terça-feira, 4 de abril de 2017

Le Cordon Bleu do Japão lança diploma de cozinha japonesa e inicia recrutamento para o curso do outono de 2017

Imagem de divulgação

Em resposta ao aumentado crescimento internacional do mercado de cozinha japonesa, desde que a UNESCO reconheceu a 'washoku' como uma herança cultural intangível, a Le Cordon Bleu do Japão está lançando um programa de diploma de cozinha japonesa. Como uma líder mundial em educação culinária e de hospitalidade, com uma rede de mais de 35 instituições em mais de 20 países, a Le Cordon Bleu se serviu de mais de 120 anos de expertise para criar este novo programa.

Este programa de quatro níveis cobre uma gama abrangente de tópicos, para proporcionar aos estudantes uma linha completa de habilidades e conhecimentos relacionados com a autêntica cozinha japonesa. Eles vão embarcar numa jornada para descobrir um mundo totalmente novo de habilidades técnicas, metodologias de cozimento, ingredientes especializados, equipamento e utensílios de mesa aplicados a mais de 200 receitas da cozinha japonesa tradicional, regional e moderna.

Imagem de divulgação

Cada nível do programa é complementado por atividades de pesquisa exclusivas do setor e experiências interativas de aprendizado. Essas atividades oferecem insights de vida real na profunda cultura e etiqueta por trás da cozinha japonesa. 

Ilyoung HONG, diretor representante da Le Cordon Bleu do Japão, afirma que a Le Cordon Bleu do Japão foi aclamada como o primeiro instituto internacional de culinária a emitir a certificação "Sabor do Japão" ("Taste of Japan") para habilidades de cozinha japonesa em países estrangeiros, criada com base em diretrizes oficiais estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Pescas (MAFF, em inglês). Os futuros diplomados vão receber o distintivo "Sabor do Japão", em bronze e prata, junto com um diploma da Le Cordon Bleu, dando-lhes credibilidade e reconhecimento no setor da culinária, em níveis local e mundial.

O recrutamento começou agora para o próximo curso de outono. O programa é oferecido em inglês e os instrutores são especialistas japoneses de áreas relevantes. Este programa de seis meses e 531 horas inclui quatro níveis de certificado, desde iniciante a superior.

Outras informações sobre o diploma de cozinha japonesa:
https://www.cordonbleu.edu/tokyo/japanesecuisine/en

Para mais informações sobre "Sabor do Japão":
http://www.maff.go.jp/j/shokusan/syokubun/pdf/chori_o_e.pdf

Fonte: Le Cordon Bleu Japan
Via PR Newswire
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Câmara aprova projeto que regulamenta uso da gorjeta

Pela proposta, pequenas empresas poderão reter até 20% das gorjetas para pagar encargos sociais; o valor restante deve ser revertido integralmente em favor do trabalhador


Imagem: Creative Commons

O presidente Rodrigo Maia apoiou a aprovação do projeto e do regime de urgência solicitado pelo deputado Efraim Filho (DEM-PB)

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (21), o substitutivo do Senado para o Projeto de Lei 252/07, que regulamenta o rateio da gorjeta. A matéria será enviada à sanção presidencial.

De acordo com o substitutivo, a gorjeta cobrada por baresrestaurantes, hotéis, motéis e estabelecimentos similares não é receita própria dos empregadores e se destina aos trabalhadores, devendo ser distribuída segundo critérios de custeio e de rateio definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Se não houver previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho, os critérios deverão ser definidos em assembleia geral dos trabalhadores. Entretanto, limites são definidos pelo projeto.

Tributos:
As empresas que participam de regime de tributação federal diferenciado, como o Simples Nacional, deverão lançar a gorjeta na nota fiscal de consumo e poderão reter até 20% de sua arrecadação, conforme previsto em convenção ou acordo coletivo, para pagar os encargos sociais, previdenciários e trabalhistas derivados da sua integração à remuneração dos empregados. O valor restante deve ser revertido integralmente em favor do trabalhador.

No caso das empresas não inscritas em regime de tributação federal diferenciado, poderão reter até 33% do arrecadado com gorjetas, seguindo as demais regras: lançamento na nota e rateio entre os empregados do restante.

Carteira de trabalho:
Em todo caso, as empresas precisarão anotar na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no contracheque de seus empregados o salário contratual fixo e o percentual recebido a título de gorjeta. As empresas deverão anotar também na carteira o salário fixo e a média dos valores das gorjetas referente aos últimos 12 meses.

Desde que cobrada por mais de doze meses, a gorjeta será incorporada ao salário do empregado se a empresa parar de cobrá-la, salvo o estabelecido em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Para acompanhar e fiscalizar a cobrança e a distribuição da gorjeta, nas empresas com mais de 60 empregados, será constituída comissão de empregados eleitos em assembleia geral convocada para esse fim pelo sindicato laboral. Nas demais empresas, será constituída comissão intersindical para esse fim.

