quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Restaurante do futuro

Imagem de trecho do vídeo Now This Future/ Dahir Insaat  

Você já pensou em como serão os restaurantes no futuro? Como a tecnologia irá mudar a rotina dos estabelecimentos? A Dahir Insaat, companhia de design turco, imaginou um futuro todo automatizado para este universo.

De acordo com o conceito da Dahir, os atendentes usarão tablets para fazerem os pedidos, e enviarem à cozinha... (tudo bem, isso já acontece!). Lá a cozinha, totalmente automatizada, prepara a comida. Quando os pratos ficam prontos, eles são enviados para uma área que fica localizada acima das mesas dos clientes. E aí a mágica acontece... Os pratos são servidos sem a necessidade de funcionários! Assista ao vídeo...


A empresa diz que o percurso do prato saindo da cozinha até a mesa do cliente levará 60 segundos ou menos! A proposta pode parecer um pouco distante da realidade, mas a empresa que a criou acredita que o conceito irá diminuir e muito o tempo de espera, o trabalho manual, e irá permitir que o estabelecimento sirva muito mais pessoas.

E você, o que acha? Este conceito se tornará uma realidade no futuro da alimentação fora do lar

Fonte do vídeo: Now This Future

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Canudos comestíveis

Quantos canudos de plástico são usados diariamente, em seu estabelecimento?
Após serem utilizados, você sabe o destino deles?
Somente nos EUA, são 500 milhões de canudos plásticos descartados por dia! 

Imagem: Morguefile
Pensando no impacto ambiental que estes números representam, a Loliware desenvolveu um produto sustentável que é alternativo ao canudo de plástico: o Lolistraw.

Fabricado com algas marinhas, este canudo é 100% biodegradável e comestível. Apresentado em cores diversas, eles estão disponíveis nas versões baunilha e caramelo. O canudo dura até 24 horas em contato com bebida, e possui uma vida útil de até 2 anos. E se você não quiser comer, não tem problema! Quando descartados, são facilmente absorvidos pela água ou pela terra, além de auxiliar a absorver o CO2 da atmosfera.

Em 2015, a empresa também criou os copos comestíveis, como forma de tentar combater os resíduos plásticos descartados anualmente em função do consumo de copos e canudos em lanchonetes, cafeterias e estádios. A seguir, um vídeo apresentando a proposta do canudo comestível:


Atualmente, a Loliware está angariando fundos no Kickstarter, com o objetivo de comercializar os canudos em escala industrial. Achamos a iniciativa importante, e acreditamos que é o tipo de projeto que merece ser compartilhado!

Se quiser saber mais sobre o Lolistraw, acesse o link da Loliware aqui.

Fonte: Disque9
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Croissant + sushi = Croissushi

Imagem: YouTube

"Fusion food" é um conceito de fusão de cozinhas, que está super em alta atualmente. A combinação muitas vezes extravagante de pratos com origens bem diferentes atrai o público curioso, e gera audiência e marketing para os estabelecimentos que se aventuram nestas criações.

A última invenção gastronômica adicionada à lista de pratos de fusão exóticos é o "croissushi", um cruzamento entre o croissant e o sushi. A receita peculiar é servida no Mr. Holmes Bakehouse, que possui lojas em Los Angeles, São Francisco e Seul. 

O croissushi pioneiro da casa é o "California Croissant", uma espécie de híbrido de massa folhada francesa, combinado com frutos do mar e outras iguarias japonesas. Olhando por fora, ele parece um croissant comum, coberto por gergelim. Mas em seu recheio há salmão defumado, wasabi, gengibre e algas. O salgado é acompanhado pelo tradicional molho shoyu.

Os clientes estão divididos se aprovam a iguaria ou não, mas a novidade não passa despercebida nas redes sociais, gerando muitas fotos, comentários e publicidade ao lugar. De acordo com um dos donos da casa, o prato vende-se muito rápido e os clientes tiram muitas fotos, e elogiam bastante como sendo um prato "gostoso, interessante e criativo".

A seguir, um vídeo que apresenta o croissushi:


Deu vontade?

Fontes: Smart Cooky
               This Insider
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Restaurante serve comida em uma betoneira!


Muitos estabelecimentos usam e abusam da criatividade na hora de elaborar a temática de seus ambientes. Este restaurante que mostraremos no vídeo a seguir não foi diferente, e apostou em uma ideia inspirada em um "campo de obras" para servir a refeição aos clientes!

