quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Restaurante serve comida em uma betoneira!


Muitos estabelecimentos usam e abusam da criatividade na hora de elaborar a temática de seus ambientes. Este restaurante que mostraremos no vídeo a seguir não foi diferente, e apostou em uma ideia inspirada em um "campo de obras" para servir a refeição aos clientes!

Garçons se passando por pedreiros, trazem a comida dentro de uma betoneira, depois a transportam em um carrinho de mão até a mesa dos clientes, pegam a comida com uma espécie de desempenadeira, e depois distribuem nos pratos como se a comida fosse "massa de concreto".

Se lendo você achou inacreditável, confira a experiência no vídeo a seguir:

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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Câmara aprova obrigatoriedade de fornecimento de canudos embalados

Imagem: Morguefile

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 673/07, do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), que obriga os bares, restaurantes, lanchonetes, casas de shows e vendedores ambulantes a fornecer canudos hermeticamente embalados.

O projeto foi aprovado na forma de substitutivo da Comissão de Defesa do Consumidor que retira do texto o valor instituído para a multa, que foi considerado alto, e pune o infrator de acordo com as penas do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Além da multa, o código prevê várias outras penalidades, como apreensão do produto, sua inutilização, cassação de seu registro e proibição da fabricação.

O relator, deputado Efraim Filho (DEM-PB), recomendou o voto a favor da proposta, e como ela foi aprovada em caráter conclusivo, deve seguir para revisão do Senado.

Íntegra da proposta: PL-673/2007

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terça-feira, 28 de novembro de 2017

3 passos para medir a satisfação dos seus clientes

Dois fatores básicos podem determinar o sucesso de uma empresa: conquistar novos clientes e manter os atuais sempre satisfeitos.


Imagem: Wikimedia

Garantir boas experiências aos seus consumidores é mais barato do que investir em ações de atração, mas como medir a satisfação do cliente? Primeiro, é preciso compreender bem o que está por trás desse conceito. Trata-se de um termo bastante abstrato, o que acaba tornando difícil a sua mensuração. O entendimento que uma empresa tem sobre satisfação pode não ser o mesmo do seu cliente. Dessa forma, é necessário saber quais aspectos de fato são valorizados pela sua clientela. Além disso, é preciso ter em mente que a expectativa de uma pessoa muda a cada compra. Se ela teve um bom atendimento e recebeu um produto de qualidade, é provável que aumente suas expectativas em uma próxima compra, o que obriga o negócio a investir em um atendimento cada vez mais qualificado e manter um alto padrão de qualidade de seus produtos ou serviços. Na prática, então, não basta ter o entendimento sobre satisfação. É importante contar com uma estratégia que permita medir a satisfação do cliente — assunto de que trataremos nos próximos parágrafos.

1. Desenvolva uma estratégia de medição: A princípio, pode parecer complicado avaliar a experiência de seus clientes, mas com alguns controles simples é possível fazer uma abordagem disciplinada e bem fundamentada, que permita criar um processo constante de medição da satisfação de quem compra na loja física ou no e-commerce. De uma forma geral, podemos definir sete passos para a criação de uma boa estratégia de medição. São eles: - segmentar os clientes; definir quais experiências serão medidas; determinar as métricas que serão usadas para avaliação; criar um modelo de coleta de dados; definir as metas para a coleta de dados; identificar as experiências dos clientes; analisar, aprender, compartilhar os resultados e aprimorar o seu atendimento. Esse processo de avaliação das experiências dos consumidores é uma forma de entender como a sua empresa se relaciona com eles — ou seja, como o seu atendimento ou prestação de serviço está sendo assimilado pelas pessoas e como isso tem impactado o rendimento do seu negócio. Afinal, um cliente satisfeito é aquele que retornará ao seu estabelecimento para fazer novas compras. Além disso, ele também pode se tornar um defensor da marca e contribuir com a divulgação de seus produtos ou serviços. Por outro lado, uma pessoa que fica insatisfeita com o produto, o atendimento ou com a forma de sua empresa se relacionar acaba por transmitir uma imagem ruim do negócio. E esse impacto negativo pode trazer inúmeros prejuízos para a marca e tornar ainda mais difícil o seu processo de aquisição e fidelização de clientes.