Se for comprovado o descumprimento das regras do projeto para retenção de valores para encargos sociais e repasse da gorjeta, o empregador pagará ao trabalhador prejudicado, a título de multa, o valor correspondente a 1/30 da média da gorjeta por dia de atraso. A multa será limitada ao piso da categoria, assegurados o contraditório e a ampla defesa.

Esse limite do piso da categoria será multiplicado por três caso o empregador seja reincidente, assim considerado aquele que, durante o período de 12 meses, descumprir as regras do projeto por mais de 60 dias.
As novas regras entrarão em vigor depois de 60 dias da publicação da futura lei.


ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
PL-252/2007
Reportagem - Eduardo Piovesan
Edição - Roberto Seabra

Via 'Agência Câmara Notícias'.

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Restaurantes criam sushis híbridos

A paixão mundial pelo sushi está rendendo combinações criativas por aí... Na Califórnia, descobrimos dois restaurantes que desenvolveram versões inusitadas com o prato japonês.

O Norigami Tacos é um restaurante pop-up, que fica ao sul do estado norte-americano. Lá eles transformaram a forma de servir sushi, preparando as algas no formato de um taco mexicano. Os outros ingredientes completam o sushi, como o recheio do "taco de alga".

Imagens: Instagram Norigami Tacos
 Parecem apetitosos, não?

Imagem retirada do vídeo Insider food 

Também na Califórnia, em Orange County, o restaurante Project Poké criou o "sushi-donut". Eles recheiam anéis de arroz com abacate e atum picante, e cobrem com masago, repolho, pepino, e peixe cru. Fica uma verdadeira rosquinha de sushi, veja só o resultado no vídeo a seguir:


Gostou das ideias? Você também faz um sushi diferente em seu restaurante? Compartilhe com a gente!

Fontes: Foodiggity
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Tendências gastronômicas para 2017

Como já virou tradição, não poderíamos deixar janeiro passar sem publicarmos o post com as tendências gastronômicas para o ano! Reunimos aqui um apanhado com o estará em alta no mundo gastronômico, em 2017. Confira a lista seguir, e comece o Ano-Novo inovando em seu cardápio:

Imagem: Wikipedia

1. Os vegetais serão os protagonistas!

A comida vegetariana está assumindo um papel de protagonista, e tudo parece indicar que, em 2017, a preferência dos clientes por esse tipo de produto aumentará. Grão-de-bico, milho, leguminosas, e cogumelos tomarão o posto das carnes. Haverá o crescimento do vegetarianismo e do veganismo, e o aumento de carnívoros que irão buscar alternativas à carne de todo dia. E a jaca será a estrela desta tendência, se destacando como uma grande substituta da carne. A fruta virou a melhor amiga dos vegetarianos e até de quem quer reduzir a quantidade de carne na alimentação. Além de ser rica em vitaminas, seu sucesso deve-se ao fato de sua textura lembrar frango ou carne desfiada, e pelo sabor neutro e não-adocicado. Será cada vez mais fundamental contar com receitas vegetarianas em sua oferta gastronômica, para atrair clientes inclinados a essa tendência e aumentar os seus lucros.

Imagem: Wikipedia

2. Trashcooking – cozinha sem desperdício: 

Utilizar caules, cascas e tudo o que antes era descartado. Uma das tendências em crescimento é a do trashcooking, que consiste em aproveitar tudo na cozinha para reduzir os desperdícios e contribuir com a saúde do planeta. Esta tendência oferece uma boa oportunidade para os restaurantes, pois permite inclusive que economizem em matéria-prima, aproveitando peças como peles, tendões e entranhas para elaborarem pratos criativos e deliciosos. Uma ação que também pode funcionar para atrair clientes curiosos pela nova cozinha consciente

3. Melhor se for orgânico!

Comer de forma saudável também é um hábito de consumo que aumentará em 2017. A consciência ecológica toma dianteira, os consumidores estão cada vez mais escolhendo comidas feitas com produtos orgânicos, pois percebem os benefícios em termos de saúde e também em relação ao sabor dos alimentos.

4. Sardinhas: 

Por serem ricas em proteínas e ômega-3, e ainda por cima baratas, as sardinhas aparecerão em versões mais modernas nos cardápios, em 2017.

5. Mocktail - bebidas sem álcool:

Trata-se de uma tendência à oferta de bebidas não alcoólicas, preparadas à base de frutas, vegetais, especiarias e ervas, com muita sofisticação e criatividade. Suco de melancia, água de cacto, ou aloe-vera são valorizados não apenas por serem refrescantes, mas também por seus nutrientes. Haverá uma série deles em todos os bares mais antenados!

6. Cabra:

Esta será a carne de 2017. Com menos gordura do que a maioria das outras, inclusive que a do frango, ela é rica em proteínas e super leve. O “boom” começou com o leite de cabra, e agora será a vez da sua carne. Existe um movimento que considera que o caldo de osso de cabra tem propriedades mágicas para as articulações, cérebro e intestino.

7. Cardápio cosmopolita: 

A globalização permite que consigamos ingredientes de qualquer canto do planeta, para incluirmos em nossas receitas. Isso faz com que a gastronomia se torne cada vez mais mista, criando inúmeras fusões deliciosas.