Garçons se passando por pedreiros, trazem a comida dentro de uma betoneira, depois a transportam em um carrinho de mão até a mesa dos clientes, pegam a comida com uma espécie de desempenadeira, e depois distribuem nos pratos como se a comida fosse "massa de concreto".

Se lendo você achou inacreditável, confira a experiência no vídeo a seguir:

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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Câmara aprova obrigatoriedade de fornecimento de canudos embalados

Imagem: Morguefile

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 673/07, do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), que obriga os bares, restaurantes, lanchonetes, casas de shows e vendedores ambulantes a fornecer canudos hermeticamente embalados.

O projeto foi aprovado na forma de substitutivo da Comissão de Defesa do Consumidor que retira do texto o valor instituído para a multa, que foi considerado alto, e pune o infrator de acordo com as penas do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Além da multa, o código prevê várias outras penalidades, como apreensão do produto, sua inutilização, cassação de seu registro e proibição da fabricação.

O relator, deputado Efraim Filho (DEM-PB), recomendou o voto a favor da proposta, e como ela foi aprovada em caráter conclusivo, deve seguir para revisão do Senado.

Íntegra da proposta: PL-673/2007

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terça-feira, 28 de novembro de 2017

3 passos para medir a satisfação dos seus clientes

Dois fatores básicos podem determinar o sucesso de uma empresa: conquistar novos clientes e manter os atuais sempre satisfeitos.


Imagem: Wikimedia

Garantir boas experiências aos seus consumidores é mais barato do que investir em ações de atração, mas como medir a satisfação do cliente? Primeiro, é preciso compreender bem o que está por trás desse conceito. Trata-se de um termo bastante abstrato, o que acaba tornando difícil a sua mensuração. O entendimento que uma empresa tem sobre satisfação pode não ser o mesmo do seu cliente. Dessa forma, é necessário saber quais aspectos de fato são valorizados pela sua clientela. Além disso, é preciso ter em mente que a expectativa de uma pessoa muda a cada compra. Se ela teve um bom atendimento e recebeu um produto de qualidade, é provável que aumente suas expectativas em uma próxima compra, o que obriga o negócio a investir em um atendimento cada vez mais qualificado e manter um alto padrão de qualidade de seus produtos ou serviços. Na prática, então, não basta ter o entendimento sobre satisfação. É importante contar com uma estratégia que permita medir a satisfação do cliente — assunto de que trataremos nos próximos parágrafos.

1. Desenvolva uma estratégia de medição: A princípio, pode parecer complicado avaliar a experiência de seus clientes, mas com alguns controles simples é possível fazer uma abordagem disciplinada e bem fundamentada, que permita criar um processo constante de medição da satisfação de quem compra na loja física ou no e-commerce. De uma forma geral, podemos definir sete passos para a criação de uma boa estratégia de medição. São eles: - segmentar os clientes; definir quais experiências serão medidas; determinar as métricas que serão usadas para avaliação; criar um modelo de coleta de dados; definir as metas para a coleta de dados; identificar as experiências dos clientes; analisar, aprender, compartilhar os resultados e aprimorar o seu atendimento. Esse processo de avaliação das experiências dos consumidores é uma forma de entender como a sua empresa se relaciona com eles — ou seja, como o seu atendimento ou prestação de serviço está sendo assimilado pelas pessoas e como isso tem impactado o rendimento do seu negócio. Afinal, um cliente satisfeito é aquele que retornará ao seu estabelecimento para fazer novas compras. Além disso, ele também pode se tornar um defensor da marca e contribuir com a divulgação de seus produtos ou serviços. Por outro lado, uma pessoa que fica insatisfeita com o produto, o atendimento ou com a forma de sua empresa se relacionar acaba por transmitir uma imagem ruim do negócio. E esse impacto negativo pode trazer inúmeros prejuízos para a marca e tornar ainda mais difícil o seu processo de aquisição e fidelização de clientes.

