele, pelo simples fato de ele ser feio (horrendo, está certo).

"Os clientes veem o peixe inteiro e não têm coragem de levar para casa" é uma frase corriqueira entre os peixeiros. Segundo eles, as feiras dos bairros do Bom Retiro e Aclimação é onde mais se vende o tamboril, pela alta frequência de coreanos. Franceses e portugueses também procuram pelo peixe, e só. É de Portugal, inclusive, um dos pratos mais famosos em que ele é usado. "O arroz de tamboril é a carta de apresentação desse peixe no mundo inteiro", diz o chef colombiano Dagoberto Torres, do Suri Ceviche Bar, em São Paulo (clique aqui para ver essa receita). Em seu país natal, no Estado de Choco, o pescado é usado em receitas com leite de coco, tomate, cebola e coentro. "Essa preparação se assemelha muito à moqueca, só que um pouco mais ensopada", diz Torres, e sem o azeite de dendê. Já na costa sul do Peru, há versões de refogados com mais pimenta, ají amarijo e ají panca. "Ele aguenta um bom tempo de cocção", afirma o chef. 

Trata-se de um animal de águas profundas, de 600 a 700 metros de profundidade. Por estar sob uma pressão maior que os demais peixes, sua carne é totalmente diferente, bem como o sabor. "Os brasileiros estão perdendo a oportunidade de comer um peixe de excelente qualidade e extremamente versátil", diz Dagoberto. Segundo Isabella Masano, chef do Amadeus, especializado em frutos do mar, o tamboril é um dos peixes mais encontrados em restaurantes da França – e bons restaurantes. Lá ele é chamado de lotte e usado em receitas clássicas no lugar da lagosta, como a famosa lagosta ao termidor. "É um peixe valorizado, nobre", diz. O consumo de pescados na França e Portugal é muito maior que no Brasil, o que explica, em parte, a pouca procura pelo tamboril por aqui. Para piorar, ele ainda é pegajoso, tem couro e espinhos, ruim para quem está acostumado ao peixe de escama. "Se houvesse um esforço de tentar incluir o peixe no cardápio dos restaurantes, haveria condição de ampliar seu consumo, porque é um peixe de qualidade e dá várias possibilidade de trabalhar", afirma a chef.Em uma busca no google por receitas com o tamboril, é possível encontrar desde espetadas a pratos gratinados, fritos ou refogados. Até na salada ele é usado. 

Segundo Daniela Amendola e Márcio Silva, do Oryza – um dos poucos restaurantes de São Paulo que oferecem o peixe –, existe uma receita clássica francesa com o tamboril. "Deve-se temperar o lombo do peixe com sal, pimenta e salsinha, passar clara de ovo e enrolar em fatias de bacon defumado", diz Daniela. 

Depois disso, amarrar com barbante para firmar o bacon e selar em uma frigideira bem quente com um pouco de manteiga clarificada. A finalização é feita no forno e, para servir, é só fatiar. Segundo Márcio, que trabalhou nos Estados Unidos, o tamboril é muito usado nos restaurantes americanos. Lá ele é chamado de monkfish. Nos países mediterrâneos, é aromatizado com limão e azeite e vai para a grelha. O lombo do tamboril é muito bonito, de carne branquinha. Por isso, para Dagoberto, seria melhor negócio para o peixeiro e para o consumidor que o peixe fosse apresentado já sem a pele, em lombo. "Eu sugiro que as peixarias façam dele um peixe mais atrativo, na apresentação para o cliente", diz o colombiano. Ele é um peixe de barato – custa de R$ 8 a R$ 12 o quilo –, mas seu aproveitamento é de 40% a 50%. Isso porque quase metade do peixe é cabeça. Ou seja, na prática, esse valor dobra. Ainda assim, vale a pena. "Uma perda de 40% ou 50% não á absurda para um peixe. O cherne, por exemplo, também perde bastante", afirma Isabella.


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