Dados da empresa Mintel confirmam um crescimento de 41% de produtos elaborados com ingredientes de origem africana na Europa, por exemplo. E não só nas cozinhas de restaurantes mais vanguardistas, mas inclusive na oferta de redes de alimentação, onde já é possível desfrutar de produtos com influências desse continente. Também se registra um crescimento de receitas e produtos das cozinhas filipina, malaia e polinésia.

8. Seguindo o seu dosha:

Dosha é a caracterização do perfil biológico do indivíduo, de acordo com o Ayurveda. Existem três doshas: Vata, Pitta e Kapha, sendo que cada um apresenta suas determinadas características. Todas as pessoas possuem os três doshas, mas em proporções variadas. A partir de 2017, as pessoas comerão de acordo com o dosha de cada um.

9. Cerveja ácida:

Tradição na Bélgica, as 'sour beers', ou cervejas ácidas, estão ganhando espaço por aqui e prometem ser a aposta cervejeira para 2017. Aliás, é possível encontrar marcas nacionais que investem no sabor, como cervejarias mineiras e paranaenses. O sabor ácido provém de frutas cítricas, como a de cupuaçu, por exemplo. O resultado é um sabor extremamente ácido, refrescante, com aroma frutado, de coloração dourada e nada de amargor.

Imagem: Morguefile

10. Bowls:

A refeição em bowl vem com tudo, neste ano! A louça é a preferência da geração dos Millennials, pois nela você pode oferecer pratos mais personalizados. Massas, arroz, e saladas que misturam vários ingredientes frescos, e onde você consegue misturar sabores e molhar pães, dando aquele toque informal à refeição. E dentre os pratos oferecidos no bowl, é a salada que ganhará a maior preferência do público. 

Depois das saladas no pote, a tendência da vez para 2017 são as saladas na tigela, ou bowls saudáveis. As saladas são tão completas que trazem em uma refeição, todos os nutrientes necessários para repor as energias. 

Imagem: Free Great Picture

11. Cozinhar a vácuo (sous-vide):

O slow cook fez sucesso no ano que passou. Para nós brasileiros, é o cozimento feito na famosa panela de pressão: devagarinho, sem pressa, garantindo a melhor suculência do alimento. O conceito continua, mas agora a tendência da vez é a famosa técnica sous-vide, que, em francês, quer dizer “sob vácuo”. A técnica refere-se a um método de cozinhar em sacos plásticos selados a vácuo em baixas temperaturas por um tempo maior que o tradicional.
A embalagem a vácuo previne a perda evaporativa de sabores voláteis e umidade durante o cozimento, e inibe sabores estranhos gerados pela oxidação. Porém, é preciso usar o plástico correto e apropriado para alimentos. Além disso, é possível colocar um temperinho junto ao alimento cru para já sair com um sabor especial.

12. Freakshakes: 

Mais que um milk-shake, são a combinação de sorvete, donuts, bolos, xaropes, brownies, creme, coberturas e, cupcakes... tudo junto e misturado! Os "freakshakes" são servidos em jarras que são verdadeiras torres de calorias, e são um produto da tendência foodporn, o que garante muitos compartilhamentos nas redes sociais, com as imagens dos pratos incríveis e apetitosos.

Se você for servir estes freakshakes em seu restaurante, garanta que o wi-fi de seu estabelecimento dê conta de atender a demanda de seus cliente, pois vai bombar de gente querendo postar fotos de seus produtos!

O que achou das tendências gastronômicas? Pretende implementar alguma delas em seu cardápio?

Fontes: O Globo
              Guia da Semana
              The Fork Manager
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Efeito speed nas novas embalagens de delivery do KFC

Para o cliente, nada melhor que um delivery que seja rápido, e entregue o pedido direitinho, sem qualquer erro, em perfeito estado, com a comida quentinha e pronta para comer! Querendo reforçar este conceito de rapidez na entrega, o KFC da Tailândia criou uma edição limitada de embalagens super criativas, que simulam o efeito de velocidade.

Imagem de divulgação

As embalagens foram desenvolvidas para os copos, batatas-fritas, e para o famoso balde de frango frito da rede. A intenção do KFC é que suas novas embalagens sejam guardadas e utilizadas muitas vezes, divulgando os serviços rápidos prestados pelo seu delivery. 


Imagens de divulgação

Legal, não? Curtiram a ideia?

Fontes: Comunicadores
              Update or Die

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

VocêQPad muda experiênica de consumidores em restaurantes

Disponível nas versões iOS e Android, aplicativo permite pedir e pagar refeições diretamente do smartphone



Ir a um restaurante e não precisar aguardar o garçom para fazer o pedido ou não enfrentar filas para pedir no balcão já é possível. Disponível gratuitamente nas versões iOS e Android, o VocêQPad, aplicativo de autoatendimento, muda a experiência dos consumidores nos restaurantes e permite pedir e pagar por refeições fora de casa diretamente de um smartphone.