2. Acompanhe as métricas definidas: Não basta garantir a satisfação do seu cliente. É preciso medir como foi a experiência da pessoa ao comprar um produto ou contratar um serviço, pois esse processo ajudará a estabelecer e aperfeiçoar um modelo de relacionamento junto aos seus consumidores. Por isso, é importante escolher as métricas corretas, de modo que você possa adotar um sistema de medição eficiente, que gere as informações necessárias para desenvolver o seu negócio ao mesmo tempo em que entrega às pessoas produtos e serviços de qualidade. Os indicadores ideais variam de acordo com o tipo de negócio, mas alguns são essenciais para quem deseja avaliar a satisfação do cliente e, portanto, precisam estar presentes em toda estratégia. Vejamos: Net Promoter Score (NPS): essa métrica ajuda a medir a quantidade de clientes que recomendariam sua empresa. Para aplicá-la, basta utilizar formulários online ou offline e fazer uma única pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, quanto você recomendaria o negócio para amigos ou familiares?”. A partir daí, é só calcular o resultado; Churn Rate: usada para indicar a quantidade de cancelamentos em um determinado período de tempo e o impacto financeiro dessa ação. O cálculo é feito com a subtração do total de cancelamentos pelo número de clientes ativos no início da medição; Customer Effort Score (CES): criada para medir qual o esforço necessário para um consumidor solucionar um problema com a empresa. O CES é calculado a partir de uma avaliação do cliente, que vai de 1 a 10, sobre a dificuldade de encontrar uma solução. Quanto mais próximo de 1, melhor é a experiência;
Custo de Retenção de Clientes (CRC): essa é métrica é usada para determinar o investimento necessário para reter um consumidor. Esse resultado ajuda a entender e controlar os gastos da marca;
Customer Satisfaction Score (CSAT): indicador que serve para apontar a satisfação de um cliente em um curto prazo de tempo sobre atendimento, produtos ou serviços da empresa. Novamente, essa medição acontece por meio de um questionário em que a pessoa aponta seu nível da satisfação.
As métricas descritas acima são importantes para entender o sucesso do cliente, mas existem outras formas de fazer essa avaliação. É preciso ver quais delas melhor se encaixam no perfil do seu negócio para aplicá-las.

3. Avalie cada grupo de clientes separadamente: Existem diversas maneiras de segmentar clientes — todas elas associadas ao perfil e hábitos de compras deles. O ideal é separar os consumidores em grupos de acordo com seu comportamento. Dessa forma, é possível gerar uma quantidade de informações preciosas para a empresa e que poderão orientar como se dará o atendimento e as ações de marketing para cada perfil de cliente, o que aumenta as chances de acertar na hora de se relacionar com eles. As ações de divulgação, a forma como recebe cada tipo de consumidor, em quais promoções deve investir, que tipo de brindes vai fornecer: esses e outros aspectos que influenciam na satisfação do consumidor podem ser melhor entendidos e trabalhados por meio da segmentação. 

Portanto, procure entender as pessoas que consomem e se relacionam com a sua marca para que possa desenvolver processos e ações que garantam maior satisfação do cliente, diferencie a sua empresa das demais no mercado e assegure novos negócios.


Via Dino
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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Mesa interativa permite os clientes montarem a sua pizza, sem levantarem das cadeiras!

A Pizza Hut, em parceria com a Chaotic Moon Studios, desenvolveu esta mesa com conceito interativo, onde o cliente monta a pizza do seu gosto! 

Será este o futuro de todos os restaurantes? O que você acha? Confira o conceito da mesa, no vídeo a seguir, e compartilhe com a gente a sua opinião!


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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Alimentação diferenciada abre oportunidade para negócios

Opções de cardápio podem incluir comida orgânica, vegetariana e saladas especiais

Imagem: Wikimedia

Uma pesquisa nacional, realizada pelo Sebrae, revela que há boas oportunidades para pequenos negócios que queiram investir na oferta de alimentação saudável e diferenciada. De acordo com o levantamento, apenas 6% das micro e pequenas empresas apostam nesse segmento, que é um novo nicho de mercado. Dos poucos que comercializam alimentação saudável, 56% trabalham com comida orgânica, 18% saladas especiais, 6% vegetariana e 6% produzem alimentação saudável para crianças. 

“Esses dados mostram que há oportunidades para empreendedores atentos a novos perfis de consumo, a exemplo daqueles que preferem a gastronomia sustentável. É uma tendência de consumo, o que pode gerar negócios inovadores, como restaurantes e lanchonetes especializados no público infantil ou para aqueles consumidores que preferem alimentação à base de produtos orgânicos, por exemplo”, disse a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Ela explica também que, por existir essa nova tendência, alguns varejistas preparam suas cadeias de suprimentos para trabalhar com ingredientes de origem conhecida e certificada, além de privilegiar alimentos frescos e de fornecedores locais. “Percebemos que, cada vez mais, há consumidores que buscam opções saudáveis e que estão menos tolerantes aos ingredientes artificiais”, completa a diretora do Sebrae.

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

A realidade dos restaurantes nos EUA. Será que é muito diferente da nossa?