2. Acompanhe as métricas definidas: Não basta garantir a satisfação do seu cliente. É preciso medir como foi a experiência da pessoa ao comprar um produto ou contratar um serviço, pois esse processo ajudará a estabelecer e aperfeiçoar um modelo de relacionamento junto aos seus consumidores. Por isso, é importante escolher as métricas corretas, de modo que você possa adotar um sistema de medição eficiente, que gere as informações necessárias para desenvolver o seu negócio ao mesmo tempo em que entrega às pessoas produtos e serviços de qualidade. Os indicadores ideais variam de acordo com o tipo de negócio, mas alguns são essenciais para quem deseja avaliar a satisfação do cliente e, portanto, precisam estar presentes em toda estratégia. Vejamos: Net Promoter Score (NPS): essa métrica ajuda a medir a quantidade de clientes que recomendariam sua empresa. Para aplicá-la, basta utilizar formulários online ou offline e fazer uma única pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, quanto você recomendaria o negócio para amigos ou familiares?”. A partir daí, é só calcular o resultado; Churn Rate: usada para indicar a quantidade de cancelamentos em um determinado período de tempo e o impacto financeiro dessa ação. O cálculo é feito com a subtração do total de cancelamentos pelo número de clientes ativos no início da medição; Customer Effort Score (CES): criada para medir qual o esforço necessário para um consumidor solucionar um problema com a empresa. O CES é calculado a partir de uma avaliação do cliente, que vai de 1 a 10, sobre a dificuldade de encontrar uma solução. Quanto mais próximo de 1, melhor é a experiência;
Custo de Retenção de Clientes (CRC): essa é métrica é usada para determinar o investimento necessário para reter um consumidor. Esse resultado ajuda a entender e controlar os gastos da marca;
Customer Satisfaction Score (CSAT): indicador que serve para apontar a satisfação de um cliente em um curto prazo de tempo sobre atendimento, produtos ou serviços da empresa. Novamente, essa medição acontece por meio de um questionário em que a pessoa aponta seu nível da satisfação.
As métricas descritas acima são importantes para entender o sucesso do cliente, mas existem outras formas de fazer essa avaliação. É preciso ver quais delas melhor se encaixam no perfil do seu negócio para aplicá-las.

3. Avalie cada grupo de clientes separadamente: Existem diversas maneiras de segmentar clientes — todas elas associadas ao perfil e hábitos de compras deles. O ideal é separar os consumidores em grupos de acordo com seu comportamento. Dessa forma, é possível gerar uma quantidade de informações preciosas para a empresa e que poderão orientar como se dará o atendimento e as ações de marketing para cada perfil de cliente, o que aumenta as chances de acertar na hora de se relacionar com eles. As ações de divulgação, a forma como recebe cada tipo de consumidor, em quais promoções deve investir, que tipo de brindes vai fornecer: esses e outros aspectos que influenciam na satisfação do consumidor podem ser melhor entendidos e trabalhados por meio da segmentação. 

Portanto, procure entender as pessoas que consomem e se relacionam com a sua marca para que possa desenvolver processos e ações que garantam maior satisfação do cliente, diferencie a sua empresa das demais no mercado e assegure novos negócios.


Via Dino
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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Mesa interativa permite os clientes montarem a sua pizza, sem levantarem das cadeiras!

A Pizza Hut, em parceria com a Chaotic Moon Studios, desenvolveu esta mesa com conceito interativo, onde o cliente monta a pizza do seu gosto! 

Será este o futuro de todos os restaurantes? O que você acha? Confira o conceito da mesa, no vídeo a seguir, e compartilhe com a gente a sua opinião!


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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Alimentação diferenciada abre oportunidade para negócios

Opções de cardápio podem incluir comida orgânica, vegetariana e saladas especiais

Imagem: Wikimedia

Uma pesquisa nacional, realizada pelo Sebrae, revela que há boas oportunidades para pequenos negócios que queiram investir na oferta de alimentação saudável e diferenciada. De acordo com o levantamento, apenas 6% das micro e pequenas empresas apostam nesse segmento, que é um novo nicho de mercado. Dos poucos que comercializam alimentação saudável, 56% trabalham com comida orgânica, 18% saladas especiais, 6% vegetariana e 6% produzem alimentação saudável para crianças. 

“Esses dados mostram que há oportunidades para empreendedores atentos a novos perfis de consumo, a exemplo daqueles que preferem a gastronomia sustentável. É uma tendência de consumo, o que pode gerar negócios inovadores, como restaurantes e lanchonetes especializados no público infantil ou para aqueles consumidores que preferem alimentação à base de produtos orgânicos, por exemplo”, disse a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. 