“Ter autonomia para fazer os pedidos e pagamentos com agilidade e do jeito que o cliente quiser é uma realidade em diversos países do mundo. Criamos nossa ferramenta para transformar o que hoje são reclamações comuns de brasileiros no consumo fora do lar em uma experiência totalmente diferenciada”, explica Rafael Arb, CEO e co-fundador do VocêQpad.

Para os consumidores, a ferramenta proporciona rapidez no atendimento, visualização total do menu e oferece dois tipos de serviços, o de mesa ou balcão. Em um estabelecimento com serviço de mesa, o cliente abre o app e lê o QR Code posicionado na mesa. Com isso, é possível visualizar o cardápio completo com imagens, acompanhamentos, valor dos pratos e enviar as escolhas diretamente para a cozinha, já que o sistema é integrado com o do estabelecimento. Outro benefício é que o pagamento pode ser realizado diretamente pela ferramenta, sem ter que aguardar a máquina do cartão.

Já na opção serviço de balcão, típica das praças de alimentação, a ferramenta permite que o cliente escolha o que deseja consumir antes mesmo de chegar ao estabelecimento, agilizando a preparação do prato. A senha é enviada automaticamente após a realização do pagamento, evitando que o cliente 
precise aguardar na fila. Em ambos os serviços, o pagamento pode ser feito diretamente pelo app, por meio de um Vale Refeição, cartão de crédito ou Paypal.



“Em um restaurante de mesa em São Paulo, o tempo médio para um cliente conseguir chamar o garçom e pagar a sua conta é de 8 a 12 minutos. Com o aplicativo, o tempo cai para 1 minuto. Em restaurantes de balcão, 76% dos brasileiros já desistiram de um consumo devido às longas filas. Com o VocêQpad, isso não vai mais vai acontecer”, comenta Arb. 

Para os estabelecimentos, os benefícios são percebidos na melhora do nível de serviço, na maior agilidade de atendimento e no aumento do ticket médio. "Nós constatamos que nossa plataforma aumenta em até 15% a velocidade de atendimento e proporciona um ticket médio até 25% maior. Além disso, o uso do app permite que os garçons e atendentes tenham mais tempo para um atendimento diferenciado dos consumidores ”, complementa.

Lançada em setembro de 2014, em fase embrionária, a ferramenta passou por um longo processo de aperfeiçoamento até abril deste ano, quando ganhou as funcionalidades que possui hoje. Com isso, a plataforma conquistou novos parceiros, passando de 16 a 180 clientes, entre eles, Risotto Mix, Que Pankeka, Johnny Rockets, 10 Pastéis, Lig Lig, Busger, Spremutto, entre outros. 

O preço para o restaurante usar o serviço é de até R$ 199,00 por mês. “Seguindo esse ritmo de aceleração, queremos atingir 850 estabelecimentos até o final de 2017. Nossa ideia é que as pessoas possam decidir onde querem comer pela fome, e não pela fila ou longas esperas. Por isso, trouxemos mais uma facilidade ao consumidor, que já se habituou a utilizar aplicativos no seu dia a dia”, finaliza Arb.

Sobre VocêQpad:

Lançado em setembro de 2014, em fase embrionária, o aplicativo de autoatendimento para restaurantes possibilita a seus usuários pedir e pagar suas refeições fora de casa diretamente do smartphone. Disponível gratuitamente para sistemas Android e iOS, o VocêQpad possui em uma única ferramenta dois diferentes tipos de atendimento, serviço de mesa e balcão, além da opção de pagar diretamente na plataforma por meio de Vale Refeição, cartão de crédito ou PayPal.

Sobre Rafael Arb:

Formado em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli – USP), Rafael atuava na área de vendas e marketing de uma grande multinacional quando teve a ideia de criar uma solução que facilitasse o atendimento dentro de restaurantes, depois de diversas experiências negativas nesse sentido. Por isso, deixou seu cargo para se dedicar exclusivamente ao projeto inovador. Assim surgiu o VocêQpad, com a missão de aumentar a agilidade e eficiência do atendimento em bares, restaurantes e fast foods.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Aplicativo Bonuz aumenta as vendas em troca de ofertas no varejo físico

Com mais de 100 mil usuários em média por mês, plataforma pretende empoderar os franqueados e revolucionar o setor, que sofre com a redução das vendas no PDV


Levar a tecnologia e a experiência do consumidor, que são marcas do comércio digital, para o varejo físico, aposentando os velhos cartões de fidelidade em papel. Essa é a proposta do Bonuz, aplicativo de conexão e que oferece fidelização, criado pela empresa de tecnologia e inovação SumOne, que atende marcas e estabelecimentos de food service, além de impactar diretamente o consumidor final. Por meio da solução, o cliente pode usufruir de ofertas dessas redes e em troca, disponibiliza as informações estratégicas sobre o seu consumo. Disponível nos sistemas Android e iOS, o app é gratuito e foi adotado em 20 marcas e 1,5 mil estabelecimentos nacionais do ramo da alimentação, como o Subway, a maior rede de fast food mundial. O Bonuz já conseguiu aumentar em até 70% a frequência de visita do consumidor aos estabelecimentos parceiros. 