Os restaurantes tem grande importância na economia dos EUA. Veja este pequeno vídeo para aprender cinco coisas que você não sabia sobre a indústria de restaurantes nos EUA, e compare com a nossa, aqui no Brasil:


Via Prageru
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Self-service lidera negócios de alimentação fora do lar

Entre os restaurantes de pequeno porte, esse é o sistema de atendimento
 mais comum no Brasil, revela pesquisa Sebrae

De cada dez restaurantes de pequeno porte no Brasil, seis adotam o sistema de atendimento self-service, ou comida por quilo, invenção tipicamente brasileira e bastante popular entre os consumidores. Este é um dos resultados de uma pesquisa nacional realizada pelo Sebrae sobre o perfil de pequenos negócios do segmento de alimentação fora do lar. O levantamento revela que 61% dos desses estabelecimentos trabalham como a modalidade de atendimento self-service em algum momento do dia, sendo que 47% atendem exclusivamente com esse tipo de serviço. Para o Sebrae, os números expressam a oferta de soluções práticas para o consumidor. 

“O self-service está incorporado ao cotidiano do brasileiro, que recorre a restaurantes como alternativa prática, acessível e saudável para sua refeição principal. Também é uma solução rápida para quem trabalha e precisa almoçar fora de casa. É fácil de encontrar, há variedade de alimentos e o preço é um atrativo”, diz a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, ao comentar os dados da primeira Pesquisa Nacional de Alimentação Fora do Lar, apresentada na abertura do seminário O Sabor da Experiência: o mercado gastronômico e o futuro do consumo, na terça-feira dia 10, em Brasília. 

Entre outros dados, a pesquisa aponta que restaurantes (33%) e lanchonetes (18%) somam 51% dos pequenos empreendimentos no segmento de alimentação fora do lar. Com relação ao cardápio, a maior parte dos estabelecimentos vende comida brasileira e tradicional (49%), alinhado ao perfil do consumo e do “gostinho brasileiro” por comida caseira. Outros 31% dos negócios atuam na produção de alimentos específicos ou de cozinhas segmentadas; 20% afirmam não atuar com uma cozinha específica; e 6% das micro e pequenas empresas comercializam alimentação saudável. 

“É importante destacar que, por se tratar de um segmento bastante competitivo, os restaurantes devem estar atentos às necessidades e à satisfação dos clientes, cada vez mais exigentes, bem informados e seletivos. É estratégico garantir a qualidade do atendimento, diversificar o cardápio e focar sempre na melhoria da gestão”, explica Heloisa Menezes, para quem a pesquisa apresenta uma série de dados e informações, que possibilitam uma percepção ampliada e realista dos pequenos negócios de alimentação fora do lar. 

Negócio familiar: 

A pesquisa revela que as empresas são predominantemente familiares, de micro e pequeno porte. Um exemplo é a quantidade de funcionários presentes em todas as etapas da operação do negócio - 49% dos empreendimentos possuem de uma a cinco funcionários. Outros 22% têm de seis a dez funcionários; 16% têm entre 11 a 23 funcionários; e 5% informaram ter mais de 23% na linha de produção. 

A maioria (96%) trabalha com loja própria e 86% dos entrevistados afirmaram ter apenas um negócio. Empreendedores com dois negócios somam 13%. Entre três e mais de cinco estabelecimentos são apenas 5%. 

O levantamento aponta também que os negócios estão instalados, em sua maioria, em lojas físicas (64%). Em segundo lugar, com uma proporção bem menor (14%), estão empreendedores que trabalham em casa. Apenas 12% possuem loja virtual, sendo que somente 2% usam exclusivamente essa forma de comercialização, o que indica potencial para o crescimento do uso desse tipo ferramenta. Metade das empresas (49%) realiza entrega em domicílio (delivery). Dessas, a maior parte (72%) têm operação própria, sem terceirização.

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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Mapa de calor: Como ele pode ajudar seu delivery

Mapa de calor é uma poderosa ferramenta para otimizar a logística de entregadores do seu restaurante e encontrar novas áreas de entrega para aumentar seu faturamento. O princípio é destacar em um mapa os endereços onde você tem mais pedidos de delivery e também as tentativas de pedido em áreas não atendidas.


Com a ferramenta mapa de calor, donos de restaurantes podem colher feedbacks sobre a área de entrega e melhorar a performance do delivery. Podem também otimizar a logística de entregadores e encontrar novas áreas de entrega para aumentar o faturamento. O princípio é destacar em um mapa os endereços onde tem mais pedidos de delivery e também as tentativas de pedidos em áreas não atendidas.

Imagem de divulgação

O objetivo da ferramenta é ajudar donos de restaurantes em sua operação de delivery, fazendo com que conheçam melhor sua área de entrega. Allan Panossian, fundador do Delivery Direto, destaca que: "o mapa de calor é uma ferramenta simples que possibilita donos de restaurantes a traçarem estratégias para aumentar vendas e melhorar os processos do seu delivery. Nossos clientes têm uma ferramenta de análise estratégica indispensável para o crescimento futuro do seu negócio."