Ela explica também que, por existir essa nova tendência, alguns varejistas preparam suas cadeias de suprimentos para trabalhar com ingredientes de origem conhecida e certificada, além de privilegiar alimentos frescos e de fornecedores locais. “Percebemos que, cada vez mais, há consumidores que buscam opções saudáveis e que estão menos tolerantes aos ingredientes artificiais”, completa a diretora do Sebrae.

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

A realidade dos restaurantes nos EUA. Será que é muito diferente da nossa?

Os restaurantes tem grande importância na economia dos EUA. Veja este pequeno vídeo para aprender cinco coisas que você não sabia sobre a indústria de restaurantes nos EUA, e compare com a nossa, aqui no Brasil:


Via Prageru
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Self-service lidera negócios de alimentação fora do lar

Entre os restaurantes de pequeno porte, esse é o sistema de atendimento
 mais comum no Brasil, revela pesquisa Sebrae

De cada dez restaurantes de pequeno porte no Brasil, seis adotam o sistema de atendimento self-service, ou comida por quilo, invenção tipicamente brasileira e bastante popular entre os consumidores. Este é um dos resultados de uma pesquisa nacional realizada pelo Sebrae sobre o perfil de pequenos negócios do segmento de alimentação fora do lar. O levantamento revela que 61% dos desses estabelecimentos trabalham como a modalidade de atendimento self-service em algum momento do dia, sendo que 47% atendem exclusivamente com esse tipo de serviço. Para o Sebrae, os números expressam a oferta de soluções práticas para o consumidor. 

“O self-service está incorporado ao cotidiano do brasileiro, que recorre a restaurantes como alternativa prática, acessível e saudável para sua refeição principal. Também é uma solução rápida para quem trabalha e precisa almoçar fora de casa. É fácil de encontrar, há variedade de alimentos e o preço é um atrativo”, diz a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, ao comentar os dados da primeira Pesquisa Nacional de Alimentação Fora do Lar, apresentada na abertura do seminário O Sabor da Experiência: o mercado gastronômico e o futuro do consumo, na terça-feira dia 10, em Brasília. 

Entre outros dados, a pesquisa aponta que restaurantes (33%) e lanchonetes (18%) somam 51% dos pequenos empreendimentos no segmento de alimentação fora do lar. Com relação ao cardápio, a maior parte dos estabelecimentos vende comida brasileira e tradicional (49%), alinhado ao perfil do consumo e do “gostinho brasileiro” por comida caseira. Outros 31% dos negócios atuam na produção de alimentos específicos ou de cozinhas segmentadas; 20% afirmam não atuar com uma cozinha específica; e 6% das micro e pequenas empresas comercializam alimentação saudável. 

“É importante destacar que, por se tratar de um segmento bastante competitivo, os restaurantes devem estar atentos às necessidades e à satisfação dos clientes, cada vez mais exigentes, bem informados e seletivos. É estratégico garantir a qualidade do atendimento, diversificar o cardápio e focar sempre na melhoria da gestão”, explica Heloisa Menezes, para quem a pesquisa apresenta uma série de dados e informações, que possibilitam uma percepção ampliada e realista dos pequenos negócios de alimentação fora do lar. 

Negócio familiar: 

A pesquisa revela que as empresas são predominantemente familiares, de micro e pequeno porte. Um exemplo é a quantidade de funcionários presentes em todas as etapas da operação do negócio - 49% dos empreendimentos possuem de uma a cinco funcionários. Outros 22% têm de seis a dez funcionários; 16% têm entre 11 a 23 funcionários; e 5% informaram ter mais de 23% na linha de produção. 

A maioria (96%) trabalha com loja própria e 86% dos entrevistados afirmaram ter apenas um negócio. Empreendedores com dois negócios somam 13%. Entre três e mais de cinco estabelecimentos são apenas 5%. 

O levantamento aponta também que os negócios estão instalados, em sua maioria, em lojas físicas (64%). Em segundo lugar, com uma proporção bem menor (14%), estão empreendedores que trabalham em casa. Apenas 12% possuem loja virtual, sendo que somente 2% usam exclusivamente essa forma de comercialização, o que indica potencial para o crescimento do uso desse tipo ferramenta. Metade das empresas (49%) realiza entrega em domicílio (delivery). Dessas, a maior parte (72%) têm operação própria, sem terceirização.

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