Presente em todos os Estados brasileiros, a SumOne tem como clientes, além da Subway e da Pizza Hut, no Rio de Janeiro, outras redes nacionais, como Spoleto, Giraffas, Megamatte e Koni. O Bonuz é o maior programa de fidelidade para o food service no Brasil e a meta é chegar em 7 mil pontos de venda até 2018. “Já alcançamos resultados bastante significativos com os nossos clientes: um ROI de 15 vezes o valor do investimento, o que significa sete vezes mais que as ações tradicionais no varejo físico, e um aumento de 36% no ticket médio. Isso é muito importante, ainda mais para um setor que, no ano passado, registrou uma redução de 6,8% no fluxo de pessoas no PDV”, afirma Marvio Alencar, cofundador e diretor da SumOne. 

Como funciona

Para usufruir os benefícios do Bonuz, o usuário deve baixar o aplicativo gratuitamente para sistemas Android ou iOS, se cadastrar ou logar com o Facebook. A ideia é que, da mesma forma do cartão fidelidade de papel, o usuário passe a acumular selos, como uma forma de pontuação online. Ao fazer a compra em uma loja física, o consumidor tira a foto do cupom fiscal e recebe um selo na “cartela”. Depois de acumular seis selos, é possível escolher uma oferta disponível pelo estabelecimento e retirá-la presencialmente na loja física. 

Cada marca tem sua “cartela” específica e a sua própria política de funcionamento. Assim, a cada compra que o usuário fizer em qualquer loja do Spoleto, por exemplo, ele envia o cupom e junta os selos. Quando atingir a quantidade mínima para poder resgatar uma oferta, ele pode fazer o resgate em qualquer uma das lojas da mesma marca. A validade dos selos, geralmente, é de 60 dias e para algumas marcas específicas, são 90 dias.

Já as franqueadoras de food service pagam uma mensalidade fixa pelo produto e o estabelecimento franqueado fica responsável por uma taxa variável, dependendo das interações do usuário com as marcas. Dessa forma, as franquias passam a fazer parte do programa de fidelidade em conjunto com as outras lojas inscritas. Em contrapartida, há um investimento da franqueadora em setup tecnológico e em consultoria inicial para formatação das mecânicas de fidelidade, definição de estratégia de marketing, treinamento e onboarding dos estabelecimentos parceiros. 

História

A idealização do Bonuz começou em 2013, a partir do desejo de Marvio Alencar — empresário com experiência executiva em empresas, como Souza Cruz e Coca-Cola, em áreas ligadas ao trade marketing, varejo físico e marketing de marcas — de transformar a experiência do usuário no varejo físico. Em setembro do mesmo ano, o empresário criou o protótipo inicial do Bonuz e começou os testes. 

Em 2015, os sócios Lucas Prim, Carlos Eduardo Souza e Paulo Hashimoto, fundadores do Kimitachi/Gokoni, entraram para agregar o conhecimento de negócios digitais, técnico e tecnológico da experiência do usuário à iniciativa. “Diferentemente do varejo online, as lojas físicas não trabalhavam com a experiência do consumidor, não sabem quem eles são, do que gostam ou não gostam. Não há um canal de comunicação e o relacionamento necessário para uma boa gestão”, comenta Prim, cofundador e CEO da empresa. 

Em meados do mesmo ano, surgiu a SumOne. De lá para cá, o modelo de negócio foi revisto, a empresa investiu no Bonuz e no aplicativo correlato, o Companion, e conseguiu se consolidar entre os maiores players do mercado.

Novidade: o Companion

Em junho de 2016, a SumOne lançou uma solução complementar ao Bonuz, mas voltada ao segmento B2B, para facilitar o acompanhamento de resultados por parte das marcas. “O Companion é o coração da proposta de trabalho da nossa empresa”, declara o CEO. Por meio do aplicativo, a loja acessa informações coletadas via Bonuz em tempo real, como a quantidade de clientes que usam o aplicativo por estabelecimento, cupons recebidos, recompensas trocadas e feedbacks dos consumidores. O objetivo é que os dados auxiliem os estabelecimentos a serem mais assertivos e ágeis nas decisões estratégicas dos negócios. 

A SumOne

A SumOne é uma empresa de tecnologia e inovação focada em levar resultados para seus parceiros com conexão entre marcas e clientes por meio de relações “ganha-ganha”. As soluções atendem, inicialmente, o varejo físico, especificamente o food service. A empresa, que tem sede operacional em Florianópolis (SC) e sede comercial no Rio de Janeiro (RJ) , é responsável pelo desenvolvimento do Bonuz, seu principal produto - voltando ao consumidor final - e do Companion - produto correlato e B2B. Entre os 20 clientes, estão redes como a Subway, maior empresa de fast-food do mundo, Giraffas, Spoleto, Koni e Megamatte. Até o início de agosto, eram 1,5 mil estabelecimentos participantes e a meta é alcançar 7 mil pontos de venda até 2018. Em maio de 2016, a empresa recebeu aporte do fundo Cventures Primus, no valor de R$ 3 milhões.