De forma bem didática, a ferramenta pode ajudar a direcionar vendas de forma inteligente. Allan destacou três funcionalidades que podem direcionar vendas pelo delivery de forma inteligente. Além de melhorar também o atendimento de suas necessidades operacionais.

Conheça a localização de quem mais pede: 
Os mapas de calor mostram com exatidão a localização onde se concentram os pedidos de delivery em seu restaurante. E, com isso, é possível observar também as áreas com menor quantidade de pedidos. É uma forma de conhecer a localização dos clientes, o que colabora para direcionar a estratégia de marketing do restaurante.
Em áreas com menor aglomeração de clientes, uma boa ideia é direcionar onde fazer as propagandas do restaurante. Seja realizar panfletagem com cupons de desconto ou divulgar promoções nas redes sociais de forma geolocalizada. Essas ações podem garantir um aumento significativo das vendas em áreas ainda pouco exploradas.

Expanda a área de entrega para os locais certos:
Imagine contar com uma ferramenta que pode direcionar os rumos do crescimento do restaurante! Esta é mais uma funcionalidade do mapa de calor.
Com ele, você pode visualizar em quais localidades um possível cliente tentou pedir, mas não obteve sucesso já que estava fora da área de entrega. Observando este mapa, seu delivery pode se desenvolver nos locais certos, onde já existe esta demanda garantida.

Melhore a logística:
Ter noção dos locais onde os clientes mais fazem pedidos possibilita maior velocidade na entrega. Estes dados são importantes para estudar os melhores trajetos para o motoboy. Dessa maneira, é possível evitar ruas com maior tráfego ou traçar o caminho mais rápido.
Outro ponto é separar a força de delivery por locais. Sabendo os pontos de maior concentração de pedidos, você pode dividir melhor seus motoboys e entregar mais pedidos em uma só viagem.

Sobre o Delivery Direto:
O Delivery Direto foi fundado em 2016 pelos mesmos criadores do guia Kekanto e recebeu investimento da Accel Partners, principal fundo investidor do Facebook e Spotify, e a Kaszek Ventures, investidora do Nubank, Netshoes e GuiaBolso. Em Janeiro deste ano, foi investido pelo programa de aceleração do Google no Vale do Silício, o Google Launchpad.

Com apenas um ano de vida, já conta com mais de 500 clientes espalhados em todo Brasil, incluindo grandes marcas como Balada Mix (RJ), Bacio di Latte (SP), Dinho's (SP), Sushi Rão (RJ), Pittsburg (Natal) e Desfrutti (SP).

Tel: 4020-6706 (todo Brasil)
WhatsApp: (11) 96993-5555


Via Dino
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Rede de fast-food usa “It: A Coisa” para fazer piada com concorrente: “Nunca confie em um palhaço”

Se nós estivermos atentos, podemos aproveitar muitas oportunidades para fazer marketing! Você já tinha pensado em utilizar os créditos ao final de um filme, no cinema, para divulgar a sua marca? Foi o que a rede de fast-food Burger King fez, lá na Alemanha.

Imagem: YouTube
Eles usaram o filme mais comentado do momento para alfinetar o seu concorrente. A campanha foi utilizada ao final da estreia do filme “It: A Coisa”, remake da obra de Stephen King. Intitulada de “Never Trust a Clown”, a campanha projetava logo após o termino do filme, a mensagem. "Moral da história: nunca confie em um palhaço”, em clara alusão ao ícone do seu maior concorrente, o McDonald’s, e seu palhaço Ronald.

Confira o vídeo da ação!


Fonte: B9
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Comissão rejeita projeto que proíbe cobrança de embalagem usada para guardar sobra de refeição

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei 5235/16, do deputado licenciado Dr. João, que proíbe restaurantes, bares e lanchonetes de cobrar a embalagem usada para guardar a sobra de comida não consumida no estabelecimento. O parecer do relator, deputado José Carlos Araújo (PR-BA), foi contrário à proposta. Ele a considera “uma interferência direta do Estado na atividade econômica privada, cerceando a liberdade assegurada pela Constituição para o livre exercício da atividade comercial”.

Além disso, Araújo acredita que a penalidade prevista na proposta é muito elevada. O projeto prevê multa de 100 vezes o valor cobrado pela embalagem para quem descumprir a regra.

A proposta já foi aprovada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço, na forma de substitutivo. O texto permite a cobrança da embalagem para o transporte dos alimentos remanescentes, criando a obrigação, no entanto, de que o consumidor seja informado de maneira clara sobre a cobrança.


Tramitação:
O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ); e pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

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