Via Dialetto
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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Empresários reinventam modelo de restaurante e criam "Subway" da culinária regional brasileira

Sócios viajaram para Estados Unidos e Europa em busca de ideias para o negócio

Imagem: Dino

O setor gastronômico é um dos mais expressivos no mercado brasileiro, seja por sua diversidade culinária ou pela rentabilidade visível. Um dado compartilhado pela Fiesp apontou que, em 2015, o setor teve aumento de 35% em relação ao número de novos empreendimentos abertos. O número crescente de restaurantes abertos aponta para outra realidade: o aumento no hábito de comer fora de casa. De acordo com o Instituto de Foodservice Brasil , a projeção para o segmento de alimentação fora do lar é de 7,7% para este ano, superior aos 6,2% registrados no ano passado. O faturamento, por sua vez, está estimado em R$ 60 bilhões. Atualmente, há diversos modelos de negócios que chamam a atenção dos consumidores, um exemplo são franquias no estilo “Subway” e “Spoleto”, empresas que disponibilizam um serviço de “customização” da própria refeição, na qual o cliente paga por diferentes opções de ingrediente e escolhe os acompanhamentos. Ainda assim, muito do que é oferecido segue um padrão de “fast-food” que nem sempre supre todas as necessidades da população. E comer fora de casa não significa deixar de gostar da comida caseira. Há, por outro lado, restaurantes que inovam no setor e trazem justamente o melhor da culinária brasileira para o cotidiano corrido das pessoas. 

Customização, preço acessível e culinária regional brasileira. Criado há 13 anos por Cleber Teixeira e Estéfano Flenik, o restaurante Brasil Vexado é um exemplo de franquia que traz inovação para o setor gastronômico. Isso porque seu cardápio é focado na culinária regional brasileira onde o ingrediente principal é a carne de sol. “De início, era somente uma disk-entrega de carne de sol no Distrito Federal (Brasília). Hoje, é uma rede com 10 restaurantes e mais 5 com previsão de abertura para os próximos meses”, afirma Teixeira.

A “reinvenção” do Brasil Vexado ocorreu em 2014, durante a crise, momento em que os empresários ainda não haviam vendido nenhuma franquia no ano. Então, ao realizarem uma viagem para os Estados Unidos e alguns países da Europa, decidiram se basear em outras franquias para, assim, melhorar o modelo de negócio do restaurante. "Conseguimos unir tudo que um cliente espera de um restaurante: rapidez, preço baixo, customização e muito sabor, tudo ao mesmo tempo", explica Cleber. 

O modelo desenvolvido assemelha-se muito ao "Subway", citado anteriormente. O cliente chega ao balcão onde a comida está exposta e solicita ao colaborador para montar seu prato. O colaborador, por sua vez, compõe a refeição com até 4 acompanhamentos - de acordo com as solicitações do cliente. Por último, escolhe uma carne, um molho e já realiza o pagamento no caixa. O preço é cobrado pelo tipo de carne, a partir de R$ 14,90.

Para o franqueado, houve ganhos também. "O investimento de R$ 300 mil é muito baixo para uma franquia de restaurante e, também, como a operação é mais simples o trabalho do franqueado ficou mais fácil", ressalta Teixeira.

O custo operacional mais baixo possibilitou melhores preços no cardápio e, consequente, aumento das vendas, com o faturamento médio das lojas de R$ 150 mil. Com todos estes atributos a rede conseguiu crescer quase 100% neste ano da pior crise da história brasileira. "Com o modelo desenvolvido, estamos muito preparados para a expansão nacional", finaliza o empresário.

Via Dino
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Contra a crise, novidades no forno

Pesquisa aponta que 47% dos empresários do setor de alimentação planejam implementar novos serviços este ano, como promoções e delivery

Imagem: Pixabay

O cenário para o setor de restaurantes não é nada animador. Levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) mostra que um a cada seis empresários avalia dar fim ao negócio ou repassar o ponto nos próximos meses. E o motivo da decisão em 84% dos casos é o prejuízo acumulado pela empresa diante do aumento de custos e queda no faturamento. Para sobreviver nesse período de dificuldades, 47% dos empresários do setor afirmaram que pretendem implementar novos serviços em 2016, como mostra uma recente pesquisa do Sebrae-SP sobre o setor.

É o caso do empresário João Batista Carvalho, dono das pizzarias JR e Kariel, na zona norte de São Paulo, que está quebrando a cabeça para pensar em promoções e fazer os cálculos para compor um preço atrativo sem ficar no prejuízo. Em alguns casos, ele chega a vender pelo preço de custo para atrair novos consumidores. “Estamos sempre mexendo nas promoções”, afirma Carvalho, que também aderiu aos aplicativos de entrega de comida em casa.

E não dá para deixar os descontos de fora. Do total das vendas, cerca de 40% são de produtos na promoção. “Estou no ramo há mais de 15 anos e esse é o período mais difícil de toda a minha vida. Os custos aumentaram, mas não podemos repassar para o cliente. Não tem como”, desabafa Carvalho, que ainda precisou ajudar na pintura do estabelecimento com mais dois profissionais. “Hoje não adianta só entregar folheto nos bairros. As promoções ajudam muito, mas é preciso conhecer o produto para não ficar no prejuízo”, completa.

Algumas estratégias de Carvalho, como a promoção e o incremento no delivery – estão dentro daquilo que a pesquisa do Sebrae-SP identificou como prioridades dos empresários do setor de alimentação. Entre as ações escolhidas pelos entrevistados para implantação nos próximos meses estão a diversificação do cardápio (citada por 88%) e, logo depois, fazer promoções, apontada por 79% dos proprietários. Oferecer produtos mais saudáveis é a opção de 64% dos entrevistados e o delivery também é uma saída para grande parte dos empreendedores: 61% deles pretendem adotar esse serviço.

Para metade dos empresários, vender marmitex é um passo importante para manter o negócio aberto diante da crise. Já 46% pretendem vender produtos diferenciados que a concorrência não vende, enquanto 39% visam se adaptar e implementar aplicativos para expandir as vendas. E 24% querem fazer vendas por meio de cupons em sites de compra. A pesquisa foi realizada tanto com empresários que já tiveram contato com o Sebrae-SP como aqueles que nunca foram atendidos. O estudo ainda aponta que 30% dos que já passaram por atendimento e fizeram cursos de gestão e capacitação conseguiram melhores resultados. 

De acordo com a consultora do Sebrae-SP Maisa Blumenfeld, a entidade já atua fortemente com o segmento de alimentação fora do lar por meio de projetos e produtos específicos para a gestão do estabelecimento e, a partir do resultado da pesquisa, irá intensificar as ações e atrair novos empresários para que eles passem por capacitação e aprimoramento. “Os empresários mais preparados são os que têm mais condições de superar a crise. A qualidade dos serviços prestados, atendimento diferenciado, relacionamento com cliente, atenção aos detalhes, além de ofertar produtos e serviços em que o cliente perceba a boa relação custo-benefício, com certeza serão levados em conta na escolha do cliente”, diz.

Comida natural:

O restaurante vegetariano Vila das Rosas, em São Paulo, passa por um momento “curioso” na definição de Alexandre Attia, sócio do local junto com a mãe, Marie. “Começamos a ficar conhecidos, mas o crescimento que estávamos esperando parou. Tínhamos a expectativa de crescer, de que o negócio seria mais rentável, mas o crescimento não se manteve. Os clientes que vinham de três a quatro vezes por semana diminuíram a frequência”, conta Alexandre, que estuda incluir algum tipo de promoção na linha de “segunda-feira sem carne”.

O Vila das Rosas começou após o sucesso do falafel feito por Marie. “Minha mãe nasceu no Egito e o falafel era uma receita que eu sempre comia nas festas em casa. Muitas pessoas falavam que ela precisava abrir um restaurante, que o falafel era muito bom”, lembra Attia. Houve uma época em que Marie estava sem emprego e o filho havia voltado de uma temporada no Rio de Janeiro. Eles se juntaram com mais dois sócios para criar um espaço que unia nutrição e terapias. Depois de um tempo, os outros sócios saíram do negócio por motivos pessoais e o restaurante começou a ganhar mais importância.

A estratégia que começou a dar resultado para a empresa enfrentar esse momento de crise foi investir nos pratos congelados. Eles sempre existiram no cardápio, mas após participar de um curso do Sebrae-SP, a dupla começou a divulgar com mais destaque os pratos para o cliente levar para casa. Antes, as opções ficavam escondidas e precisavam ser embaladas na hora. Hoje, os pratos já estão prontos para a venda.

“Mudamos a comunicação de ‘faça sua encomenda’ para ‘leve para casa’. Mostramos que existia essa possibilidade com uma linguagem clara”, conta. O sucesso dos congelados tem surpreendido tanto que o empreendedor planeja a venda dos produtos em outros locais, como empórios, para funcionar como um “braço do restaurante”. 

A consultora do Sebrae-SP destaca que, a partir do ano que vem, segundo previsões de especialistas em economia, o mercado vai começar a se reaquecer e as empresas precisam se preparar. Para isso, ela alerta que os empresários devem ser mais criativos. “As pessoas não deixam de consumir e comer, mas elas esperam novidades. Por isso, os estabelecimentos que oferecem alimentação precisam se inovar, fazer promoções e se diferenciar de alguma forma dos concorrentes, principalmente em uma época de retração no consumo”, afirma Maisa.

Como superar o mau momento:

1. Seja mais produtivo e eficiente. Aprimorar a forma de fazer não quer dizer diminuir a qualidade do seu serviço.

2. Busque produtos substitutos. Uma alternativa é trocar ou incluir produtos, a fim de preservar o tíquete médio do seu cliente.

3. Fortaleça a relação com a sua equipe e com fornecedores.

4. Observe novas oportunidades e fique atento às mudanças. Novos modelos de negócios e canais de comercialização surgiram nos últimos anos.

5. Preocupe-se com o manuseio do alimento. O seu negócio não pode correr risco – nem o seu cliente.

6. Contribua para a construção da imagem da gastronomia brasileira. A comida é um dos principais atrativos do turismo no mundo.

7. Associe-se a outros estabelecimentos para ter parcerias para compras, realizar promoções e negociar prazos de pagamento e de entrega. 8. Seja mais participativo no ambiente legal, buscando associar-se a entidades representativas e participar das discussões.

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terça-feira, 14 de junho de 2016

Fórum discute cenário e desafios para bares e restaurantes

Durante 32ª edição de feira de produtos e serviços para alimentação fora do lar, Sebrae dará dicas para empresários driblarem a crise


Imagem: Creative Common

Diante do atual cenário de crise, com o aumento do número de desempregados e a consequente redução do poder de consumo do brasileiro, os pequenos negócios do segmento de alimentação fora do lar estão em busca de estratégias para se manterem atraentes e competitivos no mercado. Pensando nisso, o Sebrae vai levar informação para os participantes da principal feira de produtos e serviços para a alimentação fora do lar do Brasil, a 32ª Fispal Food Service, que acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, entre esta terça (14) e sexta-feira (17).

A instituição, em parceria com a Food Consulting, vai promover, nos dias 15 e 16 de junho, o I Fórum Fispal Food Service, que vai discutir com empresários e entidades representantes do setor cenários e desafios para os negócios de alimentação fora do lar superarem a crise. Durante o evento, gratuito para os participantes da Fispal, será apresentado o estudo 12 fatores-chave para o sucesso de bares e restaurantes, que analisa os fatores críticos mais recorrentes em bares e restaurantes.

Segundo a pesquisa elaborada pelo Sebrae, atendimento, gestão de compras, meios eletrônicos de pagamento, layout e conforto, alimentação saudável, fidelização, formação do preço, localização, gourmetização, marketing promocional, confiabilidade e sustentabilidade são os aos itens mais sensíveis ao sucesso ou fracasso de um negócio desse tipo de empresa. Com base no levantamento, o Sebrae construiu uma ferramenta de auto-avaliação para o empresário fazer um teste do desempenho da empresa em cada fator no link http://www.sebraemercados.com.br/fatores-chave-de-sucesso-em-restaurantes/.

Ao responder às questões propostas, a empresa recebe, em cinco dias úteis, um relatório com o resultado da avaliação que revelará o nível de competitividade mercadológica da empresa, uma análise sobre vantagens e desvantagens competitivas, 12 recomendações práticas, contendo dicas exclusivas, orientações, pequenos vídeos, estudos especiais e outras ferramentas para melhorar o desempenho da empresa e um gráfico contendo a performance em cada fator, comparando-a com as dos demais respondentes. “Mais de 500 empresários já fizeram a auto-avaliação e os dados revelaram que os itens em que os dirigentes têm mais dificuldades são localização, promoção e fidelização de clientes. Os clientes têm gostado da experiência de, ao responder as perguntas, refletirem sobre suas atuações em temas importantes”, afirma Lucio Pires, analista de inteligência competitiva e coordenador do trabalho.

A coordenadora de Serviços de Alimentação Fora do Lar do Sebrae, Germana Magalhães, também vai falar sobre a cartilha 8 desafios para a Alimentação Fora do Lar em 2016 (disponível em www.sebrae.com.br/8desafiosalimentacaoforadolar), elaborada pelo Sebrae com o objetivo de ajudar o empreendedor a atravessar o cenário de crise. “Acreditamos que é possível se adaptar e buscar formas de conservar a clientela e, inclusive, expandi-la, mesmo em época de crise. O Fórum nasceu da necessidade de criarmos um ambiente para discussão sobre o cenário atual e seus desafios. Neste momento, devemos buscar mecanismos e estratégias para manter os negócios, fidelizar e atrair ainda mais os clientes”, ressalta Germana.

O Sebrae também vai levar cerca de 2,5 mil empresários de dez estados (AP, RO, PA, PI, AL, MT, MG, SP, ES e RS) para participar da feira e conhecer as principais tendências do setor, tecnologia e eficiência de produção, produtos de maior valor agregado, inovação, fidelização de clientes, sustentabilidade, legislação, gestão de pessoas, entre outros assuntos relevantes para o dia-a-dia do seu negócio. A edição de 2015 contou com a presença de 1.450 marcas expositoras e um público altamente qualificado de 51 mil profissionais.

Oito desafios para 2016:

1. Ser mais produtivo e eficiente;
2. Buscar produtos substitutos;
3. Fortalecer a relação com sua equipe e seus fornecedores;
4. Observar novas oportunidade e ficar atento a mudanças;
5. Preocupar-se com o manuseio do alimento;
6. Contribuir para a construção da imagem da gastronomia brasileira;
7. Associar-se a outros estabelecimento para aumentar a competitividade;
8. Ser mais participativo no ambiente legal.


Via Agência Sebrae
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